terça-feira, 28 de junho de 2016

James Dean na mansão de Norma Desmond

 A mansão de Norma Desmond (Gloria Swanson) é tão importante à história de Crepúsculo dos Deuses (Sunset Boulevard, 1950 de Billy Wilder) que se torna o quinto personagem principal. É uma das mais famosas locações de Hollywood.

Segundo Borislav Stanic, historiador de Los Angeles, o imóvel foi construído em 1924 em estilo renascentista italiano pelo cônsul dos EUA no México.  Seu endereço não ficava na Sunset Boulevard, endereço que dá título ao filme.

Quando a Paramount escolheu a locação ela já pertencia ao barão do petróleo Jean Paul Getty. Ele deixava o endereço aos cuidados de sua ex- esposa, que usava o local para dar aulas de interpretação.

Tinha nada menos do que 25 quartos. A produção pode usar apenas a parte externa, os suntuosos interiores que vemos no filme foram filmados em estúdio.

Cinco anos depois a mesma mansão participaria de mais um clássico: Juventude Transviada (Rebel Without a Cause, 1955 de Nicholas Ray). O filme protagonizado por James Dean é a chance de conhecer a morada de Norma Desmond em cores!
Dá pra ver até a janelinha ali, onde Desmond confunde Joe Gillis com o cara do velório do chipanzé. O observatório Griffith (iluminado, no alto à direita) foi acrescentado por efeito óptico.
A mansão de Norma Desmond aparece nos momentos finais de Juventude Transviada e é facilmente reconhecível, embora existam algumas poucas alterações. Ela é cenário para o grande desfecho da trama, com a gangue juvenil invadindo o local "abandonado".
Originalmente não havia piscina no local, então, foi construída uma para a obra de Billy Wilder. Na verdade ela era tipo um tanque, sem qualquer mecanismo para a água circular, ainda assim, ela foi mantida pelos proprietários.
Na produção de 1955 a piscina também tem importância narrativa e dá pra perceber que foi acrescentada uma escada de cimento, provavelmente pela Warner. Onde há o chafariz à esquerda incluíram uma espécie de telhado para plantas, além de um gazebo, onde os adolescentes chegam a descansar.
Coincidentemente, tanto Gloria Swanson em 1950 quanto Sal Mineo  em 1955 saem armados pela porta lateral que dá acesso à piscina. As sequencias pertencem ao ápice das duas histórias.
 A casa foi demolida logo depois, em 1957. Em seu lugar construíram um prédio de escritórios para a companhia de petróleo.



sexta-feira, 24 de junho de 2016

Amante de Bruce Lee foi revelada da pior maneira possível

Bruce Lee in Focus
Como é de se imaginar, a morte de Bruce Lee em 1973 foi um escândalo! O primeiro grande astro “asiático” no auge da fama, aos 32 anos de idade, casado e pai de dois filhos já era motivo suficiente para flamejar a imprensa, mas seu corpo ainda foi encontrado na cama da atriz Betty Ting Pei em Hong Kong.

Bruce Lee e família
Aos 26 anos a taiwanesa era uma estrela em ascensão em filmes de kung fu (como os da Shaw Brothers) e nunca mais se reergueria profissionalmente, embora tenha trabalhado até 1985. Para sempre associada à morte do astro, manteve-se afastada o quanto pode de qualquer entrevista gerando especulações de que havia se tornado uma monja budista.

Em 2014, exatos 41 anos após a fatídica noite, Betty Ting Pei ressurgiu num talk show chinês disposta a finalmente a contar sua versão. O produtor Raymond Chow pediu-lhe na época que fizesse a vontade da esposa (Linda Lee Cadwell) em não revelar que seu marido havia morrido no apartamento da atriz e assim o fez.

Então Chow anunciou oficialmente que a morte havia ocorrido na própria casa do ator ao lado da mulher e filhos. Assim a garota ficou no meio do furacão com a história mal contada por décadas, sendo acusada entre outras coisas de mentirosa e assassina.

