segunda-feira, 20 de maio de 2013

As Certinhas do La Dolce

Rita Cadillac
homônima.
Um oferecimento Truus, Bob & Jan too!
[Ouvindo: Walking in Memphis – Cher]

O que Ash tem na cabeça?

Algumas curiosidades sobre filmes são tão pessoais (e tontas) que a gente acha que mais ninguém as tem. Os cabelos gosmentos de Ash na cine série The Evil Dead (1981-1993 de Sam Raimi), por exemplo.

São molhados, mas não fixos como se fosse gel ou brilhantina. No livro Evil Dead – Arquivos Mortos (Editora Dark Side) o próprio ator Bruce Campbell explica, portanto, não deve ser uma dúvida tão íntima minha.

Ele passava glucose de milho! O bom e velho Karo, tradicionalmente utilizado para o sangue fake no cinema.

Eram tantos litros e como precisava estar sujo, antes das roupas besuntava a cabeça. Em algumas sequências parece que só o cabelo mesmo está lustroso (um dos incontáveis erros de continuidade do filme de 81).

Diz que é das a única coisa que fez na vida que lhe trouxe arrependimento. Não entrou (até onde li) em maiores detalhes, embora não devam ser lamurias maiores das de quem usou os já citados gel ou brilhantina por muito tempo.

 Karo não é mel (oh, pungente questão!), mas me fez lembrar da Cathy Moriarty em Touro Indomável (Raging Bull, 1980 de Martin Scorsese). A atriz contou com a cabeleireira Jean Burt Reilly, habitual dos filmes clássicos.

Assim, Moriarty recebeu o mesmo tratamento nos cachos louros que Marilyn Monroe: MEL! O que lhe fez durante as filmagens ser alvo óbvio de abelhas.

Veja também:
Segredos platinados


[Ouvindo: Eu Não Sabia que Você Existia – Elza Maria]

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Universo paralelo de maiô

Pouca coisas imagináveis vendo esta capa além do arquétipo bíblico empregado ao espaço sideral. Quem não tiver pecados que atire a primeira pedra venusiana!

Entre as construções ao longe tem uma com algo que parece uma cruz. Ei, se uma boazuda em trajes sumários chegou até aquele planeta, por que não algum missionário cristão?

A revista Super Science Fiction existiu entre 1955 e 1959. Auge da literatura pulp policial e de ficção científica, indo esta última de encontro ao cinema fantástico do período.

 Esta arte (de 1957) foi republicada em 2012, numa coletânea dos contos da revista. Entre seus autores estavam nomes pertencentes à fina flor como Isaac Asimov e Robert Bloch .

[Ouvindo: Night And Day – Ella Fitzgerald]

4 vezes jaquetas cinematográficas

Lucifer Rising (1973 de Kenneth Anger)
Procura-se Susan Desesperadamente (Desperately Seeking Susan, 1985 de Susan Seidelman)
Akira (1988 de Katsuhiro Ôtomo)
Drive (2011 de Nicolas Winding Refn)

 Rebeldes de todas as praças não podem ficar sem a sua jaqueta. Pelo menos na cabeça dos figurinistas desde, talvez, Juventude Transviada (Rebel Without a Cause, 1955 de Nicholas Ray).

Algumas destas peças, como os quatros exemplos acima, marcam a conduta dos personagens de forma óbvia. Tornam-se também fetiches para fãs mais consumistas.

 Para quem não tem medo de parecer um cosplay, a Bandai lançou a jaqueta do Kaneda junto a alguns outros produtos. Se o casaco custa 69,800 ienes (900 dólares!), inimaginável o valor de algum protótipo da motoca.

A do recente Driver, com o escorpião, (também oficial), sai por US$ 160. A loja virtual a comercializa como fantasia para o Halloween, o que parece ser bastante dispendioso para tanto.

 Absurdamente Cult, a marcante vestimenta (maioria dos atores aparecem pelados) do curta Lucifer Rising custa 165 Libras (ou cerca de 251 dólares). Periga hoje em dia a gente ser espancado na rua por algum religioso mais fervoroso que desconheça a obra de Kenneth Anger...

Estranho que logo a utilizada por Madonna (que faz a história girar ao ser comprada por Rosanna Arquette) não exista à venda. Encontrei poucos sites com similares quase cômicas, mas esgotada em todas.

