sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Leiloada peruca assombrosa de Gary Oldman

 A gloriosa peruca usada por Gary Oldman em Drácula de Bram Stoker (Dracula, 1992 de Francis Ford Coppola) foi arrematada num leilão por US$ 20,000.00 (mais de 70 mil Dilmas na cotação de hoje). Muito para uma peruca, pouquíssimo para o item que é.

Junto a ela uma reprodução da cabeça do ator, utilizada pela produção. Segundo a página do leilão ela é única, o que já não é muito comum em objetos cenográficos, e foi confeccionada com fios humanos.

Ela fazia parte da coleção particular de Greg Cannom, maquiador que ganhou seu primeiro Oscar por este filme. Meu Deus, o que faz a pessoa se desfazer de uma coisa destas? 20 mil dólares?!

E isso não devia fazer parte dos acervos da Columbia Pictures? A armadura de Drácula, assim como alguns figurinos estão expostos aos visitantes da vinícola Coppola, conforme pode ser visto clicando aqui.

Quando o filme saiu essa figura do Drácula envelhecido usando esse cabelo foi um dos maiores estranhamentos. Estávamos acostumados a imaginar o Conde garboso como Bela Lugosi e Christopher Lee.

O tempo mostrou que o estavam certíssimos na nova concepção. Só a visualização dessa peruca em uma cabeça já é uma coisa assustadora.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Olivia de Havilland recebe prêmio por idade avançada

 Aos 99 anos, Olivia de Havilland recebeu um Oldie, prêmio concebido pela revista satírica  The Oldie. Tendo nascido em Tókio em 1916 (!!!) Olivinha completará 100 anos no próximo mês de julho.

Por motivos de saúde não pode ir receber o prêmio, mas enviou um vídeo agradecendo a honraria, gravado de sua casa em Londres (Inglaterra). Disse estar “absolutamente encantada” e que os juízes tiveram pressão suficiente em agracia-la.

Em anos anteriores já receberam o Oldie a atriz Joanna Lumley (2010), a Patsy do seriado Absolutely Fabulous e a Rainha Rainha (2001). "É profundamente gratificante estar na companhia da Rainha Mãe bem como a de tantos outros distintos vencedores", explicou Havilland.

Ela é o mais antigo vencedor do Oscar vivo. Sua primeira indicação foi como atriz coadjuvante pela doce Melanie de ...E O Vento Levou (Gone with the Wind, 1939) tendo outras quatro indicações.

Venceu o prêmio da Academia em 1946 por Só Resta Uma Lágrima (To Each His Own de Mitchell Leisen) e em 1950 por Tarde Demais (The Heiress, 1949 de William Wyler). Todas as cinco indicações foram para atriz coadjuvante.

 Por muitos anos falou-se de sua rivalidade com a irmã Joan Fontaine (que recebeu apenas um Oscar, mas de melhor atriz). Fontaine faleceu em 2013, aos 96 anos de idade.

Imagens e algumas informações são da BBC


Veja também:
Joan Fontaine, a atriz inesquecível
Bette Davis e Olivia de Havilland: Amigas para sempre
Esbofeteando Bette Davis
Com a Maldade na Alma: O filme que não foi
Erroll Flynn vs Bette Davis e Olivia de Havilland

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Dueños del Paraíso entrega o que promete: armas, tequila e sangue

Uma dica para quem está enjoado de tudo de dramaturgia na TV: Super séries latinas do canal norte-americano Teleuno! Super séries são menores que uma novela e maiores que uma minissérie, mas as diferenças vão além disso.

Co produzida com um canal chileno, Dueños del Paraíso (2015) segue uma tendência deles de ambientar histórias no submundo do narco tráfico. O maior êxito do tipo foi La Reina Del Sur (2011), não à-toa que “Dueños” possui a mesma atriz protagonista, Kate Del Castillo.

