terça-feira, 2 de setembro de 2014

Elas querem poder

 Sandra Brea e Édson França na capa da revista Sétimo Céu de julho de 1973

Márcia Gonçalves e Navarro Puppin na capa da revista Ele Ela de dezembro de 1973

Tava super na moda em 1973 a derrocada do macho. Pelo menos nas bancas, sendo que normalmente leva um tempinho para o que está nas revistas ganharem as ruas.

E mais tempo ainda pra chegar até a TV. O seriado Malu Mulher, notório por mostrar a Regina Duarte prafrentex, sem precisar de marido pra viver, estrearia apenas em 1979.

Regina Duarte em Malu Mulher, 1979
Um ano antes a novela Dancin’ Days já discutiu o papel da mulher numa relação, mas sem ser o foco central. Embora a mocinha Julia passe pelo dilema de arranjar um marido rico para dar um jeito na sua vida...

Lá fora, sutiãs haviam sido queimados muito antes de 1973. Demorava muito mais para uma tendência chegar até o Brasil e, espantoso que mais de 40 anos depois, o posicionamento da mulher ainda é uma extravagância.


É espantosa também a quantidade de tiazinhas candidatas a deputadas que aparecem no horário eleitoral conclamando o voto feminino. O discurso não é bem pelo voto feminino, mas o das donas de casa que gostam de deixar a casa um brinco para quando o maridão chegar.

A primeira imagem é um oferecimento Revista Amiga e Novelas, a segunda Revista Ele Ela

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

King Kong seria pai do Monstro do Lago Ness. É sério!!!

 Historiador da Universidade de Columbia sugere que o mito em torno do Monstro do Lago Ness foi criado por causa do sucesso do filme King Kong (1933 de Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack). A criatura é a principal fonte turística daquela região da Escócia.

A teoria que faz a ligação ao filme pode ser debatida, mas faz certo sentido. Há relatos sobre a criatura (carinhosamente chamada de Nessie) desde o século VI, mas nunca descrevendo sua forma, assim como um mergulhador no final do século IX que mergulhou nas águas turvas e saiu apavorado, alegando ter visto algo.

Segundo informações do Daily Mail, o estudioso Daniel Loxton lembra que a forma do monstro como conhecemos surgiu em 1933, período em que King Kong era febre nos cinemas do Reino Unido. Na época um casal de hoteleiros alegou ter visto uma criatura de pescoço comprido entrando na água do lago.

O relato deles foi publicado com sensacionalismo por um jornal local e logo ganhou repercussão nacional e depois internacional. No ano seguinte, um circo chegou a oferecer uma boa quantia para quem capturasse o ser, sendo que também naquele ano surgiu a primeira fotografia que “comprovaria” sua existência, fraude revelada apenas em 1994.

Antes da década de 30 figuras de dinossauros não eram tão populares quanto agora, o que também ajuda a explicar o encantamento com a película do macaco gigante e seus possíveis desdobramentos naquela região. “O relato do casal deu origem a muitas outras aparições, tornando o dinossauro que aparece em King Kong a explicação favorita para Nessie ao longo do século 20 ", diz Loxton.

Um dos dinossauros a aparecer em King Kong
Mesmo com toda a extensão do lago já tendo sido escaneada e pesquisada por sondas, resultando na afirmação das autoridades locais em 2003 de que o monstro não existe, várias pessoas continuam dizendo que o viram. O jornal The Scotsman publicou ao final de 2013, que pela primeira vez em décadas, Nessie não havia sido visto por ninguém naquele ano.

O Monstro do Lago Ness não seria a única vez que o estrondoso sucesso de um filme teria relação com o comportamento das pessoas. A partir de 1973, quando O Exorcista (The Exorcist de William Friedkin) levou multidões aos cinemas, aumentaram consideravelmente as notícias de pessoas que se diziam possuídas pelo tinhoso.