Post inspirado em A brief visual chronology of awesome cinematic jackets
Veja também:
4 vezes Chico
4 vezes Lee
[Ouvindo: Cacumbu – Sérgio Ricardo]

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Gênio diabólico de forno e fogão

Não é chique pra chuchu? Uma notinha para Vincent Price na tradicional coluna Gente da revista Veja (Edição de 13 de junho de 1973)?

Exatos 40 anos atrás! Price, pelo que se entende com a existência do texto, era um reconhecido ator não apenas por grupo de admiradores de certo gênero de filme.

“A Vingança do Dr. Morte”, seu 103º trabalho (!!!), é intitulado em português no IMDB como A Casa do Terror (Madhouse, 1974 de Jim Clark). Em DVD foi distribuído pela Magnus Opus como Dr. Morte.

Agora, encafifado mesmo eu fiquei com a referência a seu livro de culinária Tesouro das Grandes Receitas (A Treasury of Great Recipes). Toda uma vida peregrinando por sebos e jamais o vi.

Confesso que nunca me ative à parte da culinária, mas mesmo assim é estranho sua ausência até em buscas pelo Google. E a revista até dá seu valor 105 Cruzeiros, o que quase nos dá a certeza de que foi realmente editado aqui.

Autor de alguns livros sobre gastronomia e arte, a nota da Veja é a primeira citação que encontrei a algum deles em português do Brasil. Ficarei alerta.

Só não espero encontrar algum dia uma edição caprichada como esta da foto ao lado. Capa digna de um livro de receitas escrito por algum de seus personagens diabólicos.

[Ouvindo: High Society Calypso – Louis Armstrong]

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Maravilhas de beira de estrada

Não há viagem de ônibus mais infernal que não compense esperar pela parada no meio do caminho. Já disse aqui antes o quanto amo estes templos do gosto duvidoso.

No trajeto até o sul do Estado de São Paulo há um clássico que tinha o estranho nome Borsatto. Por muito tempo eu achei que devia ser “BoLsatto” e o povo é que pronunciava errado.

Agora trocou pra outro mais esquisito ainda que não me ative a decorar. Continuarei de qualquer maneira o chamando de Borsatto, aliás, ~Bolsatto~!

Na verdade são dois. cada um de um lado da rodovia (Raposo Tavares?), com conteúdo distinto, embora, encontramos coisas pitorescas em ambos.

O banheiro do da esquerda (para quem está vindo, sentido capital) foi reformado. Incluíram repositórios de sabonete líquido, substituindo os antigos tubos de detergente Ypê. Veja só!

Em compensação, é no caminho dos WC do da direita que existe uma imagem de Nossa Senhora Aparecida em tamanho quase natural dando as boas vindas! Logo ao lado, gigantescos pôsteres de Jesus Cristo estão à venda.

Para cinéfilos não cristãos há o interesse de que um deles trata-se do ator Robert Powell na minissérie Jesus de Nazaré, dirigida por Franco Zeffirelli em 1977. Não é a primeira vez que encontro o rosto do ator inglês sendo usado como uma pintura renascentista.

De certa maneira, esse sub aproveitamento pop lembra muito aquela cena da igreja no musical Tommy (1975 de Ken Russell) que ele também trabalhou. E falando em Tommy e divindades, a coisa mais joia que eu vi neste dia (no do lado de lá) foi um pôster 3D da Marilyn Monroe.


 Tridimensional naquele estilo kitsch que víamos em cartões postais antigamente. Conforme mexemos a cabeça a imagem muda!

Não me aguentei e fiz um videozinho demonstrando o efeito que você vê no player acima ou clicando aqui.

Sabendo agora que o nome disso é Impressão Lenticular (se não me engano, tenho copão do Batman assim, brinde de fast food) . Fiquei tão empolgado que gravei o vídeo com o celular e nem olhei preço nem nada.

Não só empolgado, mas confuso. Tentando imaginar o tipo de decoração fantástica que este poster combinaria (numa parede ao lado de um daqueles com o Chaplin e seu pensamento humanitário?) .

 E creio que seria muita ironia se a foto fosse referente a Bus Stop (Nunca Fui Santa). Marilyn com o vestido esvoaçante em O Pecado Mora Ao Lado (The Seven Year Itch, 1955 de Billy Wilder) rivaliza bem com Robert Powell em Jesus de Nazaré.

