9 de fevereiro de 2010

O melhor Photoshop do mundo!


Ó! O título deste post surrupiei de um comentário antigo da Letícia do Flanela Paulistana. Não há patch melhor pra memória que o tempo.

Passou um tempinho e todas as coisas são belas. Sabe romance antigo? Saudades do inferno, ta louca?

Quando piá muito ambicionei conhecer a Fantástica Fábrica de Chocolate que aprendemos a amar na Sessão da Tarde 80’s. Revendo os cenário grandinho... BLERG!

Clique na (exclusiva) imagem para ver a panorâmica do cenário em tamanho grande. Vontade zero!

[Ouvindo: We Have All The Time In The World – Louis Armstrong]

Duas fotos raras de atores

Clifton Webb JOVEM!

Barbara Steele LOIRA!

Tirando Marilyn Monroe, que além das fotos que o estúdio promovia, era fotografada em TODOS os lugares, atores têm um limite de imagens. Alguns a gente já viu todas as possibilidades que existem do rosto, ou quase todas.

Encontro praticamente todo dia pelo menos uma foto da Marilyn que eu nunca tinha visto. Mais freqüente do que de gente que está vivinha da silva.

Clifton Webb na flor da idade tem explicação. Ele nasceu em 1889(!!!), sendo que seu primeiro êxito cinematográfico foi em Laura de 1944, quando ele já estava com 55 anos de idade.

Aliás, a obra-prima de Otto Preminger era seu segundo filme sonoro. Sempre foi visto com idade avançada, quase um Mário Lago de Hollywood!

A galera dos primórdios cinematográficos proporciona estes estranhamentos, como Bela Lugosi só ter sido visto em preto e branco ou a preciosa fotografia da Jean Harlow colorida. Relembre clicando aqui.

[Ouvindo: Ya Mama – Fatboy Slim]

5 de fevereiro de 2010

Minha Nossa Senhora do Consumo Inútil!

De derramar lagriminhas se imaginar nesta exposição em Tókio. De emoção ou de tristeza, dependerá da quantidade de ienes que se estaria portando e dos itens que estivessem a venda.

Não há espaço para nada tosco. Esta cabeça do Lion Man parece até bem melhor do que aquela usada no seriado, não?

E olha que mesmo sem muito dinheiro deve dar pra levar pelo menos um destes incansáveis monstros. Se eu tivesse algum deles correria montar minha Tóquio de caixinhas de fósforo.

Isso é uma das coisas que mais achei bacana. Rascunhos de como os dublês ficariam dentro dos figurinos monstruosos.

Nunca me deparei com coisas tão bacanas reunidas no mesmo espaço, mas lugares parecidos, tipo galeriazinhas da Liberdade, quase me deixam doido! Tão doido que na dúvida do que levar, não levo NADA!

E coisa que me irrita é quando esboço interesse em levar uma tralhinha qualquer pra casa e alguém ao meu lado se opõe. “O que vai fazer com isso? Você não vai brincar”.

Até por que, nem resposta eu tenho alem da clássica “Porque SIM!”. Passarão a eternidade juntando pó na estante, mas e daí?

Imagens são um oferecimento do Tokio Scum

Veja também:
Herói passo a passo
Boas compras
Da série “coisas que amo”


[Ouvindo: Coitadinha, bem feito! – Ângela Ro Ro]

Quando o carteiro chegou...

Coisa mais linda este cartão postal! Quem não gostaria de receber um destes?

“Estive na Arizona National Livestock Show 1968, e me lembrei de você!”. Tem algumas outras singelas lembrancinhas do evento no Neat Stuff Blog.

[Ouvindo: The Flirt. – 12 Shirley & Lee]

4 de fevereiro de 2010

As Certinhas do La Dolce

Virginia Mayo
Orientada.


[Ouvindo: Five Minutes To Live – Johnny Cash]

Doril das trevas

Dois promos do lançamento de Raça das Trevas (Nightbreed) em quadrinhos no Brasil. No ano anterior (1990), o autor Clive Barker lançaria nos cinemas uma adaptação.

O auge de Barker coincidiu com o buuum da expressão “multimídia”. Que aliás, lhe servia como uma luva!