Não deve ser à toa que boa parte dessas igrejas que tiram demônios dos fiéis por módicas quantias em dinheiro foram inauguradas na primeira metade dos anos 70...

A primeira imagem é um oferecimento Skyenimals

As Certinhas do La Dolce

Rosamaria Murtinho
Tropical
Um oferecimento Biscoito, Café e Novela

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Gênero: Inspiração de Tarantino

  Vamos combinar que já dá pra fazer uma subcoleção de DVDs com filmes que citam Tarantino, Kill Bill ou coisa que o valha na capa. Devo ter já uns três ou quatro.

Lady Snowblood – Vingança Na Neve (Shurayukihime, 1973 de Toshiya Fujita) está para sair em DVD no Brasil, sem escapar da sina. Não que isso seja um problema, é apenas uma constatação.

Outro exemplo: O Mestre da Guilhotina Voadora
Que bom que esses filmes que duvidosamente chamariam a atenção das distribuidoras nacionais, possuem esse apelo comercial. Assim como do público médio, que não consegue consumir nada por vontade própria, sem um estímulo externo.

E esse é um bom argumento para aplacar os detratores de Tarantino. Aquele tipo de cinéfilo mais radical que só vê no diretor um oportunista que apenas faz uma colcha de retalhos com coisas bacanas do cinema obscuro.

Sem ele, muitas dessas maravilhas obscuras não seriam devidamente lançadas aqui, ou nem para download encontraríamos legendas na nossa língua. Teremos Lady Snowblood em edição dupla, quem diria?


Mesmo no caso de egoísmo cultural, todos nos beneficiamos com a “colcha de retalhos com coisas bacanas do cinema obscuro”. E tanto a gente quanto as distribuidoras podemos ficar tranquilíssimos, porque a fonte de inspirações tarantinescas é quase infinita. 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Relíquia macabra e milionária


 Clássico inegável do cinema noir, Relíquia Macabra/O Falcão Maltês (The Maltese Falcon, 1941 de  John Huston) ganhou matizes mitológicas com o passar do tempo. De se esperar que a escultura, cuja trama gira, tenha ganhado status entre cinéfilos e ainda de colecionadores de arte.

Mesmo sendo um adereço de cena, o falcão foi desenhado e esculpido pelo escultor de Nova York Fred Sexton, amigo íntimo de longa data do diretor Huston. Sexton produziu duas estatuetas em gesso e chumbo que incluem em uma pena traseira sua inicias “FS”.

Em 1994 uma delas foi vendida a um colecionador particular por 398.500. Em novembro passado a outra delas foi posta em leilão por nada menos do que incríveis 1,5 milhões de dólares!

Dez anos atrás, o perito avaliador Richard Walter, Professor da Universidade da Califórnia (UCLA), defendeu a supervalorização do objeto. Para isso ele comparou as estatuetas com um dos quatro sapatinhos de rubi usados por Judy Garland em O Mágico de Oz (The Wizard of Oz, 1939 de Victor Fleming), vendidos por 666 mil dólares em 2001.

“Os sapatinhos precisam custar menos que os falcões porque embora importantes para o filme, são apenas um dos itens da trama“, disse o Professor completando que as estatuetas “são parte central do filme, além de darem título ao mesmo”, o que por lógica os fariam mais iconográficos.

O colecionador Hank Risan comparou a discussão em torno do valor aos diálogos do filme envolvendo o detetive Spader e Gudman. Num caso em que a vida imita a arte, as esculturas reais se tornam objetos únicos de valor discutível e tão disputados quanto na tela.

Mas não muito! O leilão foi encerrado sem que os lances tenham alcançado o milhão e meio mínimo...

Fãs de Mary Astor e Humphery Bogart, um dia quem sabe estará novamente disponível e será para o bico de vocês?

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Feminilidade musical na TVS

Em primeiro lugar: Que logo maravilhoso é esse, Marta Coração? Imaginando, evidente, como teria sido a capa do disco da Susy Rego, caso ela tentasse ser cantora...