Ainda havia uns DVDs com bang-bangs, kung-fu entre outros filmes B obscuros à disposição. Pena que a viagem era tão longa que vi tudo correndo pra dar tempo de fumar de novo antes de voltar ao ônibus.

Veja também:
Da série “coisas que amo”
No banheiro da estrada

[Ouvindo: The Game of Love – Daft Punk]

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Bette Davis versus Vanish Poder O2

Para quem se pergunta que fim levou esta ou aquela peça cenográfica ou de figurino de filme clássico, pode ser que esteja num museu! O vestido ensanguentado de Bette Davis em Com a Maldade Na Alma (Hush...Hush, Sweet Charlotte, 1964 de Robert Aldrich), por exemplo, pertence ao acervo do Hollywood Motion Picture Museum.

De Bette Davis em termos. Ele aparece sujo de sangue no flashback da personagem Charlotte adolescente, sempre com uma sombra no rosto, apenas com a voz da atriz.

Mais tarde, num devaneio, Bette Davis mesmo aparece com um parecido, mas sem a mancha. Chega a atirar no noivo sem cabeça, mas não parece que respinga nada.

Hollywood Motion Picture Museum tem a peculiaridade de ter sido criado por ninguém menos do que Debbie Reynolds, que por si só, é uma peça viva da memória do cinema norte americano. Ela o criou em 1972, recolhendo peças dos grandes estúdios que na época se dissolviam ou mudavam de rumos.

 Hoje Reynolds é considerada uma das maiores colecionadoras do mundo, preservando artigos como um dos célebres vestidos que Marilyn Monroe usou em O Pecado Mora ao Lado (The Seven Year Itch, 1954 de Billy Wilder) conforme você vê na foto ao lado. Também promove leilões, embora seja uma organização sem fins lucrativos.

Veja também:
Por onde anda a Senhora Bates?

[Ouvindo: Rock A While – Larry Dale]

terça-feira, 7 de maio de 2013

R.I.P. Ray Harryhausen

Faleceu aos 92 anos, o mestre dos efeitos visuais Ray Harryhausen. Ele vivia atualmente em Londres, na Inglaterra.

Fã assustado de King Kong (1933) resolveu tentar ele mesmo a técnica num período em que o cinema engatinhava na área. Curiosamente, os filmes em que trabalhou davam o mesmo gostinho a quem os assistisse.

Os primeiros passos foram ao lado de George Pal, precursor da animação frame a frame, mas logo foi abraçado por Hollywood. Pelo custo e tempo disposto para o stop-motion, tornou-se também produtor.

Harryhausen virou referência em histórias fantásticas para gerações de espectadores, conquistando seu nome em destaque no material promocional e a técnica (rebatizada por de Dynamation) nos pôsteres. Façanha homérica no cinema norte-americano até para diretores.

Assumiu para a Columbia três filmes históricos para o desenvolvimento dos efeitos especiais: O Monstro do Mar (The Beast from 20,000 Fathoms, 1953 de Eugène Lourié), O Monstro Do Mar Revolto

(It Came from Beneath the Sea, 1955 de Robert Gordon) e A Invasão dos Discos Voadores (Earth vs. the Flying Saucers, 1956 de Fred F. Sears). Todos distribuídos em DVD no Brasil pela Sony em edições luxuosas embora com tiragens diminutas.

Muito lembrado pela precisão conquistada na luta entre o herói e um exército de esqueletos em Jasão E O Velo de Ouro (Jason and the Argonauts, 1963 de Don Chaffey), tem a sequência copiada e reverenciada por décadas. Veja alguns exemplos clicando aqui.

Na década de 80, com a computação gráfica já se anunciando de forma tímida, mostrou do que ainda era capaz em Fúria de Titãs (Clash of the Titans, 1981 de Desmond Davis). Ele vinha de uma série de filmes do Simbad ou que exploravam a mitologia oriental.

Não raro, seus monstros animados valiam mais do que o roteiro. Conseguimos nos lembrar de alguns sem identificar em qual filme apareceram.

