quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Existencialismo de plástico

Foi exatamente aí que a Pixar me conquistou em 1990 e alguma coisinha. Quando todas as certezas que Buzz Lightyear tinha a seu respeito literalmente despencam.

Torci o nariz para Toy Story quando foi lançado nos cinemas em 1995. Estardalhaço de marketing, ainda mais vindo da Disney, nunca me cheirou a boa coisa.

Só deixei o (pré?)conceito de lado em VHS porque alguém insistiu muito. Revi os dois primeiros esses dias aí e foi uma surpresa.

15 anos são séculos em termos tecnológicos. O alardeado primeiro longa metragem totalmente em CG (que desbancou o brasileiro Cassiopéia) tem história tão forte e tão bem contada, que sobreviveu lindamente à passagem do tempo.

PS: Querer, querer mesmo, eu queria fazer um post enorme, repleto de mimimi quanto á postura robótica com que o outrora simpático Google se relacionava com a gente, fiéis usuários de seus produtos. Só que não iria adiantar nada!

Agora está RICO o suficiente para se importar com quem faz sua existência ter sentido. Ok, esta frase é bem parecida com uma do Rock Hudson em Giant, mas se aplica que é uma beleza ao gigante da Internet.

[Ouvindo: Say Ahhh... - Deee-Lite]

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