quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Quando lendas se encontram

Marilyn Monroe e o jogador Joe DiMaggio trocam bitocas, casadíssimos! Ambos indo ao segundo enlace.

E responderei ao que volta e meia alguém me pergunta: Sim! Acredito piamente que ele a amava.

Não só por não ter casado de novo, ou por ter deixado uma rosa diariamente no túmulo de Marilyn até falecer em 1999. Mas principalmente por ter se mantido discreto, nunca lançou biografia escandalosa de seu relacionamento, e mesmo sem estarem juntos foi seu porto seguro na vida e na morte.

Ok, não levando em consideração o que as bocas de Matilde sempre alegaram sobre seu jeito casca grossa e a expressão dela de “Esse cara é um saco” nas fotos do casal em público depois de algum tempo. Não acredito em almas gêmeas, muito menos no “felizes para sempre”.

[Ouvindo: Good Beat – Deee-Lite]

4 comentários:

Kordacapra disse...

Concordo píamente com "quase" tudo. Esse fato do Di Maggio levar "diariamente" flores ao túmulo dela deve ter sido uma maneira dele expressar que "diariamente" lamentaria a morte dela. Se ele fosse ao túmulo todos os dias seria um caso extremo de depressão profunda. ...E esse negócio de alma gêmea e "felizes para sempre" é tudo coisa imposta pela mídia.

Miguel Andrade disse...

Kordacapra, sim! E se ele fosse diariamente seria um fuá diariamente de jornalistas atrás.

Carla Marinho disse...

ele foi o único que foi ao enterro dela. acho que isso quer dizer alguma coisa nao? além disso era a ele que ela recorria quando se sentia triste ou isolada (ou seja...). enfim, coisas da vida. :)

Miguel Andrade disse...

Carla, e ele a procurava quando ela não estava bem também. Sempre presente.

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