Veja também:
Imortal exército de esqueletos
Ray Harryhausen - Gênio trabalhando
Remakes servem pra isso



[Ouvindo: This Is My Life – Eartha Kitt]

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Quando Chihiro encontrou Emmanuelle

Que picardia!!!! Hayao Miyazaki já homenageou Sylvia Kristel, a Emmanuelle, em um anime!

A imagem pertence ao episódio 43 da quarta temporada de Lupin II. Exibido em 1980, foi escrito e dirigido sob o pseudônimo Tsutomu Teruki pelo diretor de A Viagem de Chihiro (Sen to Chihiro no kamikakushi, 2001) e da obra máxima Princesa Mononoke (Mononoke-hime, 1997).

Quem assistiu a série inteira considera o capítulo "Wings of Death: Albatross" o mais picante de todos. Vendo assim por cima, nota-se, além da referência clara ao ícone do erotismo, o uso de alguns fetiches, mas não é nada hentai.

O personagem Lupin II é um anti-herói voltado para um público não infantil. Foi bastante popular durante os anos 70, coincidindo com a explosão internacional da Sylvia Kristel e sua inseparável cadeira de vime.

Envolvido no projeto do anime, Miyazaki estreou na direção de longas adaptando o personagem para os cinemas. O Castelo de Cagliostro (Rupan sansei: Kariosutoro no shiro, 1979) é o único produto de Lupin disponibilizado em DVD no Brasil.

Assim como rolou em quase todas as partes do planeta, Emmanuelle (1974 de Just Jaeckin) conquistou tremendo sucesso no Japão. Gerou inclusive uma versão local, Tokyo Emmanuelle, em 1976, conforme você lê clicando aqui.

Veja também:
De carne e osso para desenho
Sempre Emmanuelle

[Ouvindo: The Myth – Giorgio Moroder]

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Pouca roupa, porém alfabetizados

Herança radiofônica ou memória afetiva de quando liam em voz alta pra gente os contos da Mamãe Gansa. A loirinha Yvette Mimieux fez muitos viajarem em LP e cassete em 1968.

Acompanhada de cítara registrou trechos de As Flores do Mal de Baudelaire em vinil. No player abaixo, ou clicando aqui, você ouve uma das faixas.

Sua voz só começa após 3’48’’: “Venha para meus braços!”. E a gente só falta sentir o cheirinho de incenso no ar de tanto hipismo.

Há a opção para quem espera menos da vida. No You Tube, mocinhas trajando não mais do que biquíni leem trechos do roteiro de Star Wars.

Já se tornou um clássico! Devido ao sucesso, agora elas já praticam a leitura com os textos de Grande Lebowski e Pulp Fiction, sem esconder uma certa barriguinha saliente (mas quem repara nisso?).

Na mesma linha, mas mais empenhado, o astro pornô Colbin Keller tem gravado e subido vídeos em que lê “Eight Days a Week”, livro erótico de bolso da era pré-AIDS. Capítulo por capítulo, com cerca de seis minutos cada, que devem ir ao ar semanalmente.

Keller conseguiu a publicação numa espécie de sebo de sua cidade natal Baltimore. Como estava na seção de coisas grátis (o que  necessariamente não significa que seja ruim), resolveu assim disponibilizar o conteúdo de forma graciosa também.

Já está no capítulo 53 (ao todo são 64) com média de 500 views (ouvintes?). Óbvio que qualquer vídeo com o mesmo rapaz na função que o tornou mundialmente famoso deve ter esta quantidade de views vezes 100, mas não deixa de ser um bom número.

A primeira imagem é um oferecimento Cool Covers.


[Ouvindo: It Do Me So Good – Ann Margret]

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O anônimo por traz de Jack Nicholson

Uma curiosidade cinematográficas das mais ordinárias foi revelada. Quem afinal estava no lugar de Jack Nicholson na foto do réveillon de 1921 em O Iluminado (The Shining, 1980 de Stanley Kubrick)? A imagem é um dos mistérios que pairam em nossa cabeça toda vez que vemos o filme.

Além de qualquer mistério sobrenatural da trama, curiosidade técnica mesmo. Quem afinal estava ali?

Temos que ficar satisfeitos em conhecer finalmente o rosto que foi trocado, já que o nome da pessoa continua sendo uma incógnita. Aliás, a revelação da foto original não saiu dos arquivos da Warner.