Lançado em 1982, a faixa Olhos de Mulher se trata de uma inacreditável versão em português de Bette Davis Eyes. Ouça (por sua conta e risco!) no player abaixo ou clicando aqui.

No lado B a música era Sol e Lua, trilha sonora da novela A Leoa, uma das primeiras produzidas pela TVS (futuro SBT). Obscura, essa novela pertence à memória afetiva de muita gente justo pelo tema de abertura, que você assiste, e provavelmente vai relembrar, no players abaixo ou clicando aqui.

Essa abertura é a típica coisa que a gente não lembrava que existiu até rever... E ficar com o refrão grudado na cabeça novamente após mais de 30 anos!

Havia uma dúvida entre colecionadores se a música principal é também cantada por Martha Coração. Sol e Lua, presente no compacto, seria a canção de encerramento dos capítulos e na abertura ouve-se a voz da cantora Rosecleide.

Rosecleide fez parte de uma das das últimas formações do Harmony Cats, aquele grupo acintoso que regrava disco music famosas quando a gravadora não queria pagar para o artista famoso. Elas cantaram em várias trilhas de novelas 70's da TV Globo, incluindo Dancin’ Days (1978).

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Mantenha contato com a Enterprise!

  Muito se falava na similaridade dos Comunicadores utilizados pela tripulação da Enterprise com os celulares, quando estes passaram a ser comuns. Era quase como uma das previsões acertadas pela série Star Trek, produzida a partir de 1966, mas transcorrida no século 23.

A empresa CBS disponibilizou em 2010 um app para Android e IOS que promete transformar finalmente um aparelho celular num comunicador igualzinho ao da TV! O aplicativo não serve pra muita coisa, mas manuseá-lo tem um inegável charme futurista retrô.

Nas capturas acima você vê imagens dele na versão encontrada no Google Play (1.1). Parece que não sofreu atualização visuais desde 2010, ao contrário do disponível para iPhone (3.0.2.) com mais detalhamento gráfico e, portanto, com maior realismo, pelo que se percebe nas imagens do site.

Tive a acesso ao do Android que instalado ocupa apenas 3,01 Mb. Ao ser iniciado aparece a redinha, que na verdade simula um tipo de flip, que pode ser aberto ou fechado deslizando o dedo ou fazendo movimentos para frente ou para traz com o celular.

Abriu? Bem vindo ao maravilhoso mundo tecnológico da ficção científica 60’s! São três botões de cores diferentes que ao serem tocados produzem dezenas de comunicados originais da tripulação da Enterprise além de efeitos sonoros “low tec”.

Ainda é possível entrar numa terceira tela acessada pelo que seria o “microfone” e fazer chamadas para amigos, com acesso aos seus contatos. Há vários vídeos com Trekkers babando no brinquedinho, assista a este aqui, para ver o funcionamento.

Uma curiosidade é que com o desenrolar dos episódios foram surgindo várias funções no comunicador além de servir para a tripulação de comunicar, de uma espécie de GPS a prosaica lanterna. Assim como os celulares também agregando funções e hoje, ligações é a menos interessante delas. 

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Esbofeteando Bette Davis

Poderosos stills das filmagens de Nascida Para o Mal (In This Our Life, 1942 de John Huston). O realismo não teria sido à toa, segundo o biógrafo Charles Highman, tudo deixava Bette Davis irritada nesse filme e ela, como sempre, não estava disposta guardar esse sentimento para si.

Começou por querer ser a irmã boazinha, e deixar a má para a amiga Olivia de Havilland. Olivinha por sua vez se sentia insegura em fazer uma vilã aquela altura, consagrada nas telas como um doce.

Preocupada com problemas de saúde do marido Arthur Farnsworth (que a deixaria viúva dali a um ano), Bette Davis ainda tinha que se dividir entre os sets e seus compromissos na presidência da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Tinha acabado de se recuperar de um colapso nervoso.