Mundialmente famoso após o filme Hellraser de 87, lançou livros, quadrinhos, exposição de quadros, etc. Stephen King o teria definido em 1984 como o futuro do horror.

Tão popular na época (anos 80/90) que talvez tenha lhe acontecido o mesmo que aconteceu á expressão “multimídia”. Enjoou!

No caso de Hellraser, a porrada de seqüências tolas diluiu totalmente o impacto do original. Pior que sua biografia no IMDB inclui o projeto em desenvolvimento de refilmar... Hellraser!!!

[Ouvindo: Love Me Love Me Honey Do – Patsy Cline]

Pesadelo da rainha do grito

Ter o vestido de 300 dólares rasgado por uma turba tresloucada de crianças entre os 8 e 10 anos de idade, quem curte? Jeanne Carmen ficou PAS-SA-DA!

E logo na pré-estréia de seu maior (aham..) sucesso: The Monster of Piedras Blancas de 1959. E gostei dela só de ler essa notícia, gentilmente cedida pelo Refer.

Falar mal de trabalho antigo é fácil, enquanto ele está sendo lançado é que são elas. Amiga pessoal de Marilyn Monroe, as biografias atuais apontam sua aposentadoria precoce em 1962, quando a mais famosa loira do mundo faleceu.

Até pode ser em partes, mas pela nota dá pra perceber que ela estava por aqui de participar de filmes de monstro de borracha. E se ela tinha razão ou não, melhor assistir ao trailer justamente de The Monster of Piedras Blancas, que eu re-upei com mais qualidade ao You Tube:


E da curta filmografia de Jeanne Cramen em DVD no Brasil há O Círculo do Diabo (The Devil's Hand), produção de 62 que a fez abandonar a carreira. Ela é uma bruxa que aparece nos sonhos do herói só de camisola, fazendo dancinha sexy.

[Ouvindo: Shooting Star – Cliff Richard And The Shadows]

3 de fevereiro de 2010

Amados campeões da infâmia

Na Folha de hoje mais uma vez o crítico Inácio Araújo se indaga sobre lógica de filmes “trash” (expressão desatualizada, mas utilizada por ele) terem admiradores. Chegou a dar a possibilidade da platéia se sentir superior diante do ruim.

Se fosse simples assim, filmes-B seriam compreendidos como tal pela maioria. Provável até que teríamos no carnaval blocos homenageando Veruska, a Mulher Polvo de Júpiter.

Nem separo filme por bom ou ruim já que isso é muito subjetivo ao paladar de cada um. Mais fácil destacar entre banais e surpreendentes, e aí entra minha repugnância pela obviedade das comédias românticas e filminhos com verniz artístico pra pegar trouxa da Academia.

Cinema, assim como qualquer coisa que legitimamente tenha graça, tem que ter o mínimo de ironia. Se não, só sobram os James Camerons da vida ou aqueles em que Meryl Streep arrota e logo é indicada ao Oscar... *bocejos*

Os “independentes” não seguem padrões pré-estabelecidos (muitas vezes pela inaptidão dos realizadores mesmo! Ahá!), então tudo pode acontecer. Ou nada pode acontecer também, e por falta de recursos virarem blábláblá infinito.

Veja também:
Quando economia não é base pra porcaria
Maila Nurmi e a vingança dos rejeitados
O que não mata engorda
Crítica absorvente com linhas serrilhadas
Inácio por Inácio


[Ouvindo: Claudine 69 – Alfredo Luna]

Leitura dinâmica

Audrey Hepburn elegantíssima lendo uma pulp fiction do Alfred Hitchcock! Como Roubar Um Milhão (How to Steal a Million, de William Wyler) é de 1966, época em que o gorducho diretor podia ser considerado o mais pop dos cineastas.

Contos de suspense são óbvios subprodutos com a assinatura dele, entre incontáveis objetos como brinquedos e discos. Foram publicados inclusive no Brasil, na Revista Suspense, décadas 50/60, veja.

Falando em livros e Hitchcock, lembrei de uma ceninha de Força Diabólica (The Tingler, 1959) de William Castle, o maior “Hitchcock wannabe” que já existiu. Ou o mais descarado.