Sabe aquele fundamento sacro de novelas que diz que mocinha é aquela garota ingênua pobre de marré que sofre o diabo nas mãos dos ricos e poderosos até rolar o happy end? Não existe aqui!

Del Castillo é Anastasia Cardona, esposa jovem de um traficante internacional. Em seu aniversário logo no primeiro capítulo, cercada por mariachis e tudo mais, a festa é invadida pela facção rival que abre fogo contra todos, terminando num banho de sangue.

O marido escapa fugindo pra Miami deixando a esposa pra trás, depois a chama aos EUA pra servir de mula. Assim ela vai percebendo que a gaiola dourada em que vivia não era tão dourada assim.

Algumas trapaças e humilhações depois ela dá um tiro na cara do marido! Despista o crime mandando comparsas jogarem o cadáver n mansão deles de cima de um helicóptero, como se ele tivesse sido vítima de algum rival.
No dia do velório se confessa com o padre: “Matei o único homem que já amei na vida... E estou pouco me lixando! Kkkkkkk!!!!”. Opa! Logo depois a facção rival invade o velório para roubar o caixão.

A ideia é jogar Anastasia e o caixão para os crocodilos comerem. Claro que ela consegue se desamarrar e escapar boiando no caixão do finado.
Com sangue nos olhos a mocinha quer vingança do rival além de virar a traficante máxima de Miami vendendo “asas de mariposa” a cocaína 97% pura. Doa a quem doer e muitos vezes ela faz umas coisas que... “amiga, não tem como te defender!”.

"Tenho valor não tenho piedade. Com ferro, tequila e sangue seremos donos do paraíso" diz o empolgante rap tema de abertura que descreve bem Anastasia Cardona. Não que não haja espaço para o mais cristalino melodrama latino americano.

“Dueños” transcorre no final da década de 70, mesma Miami violenta de Scarface (1983) de Brian de Palma. A reconstituição de época demora a engrenar, mas uns 15 capítulos depois fica aceitável.

Paralelamente há a história da família tradicional chilena que migra a Miami. A princípio são apenas esses dois núcleos, a família (chata) e a trajetória de Anastácia, que geram outros conforme se desenvolvem nos capítulos e depois se cruzam.

Não há núcleo cômico, núcleo pobre, núcleo sei lá das quantas, como as novelas brasileiras estão engessadas. Dueños del Paraíso tem um visual semelhante ao que é feito aqui, com muitas cenas externas, cuidados com luz e não com o que estamos acostumados a ver da mexicana Televisa exibidas no SBT.
Teleuno também teve algumas parcerias com a TV Globo, o que pode explicar esse capricho cênico. Capricho que vai até a página 2, já que vaza com frequência sombra de microfone, equipe técnica nos carros, etc.

É bom não comparar e se divertir como um outro produto que é. Eles não temem entreter! São fabulosos nisso, e fugas, catfights, tiros, explosões, twists mirabolantes sem o menor pudor em ser popular...

O elenco (todo muito bonito) é internacional e eles se referem à nacionalidade dos atores que coincide com a dos personagens: chileno, mexicano, venezuelano, colombiano. Pra gente não faz a menor diferença, o sotaque parece ser o mesmo aos nossos ouvidos.
Entre eles há a mexicana Adriana Barraza (a direita) de Arraste-me para o Inferno (Drag Me To Hell, 2009 de Sam Raimi) e indicada ao Oscar em 2006 por Babel (de Alejandro González Iñárritu). Ela é Irene, mãe da protagonista (e odiada por ela!), ex prostituta e alcoólatra, mas que as vezes é a mais lúcida.

Das subtramas muito interessante a da belíssima Érica, casada com um dos traficantes protagonistas, que sonha em ser atriz. Acaba caindo no conto de um produtor inescrupuloso de filmes pornográficos.