Após atrasar o inicio dos trabalhos, chegou e ficou furiosa com os figurinos exigindo que os refizessem. Nos primeiros testes de tela, o penteado com uma portentosa franja simplesmente causava risos.

Em atrito com os diretores (Raol Walsh, que ela DETESTAVA chegou a substituir Huston) que lhe pediam pra refilmar sequências, corria pra casa fazer queixas por carta ao chefão do estúdio Jack Warner. Solidária com a Havilland, manteve ainda uma postura maternal e protetora ao perceber que John Huston estava nutrindo um afeto pela colega e amiga mais jovem.

 Havilland na verdade tinha uma preocupação maior: Acima do peso, a Warner ordenou que emagrecesse meio quilo por dia, mas só conseguia metade disso. A amizade delas duraria parasempre, baseada, sobretudo em alguém disposto a dar muitos conselhos para alguém disposto a ouvi-los.

Descontente com o andamento geral da produção, Bette que sempre foi muito profissional, chegou ao limite da paciência e ameaçou abandonar o filme. Consideraria este um de seus piores trabalhos, de figurino, maquiagem, interpretações a encenação.

E a desastrosa pré-estreia de Nascida Para o Mal confirmou isso, com muitos comentários negativos que incluíam o visual dela. Estranhamente Bette Davis preservou a superstição de que calmaria no set geravam fracassos de bilheteria.

As imagens são um oferecimento Green Briar Picture Shows

Veja também
Beijo na tela, desprezo fora dela
Havilland e Bette: Amigas para sempre



terça-feira, 19 de agosto de 2014

Cinema francês em 32 bits

 No emaranhado mundo de jogos que existiam para Playstation One, The City of Lost Children merece ser relembrado pelo ineditismo. Até hoje não é lá muito comum filme europeu ganhar uma versão em videogame.

Lançado em 1997, ele tomava proveito do rico universo de Ladrão de Sonhos (La cité des enfants perdus, 1995 de Marc Caro e Jean-Pierre Jeunet). Jean-Pierre Jeunet dirigiria em 2001 o celebrado O Fabuloso Destino de Amélie Poulain.

O filme tinha a alcunha de ser o mais caro a ser produzido na Europa, o que pode explicar o interesse em adapta-lo ao console da Sony. Seus diretores vinham do não menos bizarro Delicatessen (1991).

E não pense que era tranqueira. Ao contrário das versões das superproduções de Hollywood, onde geralmente a franquia é vendida para uma equipe que fará o game e seja o que Deus quiser, City of Lost Children era super bem cuidado, com o uso da trilha sonora de Francis Gorge (o mesmo de Twin Peaks) e tudo.

Para quem viu o filme, a gente joga com a menina órfã Miette, que tem uma série de enigmas a resolver. Para isso temos que fuçar milimetricamente os cenários à cata de objetos que futuramente tenham uso.

E essa era a dor e a delícia da experiência dos jogadores. Encontrar os itens era uma tarefa no escuro, sem um brilhinho que os indicasse nem nada, nos obrigando a ficar horas em cada cenário, às vezes à toa.

Miette ficava repetindo frases negativas a cada tentativa frustrada. Aí chego a outro diferencial: Idiomas!!! Naquele tempo os jogos não eram bilíngues.

Geralmente eram em inglês ou no caso de um azar na Galeria Pajé, levávamos pra casa uma versão em japonês. Mas ele tinha até áudio em várias línguas... Menos português, claro!


Assim, deixava em espanhol e aí em cada fase lia “cargando” ao invés de “loading”. Lembro claramente a voz da garota dizendo “No hay nada que buscar aqui” ou “La botella está vacía” a cada tentativa de procurar o que quer que seja nas garrafas verdes espalhadas.

A segunda imagem é um oferecimento Gamespot

Veja também:

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Dona Flor no Japão

 Pôster japonês para o filme Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976 de Bruno Barreto) e abaixo o original brasileiro. Compare!
 A conhecida arte do Benício sofreu diversas alterações, algumas sutis, outras radicais. Fora a poluição visual dos caracteres deles, bem ao gosto local.

