terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Super família

Todos os personagens do universo do Superman até 1962. Alguns eu nunca tinha ouvido falar!

O que é o super gato? Super cavalo? Super macaquinho? E aquela sereia ali no canto!!! Mas tem o Bizarro e aquele vilãozinho de chapéu coco que se ferrava ao pronunciar o próprio nome de traz pra frente!

Perdoem-me os puristas da DC Comics, mas minha principal referência destes heróis é o desenho Superamigos (Superfriends, 73/75). Até tentei acompanhar os quadrinhos, mas eram confusos.

A gente os comprava e vinham com historinhas que já estavam começadas sabe Deus há quantas edições. E tinham que ser completadas em gibis de outros personagens.

A imagem é um oferecimento Golden Age Comic Book Stories

[Ouvindo: Monsters 'A Go-Go – Billy Gholston]

26 comentários:

Moyses Ferreira disse...

Parece o cast de um reality show! The Supers!!!

Miguel Andrade disse...

Moyses, seria ótimo! Como é que eles ainda não tiveram esta ideia?

Não sou blasê disse...

Gente... pelo amor de Jah. Virem essa boca pra lá. Depois do Best Friend Forever da Paris Hilton eu arranquei um dos meus olhos com uma colher. Agora só fiquei com um. Não posso correr o risco.

Gosto de quadrinhos (muito), compreendo a importância dos super heróis mas vou te dizer... não dá. Num guento.
Salvo algumas exceções, claro.

Refer disse...

Da sereia eu lembro. O nome dela era Loris (?) — lembro a história em que o Super-Homem conheceu a sereia, ela andava em cadeira de rodas, fingindo ser paraplégica. O Super-Homem se apaixonou por ela; no fim, ela revelou ser uma sereia.

Do macaco, gato e cavalo não me lembro não.

O conceito 'família' nos quadrinhos multiplicando o herói apareceu no Capitão Marvel (Mary Marvel e Capitão Marvel Jr.). Os outros, Disney inclusive, pegaram carona na boa ideia.

Miguel Andrade disse...

Não sou blasé, to meio de saco cheio de filme de super herói. Já até comentei isso num post.

Refer, uau! Muito bom o argumento da paraplégica que é sereia!

Givas disse...

Qual é a do macaco ali no canto inferior esquerdo? Hehe...

Miguel Andrade disse...

Givas, verdade! Pq ele não está voando com os outros animais? Hahaha

Glauco disse...

Miguel, essa sereia é qualquer nota com esse figurino...

Miguel Andrade disse...

Glauco, qualquer nota MESMO!

Gastão disse...

Nunca achei muita graça em si nos 3 super-heróis tradicionais da DC (Batman, Mulher Maravilha, e especialmente Superman). Comprava a revista só quando a história era desenhada por um artista do meu gosto (George Pérez e Mike Deodato com a Mulher Maravilha, John Byrne e Jim Lee com o Superman). De gostar das histórias, para comprar mesmo que não gostasse do desenhista da vez, acho que foi só a Legião dos Super-Heróis (dentro do globo no canto superior direito) e os Novos Titãs (isso pela DC). Também gostava dos "Endless" (Morte, Sonho, Destruição, Desejo, Desespero, Destino e Delírio), mas aí já era a divisão "adulta" da DC (Vertigo).

Miguel Andrade disse...

Gastão, aí! Era essa boa vontade que me faltava. Via meus amiguinhos comprando, tentava, mas não conseguia acompanhar.

Gastão disse...

A sereia era mesmo essa Loris (ou Lori Lemaris no original). Então Miguel! e lembra no começo, quando os gibis saíam pela Abril? Eu achando tudo normal, e passados alguns anos é que fui saber que os originais americanos eram bem maiores (do jeito que são vendidos agora, quando a Panini assumiu o segmento. Nem sei se ainda é a Panini que publica aqui no Brasil. Depois eu vejo na internet.), e que por causa do formato reduzido comparado ao original, as histórias no Brasil vinham com alguns quadrinhos a menos. Isso, pelo menos, é algo que melhorou com o tempo.

Miguel Andrade disse...

Gastão, sim! O que comentei era na época da Abril.

Esse formato menor fazia com que eles ficassem escuros, muito rabiscados, com os balõezinhos bem cheios de texto...

Coisas que me faziam passar longe também.

Só tive contato com o formato comics quando a Globo lançou Akira, padrão americanos, inclusive colorizado.

Gastão disse...