Vincent Price é o compenetrado cientista que estuda os efeitos do LSD na psique humana. Dá uma olhada nos frames:

Fico imaginando alguém reparando no erro e outro dizendo: “Bobagem! Ninguém vai reparar nesse detalhe”. Também há a hipótese de que o contra-regra seja japonês.

Veja também:
Zero zero sex


[Ouvindo: Lullaby Of Broadway – Dick Powell]

2 de fevereiro de 2010

Só tamanhos G

Suspeito que isso deva ser moda (Vera) verão 1980... Ou coisa que o valha!

Também não sei se era esse bigodón que deixava os modelos com cara de mais velhos, ou se pra ser modelo realmente podiam ter mais idade. O físico pelo menos era mais comum a qualquer mortal.

Tento compreender a estética fashion atual, como não? Moda não vende nada para o que nós somos, mas para o que ambicionamos ser.

Sabonete e até sanduíche é vendido por esta lógica. Duvido que alguém entre no Mcdonalds pra pagar os olhos da cara por um sanduíche murcho.

Mas pra sentir um pouquinho o gosto do american way é bem barato. Pelos menos é isso que eles querem que acreditemos.

Veja também:
Gente como a gente


[Ouvindo: No Budget – DJ Class/Mayo]

Exceção da regra

Nem vem! Quem acha que adaptações cinematográficas para livros normalmente decepcionam é porque nunca leu Lolita de Vladimir Nabokov.

O filme (pelo menos aquele do Kubrick) é mil vezes melhor que o livro. No papel, depois que a sedução se concretiza, sobram bocejos...

Outro, por coincidência também de tema picante, é A Insustentável Leveza do Ser. Não que o filme de 88 (muito famoso na época) seja lá essas coisas, mas é menos enfadonho que sua origem literária de Milan Kundera.

[Ouvindo: Living It Up – F.Delta]

1 de fevereiro de 2010

Prato frio (e sem sangue!)


Li isso no Twitter e me parece excelente idéia pra dar uma lição naquele desafeto! Enviar prestativas Testemunhas de Jeová pra casa dele num belo domingo de manhã!!!

Basta preencher o formulário no site oficial com os dados do seu “amigo”. Importante, claro, não esquecer de no campo “Melhor horário para encontrar você” escolher domingo, num horário bem cedo. UAU!

[Ouvindo: Tómbola – Monna Bell]

A Marilyn Monroe dos pobres

Descoberta pelo produtor (e papa todas) Howard Hughes na noite em que foi coroada Miss Palm Springs, Mamie Van Doren foi imediatamente convidada a aparecer em vários filmes da RKO. Namorados, em seu filme de estréia ela dizia apela “Olha!” e conseguiu ser creditada por isso!

As sinuosas formas a levaram a trabalhar de pinup, servindo de modelo ao célebre artista Aberto Vargas, sem jamais abandonar a ambição de ser atriz. Em 1953 fechou contrato com a Universal para rivalizar com a explosão chamada Marilyn Monroe da 20th Century Fox.

Só que Mamie Van Doren estava bem longe de ter qualquer coisa (fora a cor dos cabelos) de Marilyn Monroe, assim como a Universal (vivendo basicamente de filmes B) com a Fox. E talvez porque nunca tenha feito nem sombra à outra, ou feito realmente sucesso com algum de seus filmes, sua carreira é muito duradoura.

Seu estúdio a aproveitou em produções que pegavam carona no que fazia sucesso na época, filme de gangues de adolescentes. Cópias baratíssimas de êxitos como O Selvagem (The Wild One, 1953 distribuído pela Columbia) e Juventude Transviada (Rebel Without a Cause, 1955, da Warner).

O jeitinho desinibido da loira fez com que ela interpretasse inúmeras garotas dispostas a levar rapazes de índole duvidosa ao abismo. Naturalmente teve alguns ousados números musicais de rock que a fizeram lançar discos.

Se o fim do velho esquema de contratos longos entre estúdios e estrelas no fim dos anos 50, começo dos 60, foi complicado para os grandes, imagina para quem não era estrela. Mamie Van Doren acostumada a filmes B se refugiou nos Z!