Naquele dia Bruce Lee tinha tido uma reunião com Raymond Chow sobre a finalização de O Jogo da Morte (Game of Death, que só seria lançado em 1978 com o uso de um doble body) e teriam outro encontro num hotel para discutirem sobre um novo filme. Como não apareceu Chow telefonou ao apartamento de Betty Ting Pei e a ouviu aflita.

Com o produtor Raymond Chow
A moça disse que Lee havia se queixado de dores de cabeça e ela deu-lhe um analgésico. Logo depois ele foi se deitar no quarto para tirar um cochilo, mas agora não conseguia mais acordá-lo.

O produtor foi ao apartamento e imediatamente chamaram um médico ao local que tentou ressuscitá-lo, sem sucesso o enviou ao hospital onde foi declarado morto. A autópsia revelou que o Grande Dragão teve "morte por desventura", causada por um edema cerebral aguda devido a uma reação alérgica ao analgésico.

Um dos médicos afirmou que a autópsia indicou uma grande quantidade de haxixe no estômago de Lee. O ator também sofria de convulsões, uma indicação forte para a presença de toxinas ou outros agentes no sangue.

A declaração do médico levou a algumas especulações controversas e furiosas. Não demorou muito e jornais começaram a dizer que Bruce Lee e Betty Ting Pei eram amantes, sendo a morte causada por muito sexo selvagem regado a drogas.

Ainda começaram a especular que ela (que teria envolvimento com a máfia) havia envenenado o amante por não suportar a dor ao ser rejeitada por ele. Betty negava qualquer envolvimento amoroso, se dizendo apenas colega e amiga de Lee, coisa que não sustenta mais. 

A história deverá ser contada no cinema pelo ponto de vista feminino de Betty Ting Pei. O projeto está a cargo do lutador de artes marciais, ator e diretor Michael Nevermind que se sentiu atraído em desvendar o que esta mulher injustiçada viveu durante e principalmente depois de julho de 1973, “ela é um tesouro”.
Betty Ting Pei e Michael Nevermind 
 Só por curiosidade, Michael Nevermind era conhecido como Michael Gregory Gong e trabalhou na década de 90 como bailarino de muitas celebridades. É facilmente lembrado pela turnê de The Girlie Show da Madonna em 1993.

Antes de se aventurar como diretor, com visual que lembra bastante o de Bruce Lee, Michael Nevermind produziu e estrelou um vídeo que mistura workout com artes marciais alguns anos atrás. Para quem gosta de perguntar "por onde anda?".

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Imprima e recorte: Máscara de Joan Crawford!

Esta máscara da Joan Crawford (fabricada em 1933) apareceu no Ebay. Em bom estado, com marca de batom no verso, é, portanto, usada e foi arrematada por US $78.00, algo em torno de 263 Golpinhos e uns quebrados na nossa moeda atual.

Detalhe do verso da máscara original
Ela foi produzida pela empresa Einson-Freeman que em plena Grande Depressão ganhou muito dinheiro vendendo folhas de papelão como esta. Geralmente com personagens da Disney, voltadas ao público infantil, nos primeiros passos do sistema de licenciamento.

Isso torna a existência de uma máscara de Joan Crawford mais legal e rara, não? Na parte detrás vinha a marca, patente e o nome da estrela seguido pelo estúdio Metro-Goldwyn-Mayer (MGM).

Atores, principalmente os da MGM, eram personagens vendidos como tal pela máquina de marketing dos estúdios. Além do que interpretavam nos filmes, claro.

Opa! Caso você tenha aí sobrando tinta de impressora e sulfite, pode clicar na primeira imagem (ou aqui), salvar em tamanho maior e imprimir. Depois é só sair por aí reprimindo cabides de arame.

Lógico que o ideal mesmo era reunir uma patota. Pensou isso numa manifestação?
Não tem Guy Fawkes, mas tem Joan Crawfords! Uma multidão de Joan Crawford seria temível a qualquer governo.

