quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Pornô em terceira dimensão

E assim a expressão Nelson Rodriguiana “caralhinhos voadores” torna um sentido literal, né? Imagina a platéia assistindo de óculos 3D, e depois ao sair, reclamado de uma baita dor de cabeça...

O (obscuríssimo!) Manhold da década de 70, nem deve ter feito muito sucesso, né? Bem difícil conseguir maiores informações sobre ele além do que está disponível no IMDB.

Agora que a indústria cinematográfica vê o tridimensional como a solução de todos os seus problemas, a pornô já anunciou que também voltará a entra na parada. Embora o caminho do X-rated para abraçar a tecnologia será mais complicado.

Ao contrário dos filmes comuns em 3D, feitos para serem vistos na tela grande, os pornográficos terão que se adaptar ao hábito moderno de assistir material adulto na privacidade dos nossos lares, em HDTV. Segundo esta matéria, a princípio, a brincadeira não será barata.

Nem tudo está perdido. Para quem tem aqueles antigos óculos de papelão 3D em casa (de brinde em DVDs como o do terceiro Spy Kids), pode se contentar com uma galeria de belas garotas suecas.

Veja também:
A incrível história do pornô mais caro


[Ouvindo: Tú, Lo Que Tienes Que Hacer – Chico Y Chica]

6 comentários:

cotrimus disse...

\0/\0/\0/

Miguel Andrade disse...

Cotimus, hahaha! Eu tenho medo na verdade...

Fabulastic disse...

Deve ser fabuloso um filme pornográfico em 3 d.

Ver toda a gente a baixar a cabeça na altura do money shot...

«Olha o jato!!!»

Miguel Andrade disse...

Fabulastic, aham! Imagina o final de A Dirty Shame em 3D? WOW!

Diego Akel disse...

Hahaha! Como sempre um grande achado, Miguel! O que mais gosto nestes cartazes antigos, por sinal, é esta pompa de "pela primeira vez na história!"; eles colocam tudo de uma forma tão exagerada que se torna cômico; quase sempre morro de rir. Isso perdurou até meados dos anos 70, pelo que vejo... depois entrou num esquema ainda mentiroso, mas sério demais. Aí perdeu a graça :P

Seja como for, como será que era a recepção na época? :)

Abraço!

Miguel Andrade disse...

Diego, sim! Falei disso ainda outro dia aqui, algo que não mudou: Chamar o filme de "O mais cara já feito".

Como foi a recepção? Imagina quantos cinemas pornôs GAY de bairro, comuns na época, possuíam projetor 3D?

Algo me diz que o fracasso era óbvio!

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