Ah! Akira rende um outro post inteiro, hein. Sabe o longa-metragem? Lembra do guri surtado que começa a se expandir sem controle e da explosão que acontece no final? Confesso que me identifico em alguns momentos com aquele guri, e que de vez em quando sonho que o lugar em que trabalho atualmente (e que detesto) some da existência numa explosão igual (são 2 pensamentos desse tipo, no outro o lugar é desmantelado por um furacão igual ao do desenho antigo do Mickey "The Band concert", inclusive tocando "William Tell Overture" enquanto cadeiras, mesas, papéis e determinadas pessoas voam sem rumo). Não me leve a mal, hein, na maior parte do tempo consigo ser adulto e responsável, e "professional" (dizer que é profissional mesmo em circunstâncias desagradáveis sempre me lembra a música "Meet me in the red room" de Amiel, que está na trilha sonora de "Moulin Rouge" vol. 2 - "...no need to worry 'cause I'm...I'm a professional...").

Miguel Andrade disse...

Gastão, já falei bastante de Akira aqui! Filme que me marcou muito.

Viu, se eu te contar que revi "The Band concert" ontem á noite você acredita?

Ele pertence ao DVD Disney Treasures - Mickey Mouse em cores Vivas Vol. 1.

Bem estranho você falar nesse desenho hoje.

Gastão disse...

:D Te mando um abraço ou um aperto de mão (o que vc preferir) de longa distância para saudar esta coincidência, então!

Não sou blasê disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Não sou blasê disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Não sou blasê disse...

Akira.
:)
Creio que foi o filme que mais vi na adolescência e que plantou em mim um leque de interesses bastante peculiar, mas que infelizmente foi o responsável pela minha fama de "estranha".

É foda passar grande parte da adolescência sem ter com quem compartilhar certas coisas, especialmente aquelas que naquele momento se configuravam de maneira tão fantástica. Com alguns rapazes até era possível dividir algumas coisas, mas com garotas, especialmente minhas amigas... nossa... praticamente impossível.
Sorte que a gente cresce e muda bastante. E os outros também!

E Gastão, você não está só ao imaginar tornados e afins colocando desordem onde impera a ordem.

Abraços, apertos de mão e beijos a vocês.

Miguel Andrade disse...

Gastão, eu não assistia a esse desenho faz muito tempo. Desde Balão Mágico, creio...

Não sou blasé, verdade absoluta! A massa sempre foi a massa.

As coisas que a gente gostava, como Akira, não era pra qualquer um. A gente acabava bancando o idiota, enquanto eles mantinham interesses bem mais prosaicos.

Gastão disse...

Miguel, também acho que era por ali que passava (Balão Mágico). O TV Globinho ainda passa alguns desenhos clássicos da Disney, mas dos que eu consegui ver não são tão antigos como o The Band concert (além do The Band, outros dessa fase como dos caça-fantasmas, e aquele do Mickey alucinando forte depois de borrifar veneno acidentalmente na própria cara). Falando em TV Globinho, Pinguins de Madagascar é muito bom.

Não sou blasé, valeu a força! Outro abraço pra vc, e por minha vez, digo que sou solidário com a sua experiência como adolescente, também passei essa fase como "outsider"; um filme, entre tantas outras e diversas coisas, que me ajudou a não levar isso tão a sério foi o 2º da Família Addams (em que as crianças vão para um acampamento de férias). Quando lembro dessa fase, penso que taí um ponto positivo de não ser possível viajar no tempo. Reviver a adolescência, tô fora; nem que eu voltasse com todo o conhecimento adquirido valeria a pena. Como vc disse, estou maior e bem melhor agora.

Miguel Andrade disse...

Gastão, todos estes clássicos pertencem à coleção treasures que a dona Disney fez o favor de deixar incompleta no brasil.

Concordo plenamente com a falta de vontade de voltar no tempo. Era terrível ser obrigado a conviver com aqueles idiotinhas.

Não sou blasê disse...

Bom, eu não vou dizer que eu também não era uma grande idiotinha. Ninguém tinha obrigação de gostar do que eu gostava.
Só achava triste ficar meio sozinha na minha onda, mas tudo bem.

Gastão, você mais uma vez me surpreende. Família Adams 2 é um dos filmes que gosto de lembrar pra reforçar a idéia de que ser um tanto diferente, não é nada demais. Só é ser diferente e ponto.

E só os diferentes podem colocar fogo nos acampamentos infestados de puritanos e dar um fim em seus planos de colonização e dominação.

Miguel Andrade disse...

Não Sou Blasé, claro! Mas os idiotinhas hoje são aqueles que transformam esse país na merda que é.

Os zumbis fazendo as vontades das grandes corporações. Votando em merda, etc.

Não sou blasê disse...

Ah, Miguel... o país não é uma merda, não.
E pra mim, todos somos zumbis até que se provem o contrário.

Miguel Andrade disse...

Não sou blasé, ops!

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