Veja também:
Máscara Vincent Price pra imprimir e recortar!
Máscara de Ron Jeremy

A inigualável caneca Joan Crawford!

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Lenda do jazz que embalou Betty Boop

O desenho Branca de Neve de 1933 considerado um dos 50 melhores desenhos de todos os tempos é um primor em animação (executada apenas por um homem) e musical. Registra Cab Calloway em uma das melhores interpretações de "St. James Infirmary Blues".

Assista e ouça ao número no player abaixo ou clicando aqui. Para assistir a Branca de Neve na íntegra, clique aqui.

Calloway nasceu em 1907 num lar classe média e desde pequeno demonstrava aptidões artísticas. Esse filho de pais amorosos começou a estudar canto ainda criança, mas contra vontade deles, na adolescência se envolveu com a turma do jazz.

Não teve jeito. Consagrou-se com sua banda, uma das mais celebradas na primeira metade do século XX, na iconográfica casa noturna Cotton Club. Tarefa árdua já que a princípio foram contratados para substituir a Duke Ellington Orchestra quando estava em turnê.

Logo “Cab Calloway e Orquestra” se tornou tão famosa que ficou fixa, revezando com Duke Ellington. Além de viagens pelo país, apresentações em programas de rádio de muita audiência, o cantor teve a oportunidade de cantar no desenho Minnie the Moocher (Minnie A Morsa), produção de 1932 dos Estúdios Fleischer, com Betty Boop.

A empreitada foi tão bem sucedida que novamente o trabalho se repetiria em 1933 em Branca de Neve (Snow White) e The Old Man of the Mountain (O Velho da Montanha). Apenas em Branca de Neve ele não aparece no começo em “carne e osso”.

Ainda assim, o palhaço Koko dançava conforme os passos de Cab Calloway, através da rotoscópia. A técnica consiste em animar o desenho sobrepondo o traço (frame a frame) aos movimentos de um ator previamente filmado.


O resultado da naturalidade dos movimentos é quase sempre muito bom.  Leia mais sobre rotoscópia aplicada a outros filmes clicando aqui.

A presença cênica de Cab Calloway era bem marcante, em passos de dança que só se tornariam populares no mundo todo a partir dos anos 70 e 80 com o advento do break. Calloway é um dos pais do "moonwalk", popularizado por Michael Jackson.

É possível baixar legalmente 180 arquivos de MP3 de Cab Calloway no Internet Archive. Na coletânea da Era de Ouro do Jazz há a versão de "St. James Infirmary Blues" para o desenho da Betty Boop.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Blade Runner antes de todas as versões existirem

Não deve haver filme com mais versões comercialmente disponíveis do que Blade Runner , O Caçador de Androides (1982 de Ridley Scott).  Até aqui são cinco edições em DVD e Blu-Ray, embora existam sete.

Mas o que os críticos falavam dele quando só existia um corte, aquele exibido nos cinemas no começo da década de 80? Veja o que dizia o Guia Set Especial 1000 Vídeos publicado em 1991:

“(...) O único senão do maior cult movie dos anos 80 é a cena final que quebra a tensão do duelo final de Ford e Hauer de um modo sentimental.”

Logo em 1992 lançariam a Director’s Cut após certo alarde (um estudante de cinema a teria descoberto, conforme foi dito na época) . E o final passou a ser justamente mais sombrio e nada sentimental.

Ridley Scott foi a público refutar o que o mundo já havia visto. “Um dos meus elementos favoritos ausentes da versão final era o fato do personagem de Harrison Ford ser conduzido, no filme, por sua própria culpa, sua própria paranoia. Ele se perguntava se não era um replicante."  Explicou o diretor.

O primeiro corte imposto pela distribuidora Warner (que além dos cinemas foi exibido pela TV) tinha a narração em off de Harrison Ford.  No documentário Dias Perigosos - Realizando Blade Runner  (Dangerous Days: Making Blade Runner , 2007 de Charles de Lauzirika) o ator conta que em seu primeiro contato com o script não gosto da quantidade de texto em off e junto com o diretor alterou para ele fazer o que antes narrava.