A imagem, compartilhada pelo site Overloock Hotel, foi encontrada num livro que ensina a retocar fotografias em 1985. É utilizada como exemplo famoso, numa época bem anterior ao Photoshop.


E graças à invenção do scaner e da Internet! Essa maravilha que (na maioria das vezes) só nos alegra, muitas vezes como refresco mental enquanto trabalhamos.

Pena que em 1980 ela ainda não existia. Jack Torrance mudaria seus conceitos sobre “muito trabalho e pouca diversão faz de Jack um bobão” e muuuuuuitos problemas teriam sido evitados...

Veja também:
Experimentos reais de exposição á violência


[Ouvindo: Roll Along Prairie Moon – Al Bowlly]

terça-feira, 23 de abril de 2013

Estive no Sho-Bar e me lembrei de você

Fabulosos cartões postais, para quem vai ao Sho-Bar e quer uma lembrancinha do show Ricki Covette. Um dos lugares mais tradicionais de Nova Orleans.

Tradicional com “T” maiúsculo, remetendo quase aos tempos do ragtime. Ele ainda existe, com uma plaquinha de neon na frente, segundo me contou o Google StreetView (228 Bourbon St New Orleans, LA 70130).

O segundo cartão supostamente é de 1972 e a moça ali seria Brigette Boudreaux. É possível que toda a colonização francesa da região se estendeu a nomear as strippers locais (finjamos que não soa como Brigitte Bardot. rs)...

E algumas coisas nos fazem crer que o ambiente não era bem este aí das fotos. Compreensível as senhorinhas ali ao fundo, afinal, podia ser um ambiente familiar em que se repeita a arte do burlesco, né?

Mas cadê o cigarro? E porque todos, absolutamente TODOS, os cavalheiros da primeira fila estão observando o rosto das estrelas ao invés dos exorbitantes corpanzis de fora?

A primeira imagem é um oferecimento it's better than bad, a segunda imperturbe e a terceira Santa Claws.

Veja também:
Um piano, um teto, um cadáver e a striper muito bêbada para se lembrar

[Ouvindo: Hatchet Twist – Sante Maria Romitelli]

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Maravilhoso mundo feminino na TV

De torta Marta Rocha a dramas envolvendo filias inexplicáveis (comer pó vim, por exemplo), sabe-se de tudo nos canais femininos. Home & Health, do grupo Discovery, ocupa até seus intervalos com dicas imperdíveis!

Ensinam exercícios pra dor de cabeça, má digestão e até melhor o humor! Aliás, o de melhorar o humor é o melhor de todos, porque culmina com a expressão da imagem acima.

Tem um vídeo no You Tube narrado em espanhol, clique aqui para assistir e boa sorte! Não sei se realmente funciona.

Geralmente quando a gente está de mau humor só percebe quando é tarde. Após esporrar uma pobre criatura que só pediu um copo d’água.

E ontem encontrei o Peter Sellers fazendo a mesma expressão no trailer de Um Convidado Bem Trapalhão (The Party, 1968 de Blake Edwards). Sequência não incluída no filme.


Se um personagem do Peter Sellers aparece praticando há boas chances de ser funcional. Com certeza dá certo, né?

Desculpa aí você que assina TV pra ver jogos de futebol...

[Ouvindo: Choros nº 1 – Sergio Assad]

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Tarantino em sete versões pornográficas!

Reservoir Dicks (2012)
Pulp Friction (2007)
Inglorious Bitches (2011)
Kill Jill  Volume 2 (2008)
Tarantino XXX (2013)
Rezervoir Doggs (2011)
Drill Bill Volume 1 (2004)

É meio óbvio que existam tantas versões X-Rated de Quetin Tarantino. Paródias são de longe o subgênero pornô que mais agradam nerds, público costumas do diretor.

Curioso que até filmes antigos como Cães de Aluguel (Reservoir Dogs, 1992) ainda geram versões para adultos. Reservoir Dicks foi produzido exatamente após 20 anos!

Há a promessa para este verão de um Django Livre (Django Unchained, 2012) no estilo (Django Unzipped?). Mas eles não necessitam estar na crista da onda pra serem feitos, como em tantos outros casos.

Veja também:
As várias versões X-Rated de Tim Burton

[Ouvindo: Letter To Heaven – Dolly Parton]
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