Ela filma “Sugar Lips” um filme que seria erótico, mas o diretor insere uma dublé de corpo e transforma o material em sexo explícito. O canal fez uma espécie de featuring (para a internet) fake muito divertido em que Ximena Duque respondendo a perguntas como sendo Erica, a atriz de “Sugar Lips” que você assiste no player abaixo ou clicando aqui.

A indústria pornô deu um salto naquela época ao servir de lavagem de dinheiro para o trafico. Interessantíssimo a trama incluir esse fator real ao cruzar as histórias de Erica e Anastasia e ainda discutir o uso de doble bodys, pornografia versus arte, planos, edição ao público médio.

Não se pode esquecer o vilão, ou opositor á mocinha, o chefão colombiano Leandro Quezada. Interpretado por Miguel Varoni (Conhecido no Brasil pela novela Pedro O Escamoso exibida na Rede TV!) é um fanfarrão desprezível e iconográfico, talvez o maior segredo de Anastasia ser tão maquiavélica e ainda assim consiga alguma empatia do telespectador!

E parece que latinos entendem bem o conceito da vida imitar a arte. A protagonista Kate Del Castillo (fantástica atriz, diga-se de passagem) está em todos os jornais, inclusive no Brasil, graças a um escândalo que envolve seu nome ao do super traficante Chapo.
Ela, que reside em Los Angeles, teria mediado o encontro de El Chapo com o ator Sean Penn. Escutas policiais também apontam várias mensagens com ele e seu advogado, o que indicaria que a marca de tequila lançada pela atriz estaria sendo usada para lavagem de dinheiro. UAU!!!

Dueños del Paraíso está disponível no Netflix Brasil. São 71 episódios legendados em português.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

10 hits mais tocados há 60 anos!

 1956 foi um ano bissexto como é 2016. Fora isso, foi era também um momento de transição da cultura popular como você pode conferir ouvindo a lista abaixo feita apartir do Top 100 hits da Bilboard.










Elvis, Elvis e mais Elvis! Foram ao todo cinco hits naquele ano, numa lista que incluía Eddie Fischer e Frank Sinatra em posições bem mais modestas.

Se é complicado um artista emplacar um segundo disco, imagina o que é esse punhado de sucessos num mesmo ano? Rei! Ainda em 1956 ele estrearia como ator no cinema em Ama-me com Ternura (Love Me Tender  de Robert D. Webb).

E ao mesmo tempo em que há o fenômeno Elvis e, consecutivamente o rock n roll, como vemos também na presença da Kay Starr há várias para o público conservador. Românticas, familiares, incrível como frequentavam o mesmo dial com o som do capeta.

Notável aí a presença de Doris Day com Que Será Será. Tema de O Homem Que Sabia Demais (The Man Who Knew Too Much de Alfred Hitchcock), num tempo em que não era comum filmes gerarem música pop.

Hitchcock foi lá e agregou a música (que nem nova era) à narrativa e BOOOM! Hollywood "descobriu" uma nova forma de lucrar se associando a canções populares.

Veja também:
Os hits nas rádios do Brasil em 1973
O que tinha numa noite fraca de programação de filmes na TV em 1973

Batman e Superman contra DSTs

O vídeo abaixo (ou clicando aqui) é educativo, produzido pelas Forças Armadas dos EUA e 20th Century Fox em 1942, durante a II Grande Guerra. Sex Hygiene trata sobre doenças sexualmente transmissíveis e portanto, altamente NSFW e ARGH!

O que o distingue de tantas pérolas do período é a presença no elenco de Robert Lowery e George Reeves. Lowery interpretaria Batman em O Homem Morcego de 1949 e Reeves o Superman na série de 1952.

Lowery (Batman) e Reeves (Superman) em 1942
Bizarro encontro acidental dos atores que entrariam pra posteridade ao interpretar dois dos maiores super heróis. E da DC!

Além deles, o curta ainda tem a direção do lendário diretor John Ford, já consagrado naquela altura, havia conquistado três Oscars. Mas você sabe como é, né? Tio Sam pediu ninguém nega.