Ou seja, em certo ponto, a primeira versão dos cinemas tem alguma fidelidade com o que havia no começo do projeto.  Em tempo: na época do lançamento do Final Cut (em 2007), Ridley Scott elogiando a mais recente versão, revelou que aquela de 1992 não tinha nada demais.

terça-feira, 14 de junho de 2016

10 melhores trilhas sonoras de todos os tempos segundo John Carpenter

The National

John Carpenter é dos mais consagrados diretores vivos, responsável por filmes que, sobretudo, oxigenaram velhos gêneros como Halloween (1978) e Fuga de Nova York (Escape from New York , 1981). Ainda assina muitas de suas trilhas sonoras num estilo minimalista que inspira gerações.

A revista Dummy perguntou a Carpenter quais as trilhas sonoras que igualmente lhe inspiram, quais suas favoritas. Abaixo você vê a lista acompanhada de exemplos e pequenos comentários de Carpenter.

1 - Bernard Herrmann – Um corpo que Cai (Vertigo, 1958 de Alfred Hitchcock)
John Carpenter: “Uma pontuação sombria, fantasmagórica. Música para uma história de amor concebida em um pesadelo.”

02 - Bernard Herrmann – Intriga Internacional (North By Northwest, 1959 de Alfred Hitchcock)
John Carpenter: “Engraçada e misteriosa. Um dos melhores trabalhos de Hermann.”

03 - Dimitri Tiomkin - Onde Começa o Inferno (Rio Bravo, 1959 de Howard Hawks)
John Carpenter: “Dimitri Tiomkin em seu melhor. Os temas de tensão são gigantes”.

04 - James Bernard – Terror Que Mata (The Quatermass Xperiment, 1955 de Val Guest)
John Carpenter: “ James Bernard , assustador, rasto, o melhor arrepio na espinha.”

05 - Louis & Bebe Barron - Planeta Proibido (Forbidden Planet , 1956 de Fred M. Wilcox)
John Carpenter: "A primeira pontuação eletrônica para um filme. Estranho e assustadora."

06 - Tangerine Dream – O Comboio do Medo (Sorcerer, 1977 de William Friedkin)
John Carpenter: “Tangerine Dream marca literalmente o coração nas trevas.”

07 - Jerry Fielding – Sob O Domínio do Medo (Straw Dogs, 1971 de Sam Peckinpah)
John Carpenter: “A música expressa o tumulto e conflitos dos personagens.”

08 - Bernard Herrmann – Viagem Ao centro da Terra (Journey To The Center Of The Earth, 1959 de Henry Levin)
John Carpenter: “Tema de abertura de Hermann vai tão baixo e tão escuro quanto possível."

09 – James Bernard – O Vampiro da Noite (Horror of Dracula, 1958 de Terence Fisher)
John Carpenter: “James Bernard costumava cantar o título do filme que ele estava compondo. Na versão britânica, foi Drac - u - la ..."

10 - Elmer Bernstein - Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven , 1960 de John Sturges)
John Carpenter: “Isto se tornou um padrão para marcar westerns. A música canalizada de Aaron Copland."

Veja também:
O que há na música favorita de Norman Bates?
Todos querem Morricone. Menos Almodóvar
Marcha para zumbis de Fabio Frizzi
Lado sombrio de John Williams

Aquele episódio em que Mulder aparece de Speedo vermelha


Duane Barry, episódio cinco da segunda temporada de Arquivo X, é lembrado como aquele em que os produtores criaram um arco para justificar a ausência de Gillian Anderson. Também é conhecido por Fox Mulder saiu da água de sunga vermelha com um volume a mais.
Não dá pra dizer que a internet foi abaixo porque em 1994 a internet era muito diferente do que a conhecemos hoje, mas por anos e anos rolaram prints da ceninha nas mais variadas resoluções. Até boa parte do começo do novo milênio ainda tropeçávamos no Mulder semi nu pelo cyber space.