Desta fase, apareceu em infâmias como Viagem ao Planeta das Mulheres Pré Históricas (Voyage to the Planet of Prehistoric Women, 1968), dirigido por um tal Derek Thomas (na verdade pseudônimo do depois consagrado diretor Peter Bogdanovich). Por incrível que pareça, este filme (duro de assistir até porá mim!) foi lançado em DVD no Brasil.

Alegrou soldados do Vietnã com seu show burlesco, assim como freqüentou hospitais de vítimas da guerra. Após, se dedicou a apresentações em Las Vegas.

Super ativa, em 2006 posou para editorial da Vanity Fair ao lado de Pamela Anderson. Assume ter tido incontáveis amantes (Elvis, Clark Gable, Steve McQueen, Eddie Fisher, Johnny Rivers, entre muitos outros), mas nega veemente ter siliconado os seios.

No site oficial comercializa autógrafos e exibe vídeos e fotos recentes de seus topless. Mamie Van Doren é outro caso de estrela que nunca teve tantos fãs quanto na atualidade.

Ousada, aos 78 anos de idade, costuma lotar casas de streaptease. Se fosse brasileira seria alvo pra chacota nos(estúpidos e pudicos) blogs de fofoca, verdadeira mania nacional.

Veja também:
Liz Renay - vivendo desesperadamente
Tura Satana - A vida que daria um filme
Jayne Mansfield: Êxtase cor-de-rosa
Martha Hyer - A um passo do anonimato


[Ouvindo: Flowers On The Wall – The Statler Brothers]

Ladies and gentlemen:

De Minnesota para o mundo! Um gêmeo não é necessariamente bom e o outro mau, no caso dela, o outro era tão chato quanto casto.

[Ouvindo: You – Radiohead]

29 de janeiro de 2010

Qual edição em DVD comprar?

Tem filmes tão óbvios (mas queridos) que não tenho em DVD exatamente porque as distribuidoras ficam relançando nas mais variadas edições. Tem que ser ninja pra descobrir qual a que mais vale a pena.

Enquanto que incontáveis pérolas continuam inéditas, nos obrigando a ir caçá-las no underground da internet. Se é que você me entende...

Tristeza que a fase mais popular de Hitchcock tenha acontecido sobe contrato com a Universal Studios. Enquanto os poucos que saem pela Warner ganham DVDs realmente duplos e caprichados a começar pelas capas, a Universal vai dando um jeitinho.

Um Corpo Que Cai (Vertigo) por exemplo. Comercializaram pela primeira vez digitalmente em 2000, nos primórdios do formato DVD.

Justo aquela versão restaurada de forma polêmica nos anos 90, que na cara dura não só converteram o áudio pra 5.0 (!!!) como recolocaram muitos efeitos sonoros. Clássico como a palavra já diz, continua tinindo de novo décadas depois, mexer pra quê?

Enfim, eu tinha tido conhecimento dessa versão chamada pela distribuidora eufemisticamente de “Edição de Colecionador” e sempre a recusei. Embora a capa me encante, o recusava aguardando uma com aquele áudio mono que aprendi a amar, e claro, com os extras devidamente legendados em português e sem aqueles botões padronizados horrorosos dos DVDs antigos.

Em 2007 a Universal largou mão de reproduzir os pôsteres originais na embalagem (Como a Warner faz lindamente!) e relançou todos os Hitchcocks com capas padronizadas. Cinzas e feias, menus também padronizados, mas extras bacaninhas.

Trouxe esta semana (finalmente!) meu Vertigo pra casa e... SURPRESA!

Pelas informações da contracapa, estava ciente de que era a fatídica versão restaurada (fazer o quê?), mas não suspeitava de que se trata DO MESMO PRODUTO de 2000, apenas em nova embalagem. Não há uma só linha alertando o consumidor!

Olha o menu padrão dos velhos tempos, inclusive com “Collector’s Edition” estampado no topo:

Fizeram o mesmo com Psicose (Psycho, 1960), mas pelo menos incluíram um disco bônus. Aqui nem isso, alem de ter sumido o livreto que vinha na “Edição de Colecionador” de 2000.

É bonito isso? Mas não para por aí!

