quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O rei e ela

Elvis Presley e Ann-Margret nos idos de Amor a Toda Velocidade (Viva Las Vegas, 1964 de George Sidney) e abaixo reproduzidos por Jonathan Rhys Meyers e Rose McGowan na minissérie Elvis de 2005. Será que se as imagens não estivessem próximas daria pra saber disso?

Produtos de TV “baseado em fatos reais” são sempre aquelas coisas... Elvis tem um bom orçamento, embora condense justamente a carreira do rei em detrimento de tititis da vida privada.

Mesmo assim, o lance dele com a Ann-Margret ocupa pouco tempo dos 172 (UFA!) minutos. Aliás, pouquíssimo tempo para o nome da McGowan aparecer estampado na capa do DVD.

Confesso que foi meu chamariz pra comprar numa bacia das almas. Depois de assistir continuei com a sensação de erro na escalação por Ann-Margret ser toda mocinha e McGowan fazer o estilo mulherão.

A primeira imagem é um oferecimento Lidianne Mattiello

Veja também:
A arte imita (mal) a vida


[Ouvindo: St. Louis Union - Girl]

4 comentários:

Refer disse...

Viva Las Pregas. Era assim que a gente chamava esse filme. E ainda ríamos de montão dessa asneira. Francamente...

A Ann-Margret tinha 20 anos quando fez esse filme. Enfim, era MESMO uma mocinha. Ainda assim, acabou com o Elvis, que nunca mais quis contracenar com qq outra estrela de verdade.

* * *
Sou fã dessa pilantrossaura, tenho vários discos dela; tenho até o LP do marido dela, Roger Smith (te acuerdas? da série 77 Sunset Strip? não? acho que não é do teu tempo) chamado Beach Romance, que, surpreendentemente, é um bom disco.

Miguel Andrade disse...

Refer, humpf! E eu lá tenho tempo?

Viu, essa moderna não é muito forte pra ser ela?

Daniel Tavernaro disse...

Não sabia que aquele filme tão mal-falado - e que eu achei muito bom, sincero e com atuações muito convincentes - era uma minissérie.

Elvis teve sua vida vasculhada e, creio, boa parte daquilo ali era verdade... Temos sempre a ideia do mito - ainda mais porque não éramos nascidos e morávamos em país diferente - e esquecemos que sim, ele deve ter sido bem chatinho principalmente na fase final da vida....

Miguel Andrade disse...

Daniel, era. Transformaram em filme pro DVD.

Bem feitinho e passei a julgar menos a Priscila. Coitada!

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