Quem sabe esse não foi o primeiro grande memê? Quando Scully e Mulder apareceram em Os Simpsons, décimo episódio da oitava temporada (de 1998!), lá estava uma referência aquele episódio.
E claro, a internet jamais perdoaria isso também!

Num tempo em que nerds não eram considerados sexys Fox Mulder reinou absoluto. O beefcake que era fã de Ed Wood e mascava semente de girassol.


sexta-feira, 10 de junho de 2016

O avesso da cena: Dirigindo Rosemary

 Mia Farrow no clímax de O Bebê de Rosemary (Rosemary’s Baby, 1968 de Roman Polanski)

Polanski dirigindo Mia Farrow no limax de O Bebê de Rosemary

Ao contrário de muitos diretores, Roman Polanski é extremamente minucioso com seus filmes, delegando pouquíssimas funções. Inclusive no comando do elenco, sem pouco espaço para improvisação.

Cuidou de cada detalhe por menor que fosse em O Bebê de Rosemary, sua estreia nos EUA. Abaixo um exemplo dos bastidores de sequencia não aproveitada no filme.
Todo esse apuro ainda faz de O Bebê um dos filmes mais fieis a seu livro de origem, no caso de autoria de Ira Levin. Além do texto, eles chegam a reproduzir inclusive as cores de alguns figurinos conforme descritos na novela.

 Preservando a pesquisa do autor, a datas estão alinhadas com o nascimento do bebê em 6 de junho de 1966. Como quando Rosemary encontra na recepção do médico a revista Time com a capa contendo “Is God Dead?“ (Deus está morto?).

A polêmica edição foi publicada na realidade em oito deabril de 1966. Portanto, como geralmente esses lugares possuem revistas com um certo tempo, Andrew estava para nascer.

Veja também:
Veja o que aconteceu ao Bebê de Rosemary...

quinta-feira, 9 de junho de 2016

O dia em que centenas de fãs puderam conhecer Bette Davis

 Raramente volto logo a seguir ao mesmo tema de um post, mas me sinto na obrigação de incluir este agora, complementar ao “Bette Davis cantando em LP!”.  A calorosa recepção dos fãs ao disco dela!

O disco originalmente foi lançado em 1976 pela EMI da Inglaterra, apenas em 1981 saiu nos EUA. O vídeo que você tem que assistir abaixo (ou clicando aqui) é de uma tarde de autógrafos numa loja de Los Angeles.

Filas quilométricas!!! Conforme o repórter diz, todos não estavam ali pelo disco, mas pela pessoa que o gravou, um mito do cinema a poucos metros, de carne e osso.
Os fãs chegaram de várias partes dos EUA e alguns tiveram que se planejar com semanas de antecedência. Alguns idosos, mas a maioria jovens que conheciam o trabalho de Bette Davis  pelas reprises na TV.

Tal qual uma estrela do rock, pôsteres foram erguidos. Pastas com fotos e recortes exibidas.

Esse aqui, mais radical, ainda levou um vinil de trilha sonora de Uma Velha Amizade (Old Acquaintance, 1943 de Vincent Sherman) para também ser autografado. Declarou que Bette Davis e Barbara Stanwyk são suas atrizes favoritas, mas que Davis era sua vida.
“Bette Davis is my Life! My Life!”

Fui espírito de porco o suficiente para procurar esses vinis autografados à venda hoje na internet. Não são comuns, e o mais caro, dedicado a um tal “Steve” (mesmo nome do repórter do vídeo. rs), custa $275.00, ou quase mil Golpinhos na nossa moeda atual.
Bette Davis se referiu a este dia em sua autobiografia "This 'n That". Para quem dedicou sua vida a dar o melhor de si a seu trabalho esse dia deve ter sido no mínimo emocionante encontrar com tantos fãs entusiasmados.
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