A classe peculiar do diretor pode ser notada na parte dramática em que conhecemos os riscos que um recruta passou ao ter noite de amor com uma prostituta. Daí aparecem as doenças propriamente ditas, (nojo alert!!!) e médicos as examinando sem luvas ou qualquer proteção.

Ainda temos uma demonstração de banho íntimo bem pedagógica. E de pensar que antes da popularização da pornografia era material desse tipo (com momentos que mais parecem filme de terror) que muita gente usava...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Blogueira de moda testa truque de beleza de Joan Crawford por sete dias

 Courtney Leiva tem 21 anos, é uma blogueira de moda de Nova York apaixonada pelo glamour 40’s das estrelas de Hollywood. Se viu tentada a testar em si o hack de beleza que Faye Dunaway usa logo no começo de Mamãezinha Querida (Mommie Dearest, 1981 de Frank Perry), lembra?
Ao acordar ela lava bem o rosto (Joan Crawford era maníaca por limpeza!), enxágua em água quente e logo depois o enfia numa bacia com gelo! E depois: voilá! Belíssima!
Logo de cara, no primeiro dia, Leiva achou sofrível colocar o rosto no gelo, depois percebeu que bastava molhar as mãos e depois leva-las ao rosto.  Leia toda a experiência (em inglês) clicando aqui.
Em suma, ela achou que não faz milagres, mas a dica funcionou. Além da pele ficar macia, passou a absorver melhor cremes e óleos.

Aí deu pra refletir um bocado sobre tudo isso. O quanto Mamãezinha Querida, mesmo horroroso e unilateral, promove Joan Crawford para as atuais gerações.

Nem tudo  (ou quase nada?) ali deve ser verdade e muitas vezes as citações descambem para a mais pura pilhéria. Mas graças a ele, muito mais que a seus filmes que Joan Crawford é das atrizes mais lembradas nas redes sociais.

Essa dica de beleza mesmo eu nunca tinha ouvido falar além de a ter visto no filme da Faye Dunaway, mas sei que Crawford amava dar dicas de crochê até de assados macios e suculentos. Cheguei até o site Byrdie que compilou uma série desses macetes das estrelas.

Segundo a página Joan Crawford realmente seguia esse ritual todas as manhãs, colocando o rosto 25 vezes no gelo afim de manter a pele firme e revigorada. Ela ainda mascaria grandes quantidades de chiclete para fortalecer a mandíbula e andaria com os dedos dos pés apertados para tonificar as pernas...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Avesso da cena: Ash contra um possuído

 Diretamente do fabuloso mundo pré CG: Uma Noite Alucinante 2 (Evil Dead II, 1987 de Sam Raimi). Own! Era só um fantoche encarando Bruce Campbell!
A sequencia toda ainda contou com tomadas em stop motion (plano geral do monstro)...
...e um outro boneco manipulado por cabos como se fosse marionete.
O filme contou com o trabalho do técnico Gregory Nicotero (menos o stop motion), que aparece na segunda foto manipulando o fantoche junto a uma equipe. Na época ele tinha no currículo pouca coisa, mas já tinha sido assistente de Tom Savini em Dia dos Mortos (Day of the Dead, 1985 de George Romero).

Hoje, mesmo em plena era dos efeitos digitais, o rapaz tem uma lista quilométrica de trabalhos. Todos já assistimos muita coisa feita por Nicotero no cinema e na TV entre efeitos especiais e maquiagem.

Gregory Nicotero
Pânico (Scream, 1996 de Wes Craven), Hulk (2003 de Ang Lee), Kill Bill (2004 de Quentin Tarantino), Sin City – A Cidade do Pecado (Sin City, 2005 de Robert Rodriguez e Frank Miller), O Nevoeiro (The Mist, 2007 de Frank Darabont), Annabelle (2014 de John R. Leonetti), etc! São 165 registros como maquiador, 72 como efeitos especiais entre outros créditos.

