sábado, 26 de setembro de 2009

Amigas para sempre

Wow!!! Coisa para poucos! Embora sua fama não seja lá de ser uma pessoa muito fácil, ter uma amiga que no final da sua vida ainda te descreva de forma tão espetacular.

Olivia de Havilland delineou Bette Davis como “Basicamente um vulcão benévolo, em constante erupção” em 1983, para o documentário que acabou se chamando “Bette Davis: A Basically Benevolent Volcano”. Foram unha e carne por décadas!

Tanto que quando Joan Crawford começou a dar piti demais nos bastidores de Com A Maldade Na Alma (Hush...Hush, Sweet Charlotte, 1964) Davis não teve dúvidas. Enfurecida mandou o diretor Robert Aldrich substituí-la por Havilland.

Pronto! Em troca da calmaria de egos, foi-se embora a chance de outra parceria entre o diretor e as atrizes tão bem sucedida em O Que Terá Acontecido a Baby Jane? (What Ever Happened to Baby Jane?, 1962).

E pelo histórico de Olivia de Havilland não creio que ela seja aquele doce de pessoa, abnegada, conforme ficou imortalizada com ...E O Vento Levou (Gone with the Wind, 1939). A amizade entre as duas é um daqueles casos de afinidade que não se explica facilmente.

Veja também:
Confiar nas amizades é tudo!
Revista Veja noticiando o falecimento de Bette Davis
Muito mais Bette Davis


2 comentários:

Anônimo disse...

E a Olivia de Havilland e a Joan Fontaine que são irmãs e se detestam? Com quase 100 anos as duas! Parece que a briga começou em 42, quando a Joan ganhou o Oscar e recusou os cumprimentos da Olivia. Em 47 foi a revanche da Olivia que não quis falar com a irmã ao receber o prêmio. Dizem que não se falam desde 1975.

Miguel Andrade disse...

Anônimo, pois é! Levo isso em consideração e o lado revolucionário de Havilland em fazer greve, lutar contra o sistemão dos estúdios.

Ela e a Joan se vivessem juntas iam estar beeeem Baby Jane.

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