O Japão tem tradição em adaptar o material publicitário. Já falei antes aqui de Ata-me! (Atáme, 1989 de Pedro Almodóvar) que mais parecia cartaz de filme de robô gigante.

Perdeu a graça do logo da flor, que, cá pra mim, tem um viés erótico. No lugar um crucifixo iluminando o José Wilker, o que estraga um pouco ao explicitar que o morto está vivo e o vivo está morto.

Ainda revela mais o peitinho da Sonia Braga, mas esconde as pernas debaixo da coberta. Aliás, as pernas estão abertas, não cruzadas.

Um dos maiores sucessos do cinema do Brasil, Dona Flor correu o mundo ostentando o nome de Jorge Amado. Tanto que no mercado espanhol, onde o cartaz (que você vê ao lado) foi praticamente o mesmo, limaram o nome de Chico Buarque para dar destaque ao autor.

Também mudaram a tagline para: “Ela encontrou a receita exata para amar a dois maridos ao mesmo tempo” ao invés da nossa “Ela dá a receita certa para amar a dois homens”. Ambos fazem referência aos dotes culinários da protagonista, mas com sentidos diferentes.

Veja também:
Almodóvar no Japão
Prato favorito de Vadinho


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Lauren Bacall conquista a imortalidade

 Morreu ontem (12) Lauren Bacall aos 89 anos de idade. A estrela teve uma das mais mais duradouras carreiras entre os grandes vultos de Hollywood.

Difícil falar da notícia sem escapar do clichê de que junto a ela “morreu uma parte do” glamour do cinema. Na década de 50, quando apareceu em Como Agarrar Um Milionário (How to Marry a Millionaire, 1953
de Jean Negulesco) já era considerada uma veterana.

Aliás, não poupou algumas palavras desagradáveis a respeito da novata colega Marilyn Monroe na autobiografia Bacall Fenomenal, publicada no inicio dos anos 80. Ao contrário de  Bette Davis, a quem assume no livro ter sido sua atriz favorita na adolescência e sua inspiração.

Seu auge foi na década de 40, pela série de filmes que estrelou ao lado do marido, o mitológico Humphrey Bogart. Logo em sua estreia, em Uma Aventura Na Martinica (To Have and Have Not, 1944 de Howard Hawks), ficou muito popular.

Tão famosa que foi satirizada no desenho Bacall to Arms da série Merrie Melodies produzida pela Warner em 1946. Poucas atrizes na história tiverem a oportunidade de começarem no topo e se manterem como estrelas de primeira grandeza por décadas.

Outra peculiaridade de Lauren Bacall é que ela soube tomar proveito desses status com bom humor até em anúncios na TV. Na década de 70 se voltou à Broadway sem nunca deixar as telas, como por exemplo no suspense kitsch Fã, Obcessão Cega (The Fan, 1981 de Ed Bianchi).

Juntos a ela, todos os seus admiradores ficaram decepcionadíssimos na cerimônia do Oscar de 1997. A Academia preferiu a apática francesa Juliett Binoche para o prêmio de atriz coadjuvante e Lauren Bacall não escondeu seu descontentamento em rede de TV mundial.

Aos 73 anos de idade, era a sua espantosa primeira indicação. Receberia finalmente um Oscar especial em 2009, pela participação na Era de Ouro de Hollywood.


Antes havia aparecido desprovida de glamour em Dogville (2003 de Lars von Trier) e na sequência Maderley. O último trabalho concluído foi na série animada Uma Família da Pesada (Family Guy) onde emprestou a inconfundível voz grave em episódio da atual temporada.

Lauren Bacall teve uma vida tão incrível que começou e terminou como um cartoon.

A segunda imagem é um oferecimento Berlin Festival

Veja também:
Tutorial: Lauren Bacall look
Bacall em cartoon
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