Claro que será lembrado para sempre como o criador dos perfeitamente pútridos Walkers na série The Walking Dead (2010-?) da Fox. Nove vezes indicado ao Emmy, ganhou quatro vezes, sendo duas pela série de zumbis, em 2011 e 2012.

Nada mal pra quem assistia Tubarão (Jaws, 1975 de Steven Spielberg) e O Exorcista (The Exorcist, 1973 de William Friedkin) quando era criança e queria entender como “aquilo tudo era feito”. Acho que já aprendeu.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Franco Nero vestindo jockstrap

Sim! Isso e apenas isso em uma cena de Salamandra (The Salamander, 1981de Peter Zinner) que você assiste no player abaixo ou clicando aqui.
Não é comum cenas de nudez com o ator. Reza a lenda que “Franco+Nero+Nu” é das coisas mais procuradas no Google.  

Atente que a bunda que quase é esfregada na câmera provavelmente é a de um dublê. Perceba que antes há um corte e ele é jogado contra a parede.

O filme policial/político tem um elenco estrelar que ainda inclui Anthony Quinn, Sybil Danning, Christopher Lee e muito outros. Foi lançado um ano antes de Querelle (de Rainer Werner Fassbinder), pra gente se localizar.

Só acho que o pôster de A Salamandra deveria conter “Franco Nero vestindo jockstrap”. Do mesmo jeito que o de Ninotchka (Ernst Lubitsch)  trazia “Gabo ri”.

Veja também:
Franco Nero, UFOS e capas estapafúrdias
A palavra é: Gorgota!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Os “verdadeiros” Homens de Preto

O filme de 1997 MIB: Homens de Preto (Men in Black de Barry Sonnenfeld) fez tanto sucesso que “Homens de Preto” parece hoje ser apenas personagem como Darth Vader ou Nemo. “Homens de Preto” são seres ligados à ufologia muito antes da popularização no cinema.

Fred Crisman
Considerado por alguns mera lenda urbana ou hoax e um mistério para outros. Várias pessoas que dizem ter tido contato com extraterrestres relatam que foram procuradas por “Homens de Preto” que pediram sigilo sobre as visões.

O primeiro, ou o primeiro a ganhar a mídia foi no chamado incidente na Ilha Maury (Washington, EUA) em 1947. Fred Crisman e Harold Dahl, guardas do porto alegaram terem presenciado um UFOs no formato de donuts e que um deles derramou alo que parecia metal líquido.

Logo depois, Dahl disse que a pedido de um homem vestindo terno preto não poderia falar mais nada sobre o caso. Anos mais tarde revelou que tudo seria uma farsa, o que fez com que crentes ficassem confusos.

Na década de 50 o ufólogo Albert K. Bender foi a público denunciar a suposta perseguição de três “homens vestidos de Preto”, para que parasse com suas pesquisas. Bender acreditava que eram agentes secretos do governo dos EUA.
Arquivo X S03E20

Ainda naquela década, em 1956, Gray Barker lançou o livro “They Knew Too Much About Flying Saucers” (Eles sabia muito Sobre Discos Voadores, traduzindo livremente). Nessa obra que reunia casos de contatos extraterrestres o conceito de “Homens de Preto” é bem delineado e seria a base para o cartunista Lowell Cunningham criar os personagens dos quadrinhos que depois seriam adaptados ao cinema.


Já nos anos 90, antes do filme de Barry Sonnenfeld, os “Homens de Preto” foram citados na série Arquivo X.  No 20º episódio da terceira temporada (1996), Jose Chung's 'From Outer Space', uma história de abdução é recontada por vários pontos de vista, alguns pouco realistas.

Com  três filmes (1997, 2002 e 2012) que originaram ainda animação para TV, o cinema fez com os Homens de Preto o mesmo que fez com vampiros e outras criaturas míticas. Ainda mais famosos, mas também mais difíceis de serem acreditados.


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