sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Pausa para nossos comerciais

Um brinde ao novo sabor de Tang: Limão

Um brinde a quando o único sabor de Tang era laranja. Tradicionalíssimo!

A KRAFT teve a sorte de não precisar investir demais em marketing. Na década de 60 foi usado pela NASA em viagens tripuladas.

Em plena corrida espacial, quando era moda falar que tal coisa era “da Nasa”. O suco em pozinho realmente era.

Tang deu sabor de laranja à água que a tripulação tomou em órbita durante o projeto Mercury em 1962. Com fórmula criada pelo químico William A. Mitchell em 1957, começou a ser comercializada em 59.

Só decolaria em vendas após o consumo de astronautas como John Glenn. Tanto sucesso que sós e preocuparia com um segundo sabor no final dos anos 70, pelo menos aqui no Brasil, data deste anúncio.

Mitchell, funcionário da General Foods Corporação, patenteou dezenas de invenções saídas do seu laboratório. De gelatina instantânea a Pop Rocks, comercializado aqui com o nome de Dip Lip, aquele pó que em contato com a língua explodia.

Agora há no mercado não só uma infinidade de suco em pó de diversas marcas como o próprio Tang com incontáveis sabores. Volta e meia inventam novidades como o Tangolé, pra congelar como o próprio nome sugere.

Como se com o produto normal isso não fosse possível... Mas nada se compara a uma das últimas campanhas em que a grande novidade era “espuminha”.

[Ouvindo: Das Rheingold - Scene 1 – Georg Solti, Vienna Philharmonic Orchestra]

6 comentários:

Leticia disse...

Nota fúnebre: eu lembro desse anúncio.

Sabe lá o que a gente guarda na memória e encasqueta na cabeça como estético, mas o fato é que hoje acho imprescindível para uma pessoa de mínimo trato ter uma jarra de vidro.

Não obstante toda residânce de minha família ter a sua, ninguém teve a misericórdia de me repassar a herança, então comprei a minha: uma de bolinhas em baixo relevo, que botei os olhos na loja e amei. Ficaram faltando os copos, mas um dia eu acho algo que combine.

O conteúdo? Coca cola quando a visita é fina a valer. Mas pode ser Tang mesmo. Fica lindo do mesmo jeito.

Miguel Andrade disse...

Letícia, dele não lembro, mas lembro quando Tang de Limão era novidade. Oi?

Pensei nisso da jarra vendo esse anúncio. Jarras de vidro são muito elegantes.

Não tenho uma bonita assim. Ou daquelas clássicas mais gordinhas.

Uau! Você tira a coca toda da garrafa?

Leticia disse...

Só se a visita for de outro mundo...

Brincadeira, nunca precisei fazer isso em casa. Mas em ambiâns finos, noblesse oblige. Imagina um almoço chic, botar uma garrafa pet na mesa...

De qualquer modo, da cidade ou no campo, na praia ou na montanha, na riqueza ou na pobreza, a jarra de vidro é o que há para dar digndade, estética e leveza à ocasião.

Miguel Andrade disse...

Letícia, super concordo! E lembrei do teu discurso no supermercado, diante da gôndola das jarras de vidro.

Como pode um produto, feito do mesmo material (vidro), ter aspectos tão diferentes? Do cafoníssimo ao elegante.

Leticia disse...

Não lembro... A respeito de que falávamos?

Miguel Andrade disse...

Letícia, como assim? Jarras!

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