Estão RE-LAN-ÇAN-DO todos os títulos de NOVO numa caixa chamada The Ultimate Collection!!! Ultimate? Estes DVDs mixurucas podem ser chamados de ultimate?

Aham... Sem falar que a carreira de Hitchcock vai muito além do que ele produziu na Universal. Graças a Deus!

Veja também:
O Clube da Luta - “Definitive Edition”?
Planeta dos Macacos com preços trocados


[Ouvindo: Cat People [putting Out the Fire – David Bowie]

What a feeling!

Slashdance deve ser Flashdance sem a parte chata. Aquela parte da garota pobre com ambições artísticas de jogar o cabelão pra cá e pra lá!

E não deve haver filme de sucesso sem cópias, sátiras, continuações ou versões em sexo explícito/implícito. Não lembro de muita coisa sobre Flashdance além do Silvio Santos o anunciando na Sessão das Dez “Eu não vi! Mas minhas filhas viram e falaram que é muito bommm!”.

Até por que, todas as atenções de qualquer guri estavam voltadas para as cópias, sátiras, continuações ou versões em sexo explícito/implícito do Rambo. Coisas do tipo Comando Delta, ou mais evidentes como Rambona, Ramb Oh!, etc.

Um oferecimento The Scandy Factory

[Ouvindo: The Green Leaves of Summer – Nick Perito]

AnimaTV na Internet

É o sonho de toda criança que gosta de desenhar: Produzir seus próprios desenhos animados. Sonho este que sempre foi por água abaixo aos brasileiros.

Com a informatização da arte baixando custos, projetos como o AnimaTV da TV Cultura de São Paulo colocando alguma esperança na área. Ao todo foram 17 curtas (usando as mais variadas técnicas e estilos) distribuídos na programação da emissora entre os dias 25 e 30 deste mês.

Destes, 2 serão selecionados (pelo público e comissão técnica) para virarem uma série com 12 episódios. Todos os curtas já podem ser assistidos no site do canal, e a partir da próxima segunda (01/02) a votação estará aberta no mesmo local.

[Ouvindo: Street Life – Randy Crawford]

28 de janeiro de 2010

Originalidade fúnebre imperial

SENSACIONAL!!! É a forma de suicídio mais original que já vi! Será que ela usou dublê?

Daqueles momentos cinematográficos em que duvidamos dos nossos próprios olhos. O que em se tratando de filme de kung fu nem é tão difícil assim de acontecer.

E como kung fu não é meu forte, e há ZILHÕES de filmes intitulados Shaolin Temple, fica difícil qualquer detalhe sobre de onde é a cena. Todos os nomes do elenco, que a distribuidora nacional informa na contracapa, inexistem!

Aliás, o DVD é original mas não tem nem o nome da própria distribuidora! Mas como sou de boa fé, saí por aí atrás de algum diretor chamado Tong Sang...

Update: 18h04 - 28/01/10 Provavelmente o título original é Xia nu bao ta jie, produção de 1976, lançado também no Brasil como Os Defensores Do Templo Shaolin. E a grafia correta do diretor é Sheng Tang. Já posso dormir tranquilinho esta noite.

[Ouvindo: Across 110th Street – Bobby Womack]

Galã nas mãos de Deus

E a gente pensa que isso de artistas virarem evangélicos depois que a carreira está em estado terminal é coisa só daqui. Ta certo que no Brasil a lista é gigantesca, mas lá fora volta e meia nos deparamos com casos como o de Michael St. Gerard.

O ator foi revelado pelo Hairspray dirigido por John Waters em 1988. É o principal papel masculino, o que faz o coraçãozinho da gordinha Tracy (Ricki Lake) bater mais forte.

A evidente semelhança física com Elvis Presley coube como uma luva ao filme que se passa na Baltimore 60’s. Isso levou St. Gerard a interpretar o Rei do Rock em três produções para a TV.

Seu próximo papel de destaque foi na série Barrados no Baile (Beverly Hills 90210), hiper popular em 1990. Em alguns episódios apareceu como professor de teatro boa pinta da galera descolada.

Até que em 1994, após participar de uma escola dominical teria sentido um apelo espiritual. Aos 33 anos (a idade de Cristo!) resolveu se aposentar do show business para se dedicar integralmente a pregar as boas novas cristãs.

Conforme sua biografia no IMDB, se tornou pastor e fundou sua própria igreja na região do Harlem, em Nova York. Como ele não gosta de falar sobre seu passado artístico, não há informações atualizadas ou fotografias recentes.

[Ouvindo: Well, I Wonder – Dobie Red & Group With Hoes]

27 de janeiro de 2010

Pausa para nossos comerciais

Chegou o micro cheio de programas – TK 90X

No dia em que a Apple proporcionou o orgasmo nerd interplanetário ao lançar seu iPad, é assombroso ver este anúncio da Microdigital de 1986. Que nem faz tanto tempo assim...

Ele se gabava da enorme quantidade de programas de possuir “infatigáveis” 16 ou 40K de memória! WOW!

E há incontáveis fãs até hoje desta maravilha da tecnologia. Se há coisa que minhas saudades são mínimas, é do meu primeiro PC, o finado Matusalém.

O bichinho era um K6 com Windows 95 até eu encasquetar em colocar o 98, mal sabendo que isso seria sua sentença de morte. Tinha 1 Giga de memória, igualzinho a qualquer porcaria de pen drive de agora, vendido por menos de R$30,00.

[Ouvindo: Lost Someone - Cat Power]

O melhor ângulo de Lisa Marie

Atendendo a pedidos, Lisa Marie em foto “recente”. Ok! Ninguém pediu, mas lembro de ter lido alguém comentando da bela desaparecida dela após o fim do casamento com Tim Burton em 2000.

Achei esta imagem no site oficial da Elvira, A Rainha das Trevas, que pode ser muito engraçadinha, mas encara os fãs apenas como fonte de renda. Sua página não nos permite nem salvar as fotos.

Então, antes de ter todo aquele upa de tirar print screen, tentei achar a mesma no Google. Nada! Em compensação, me deparei com o MySpace deste Eric D.

A ex-modelo e atriz está praticamente na mesma posição. Se não estivesse sorrindo mais na do gordinho, daria até pra suspeitar que um dos dois é montagem.

Veja também:
Premiere, março de 1997


[Ouvindo: Ain't Nobody Straight In L.A. – The Miracles]

Turismo alienígena

Levando em conta o orelhão gigante de Itu, e esta nave interplanetária em Varginha, esperaremos pelo que terá no centro da cidade que fique famosa pelo alto número de casas de tolerância. Varginha ainda tem pontos de ônibus temáticos e o governo local já teria anunciado a construção do memorial do ET.

A foto da “nave” consegui no site do fabricante, parece que é uma caixa d’água. O município mineiro ficou célebre mundialmente em 1996, após o que ficou conhecido como “O incidente em Varginha”.

Amplamente divulgado pela mídia, duas garotas teriam avistado ser assustador, associado depois a alienígena. Mais tarde, com investigações jornalísticas e ufológicas, muitas outras pessoas relataram acontecimentos estranhos no mesmo período.

Com centenas de supostas testemunhas afirmando o contrário, militares negam que tenham capturado duas criaturas. A historia ainda envolve o falecimento de um policial morto por desconhecida doença, cujos familiares lutaram por anos na justiças por maiores esclarecimentos.

O seriado Arquivo X fez referência ao Chupa Cabras em episódio da quarta temporada, o que fez com que a imprensa local achasse um elo entre as duas figuras misteriosas. Naquela época, explorado inclusive pelos famigerados programas dominicais de TV, também houve várias noticias em relação ao latino Chupa Cabras.

Na linha “acredite se quiser, se não quiser dane-se”, quando eu morava na Vila Mariana (SP) por duas vezes vi objetos luminosos “brincando” no céu, depois vi o fenômeno reproduzido exatamente da mesma forma no piloto do programa. Há um post muito bom sobre o ET de Varginha neste blog.

Veja também:
Como surgiu a Loira do Banheiro
A verdadeira Monga A Mulher Gorila
Chupa-cabra - A Verdade está Lá Fora


[Ouvindo: Las Espigadoras (La Rosa Del Azafran) – F.Delta]