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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Franco Nero vestindo jockstrap


Sim! Isso e apenas isso em uma cena de Salamandra (The Salamander, 1981de Peter Zinner) que você assiste no player abaixo ou clicando aqui.
Não é comum cenas de nudez com o ator. Reza a lenda que “Franco+Nero+Nu” é das coisas mais procuradas no Google.  

Atente que a bunda que quase é esfregada na câmera provavelmente é a de um dublê. Perceba que antes há um corte e ele é jogado contra a parede.

O filme policial/político tem um elenco estrelar que ainda inclui Anthony Quinn, Sybil Danning, Christopher Lee e muito outros. Foi lançado um ano antes de Querelle (de Rainer Werner Fassbinder), pra gente se localizar.

Só acho que o pôster de A Salamandra deveria conter “Franco Nero vestindo jockstrap”. Do mesmo jeito que o de Ninotchka (Ernst Lubitsch)  trazia “Gabo ri”.

Veja também:
Franco Nero, UFOS e capas estapafúrdias
A palavra é: Gorgota!

terça-feira, 1 de abril de 2014

A doce vida das modelos

  ...Ou, pra quem achou que Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany's, 1961 de Blake Edwards) edulcora demais as garotas que se viram numa cidade grande: TOMA! Conheço Bem Essa Moça (Io la conoscevo bene, 1965 de Antonio Pietrangeli) é um biju de algo que poderia ser muito dramático.
É um diarinho gracioso de Adriana, belíssima garota que trocou seu inóspito vilarejo pela cosmopolita Roma atrás de dias melhores. Para tanto, trabalha como modelo, faz pontas em peplum e nas muitas horas vagas acompanha velhos senhores.

Boa parte do que ganha vai para as bizarras aulas de interpretação e novas fotos para o book. Seu melhor amigo e confidente é o bebê da vizinha que às vezes Adriana faz o favor de tomar conta.

O único paquera que leva a sério é o mecânico da garagem que frequenta interpretado pelo ator Franco Nero, bem novinho. Ainda se aproxima de um lutador de boxe, com uma vida semelhante à dela, aspirante ao fracasso.

O resto são figurões da alta roda, garotões de boa linhagem e profissionais (pouco profissionais) do show business. Ao som de hits pop italianos 60’s, a moça anda de lá pra cá. Quem sabe uma hora dá certo?

Quase chegou lá ao ser entrevistada por um cinejornal, para recalque das ex-colegas, lanterninhas de cinema de bairro. É claro que algum rímel será borrado e nem tudo será tão doce assim.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Franco Nero voltará mesmo a ser Django!

Tudo caminhando em harmonia para Franco Nero voltar a interpretar o pistoleiro Django. A oficial terceira parte da saga iniciada em 1966 deve se chamar Django Vive! (Django Lives!).

 Embora surgissem incontáveis cópias e citações ao longo dos anos, Nero reprisou o papel que lhe transformou em astro internacional apena uma vez, em Django - A Volta do Vingador (Django 2 - Il grande ritorno, 1987 de Nello Rossati). Nessa última vez ele havia se transformado num monge quando sua filha foi sequestrada.

No novo roteiro de Mike Malloy e Eric Zaldivar se passa em 1915, quando Django mais velho se transformou num consultor dos pioneiros westerns de Hollywood. Até se envolver com traficantes e voltar a mandar bala em meio mundo!

A direção ficará a cargo de Joe D'Augustine, nome por trás da edição dos filmes de Quentin Tarantino entre Kill Bill Vol. 1 (2004) e Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds, 2009). Em 2007, ele supervisionou a restauração do clássico Western Spaghetti Três Homens em Conflito (Il buono, il brutto, il cattivo, 1966 de Sergio Leoni). Enfim, um diretor com conhecimento no cinema de ação popular de Hollywood e italiano clássico e atual.

D'Augustine disse que não pretende fazer um cult, mas “preservar o legado de Django num filme relevante cuja história tem elementos de prestígio e apelo de crossover”.  Trocando em miúdos, não é para se esperar apenas uma brincadeira entre nerds, repleta de referências a obras e estilos do passado.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Franco Nero, UFOS e capas estapafúrdias

E, macacos velhos, a gente acha que sabe identificar do que se trata o filme só pela capinha. Não só a trama, mas o que realmente estão tentando nos vender por trás da arte.

Veja o caso do filme italiano Top Line (1988 de Nello Rossati) estrelado por Franco Nero. Só pelos VHS em diversas partes do mundo pode significar qualquer coisa! Q-U-A-L-Q-U-E-R coisa!!!

Essa segue os moldes dos filmes de aventura dos anos 80. Tudo por Uma Esmeralda (Romancing the Stone, 1984 de Robert Zemeckis), As Minas do Rei Salomão (King Solomon's Mines, 1985 de J. Lee Thompson) e qualquer outra cópia de Indiana Jones utilizou mocinha loira com herói no cipó, estilo pintado como pôsteres dos anos 40.

Pelo título, deve ser dos EUA. Lá eles chamaram de Alien Terminator numa tentativa de faturar em cima de O Exterminador do Futuro (The Terminator, 1984 de James Cameron) e Alien, o 8º Passageiro (Alien, 1979 de Ridley Scott).

Pra ajudar, deram capa ao vilão (“ei, quem sabe será um novo Schwarzenegger?”). Franco Nero, o astro com a carreira já contendo dezenas de títulos, foi parar numa pequena foto da contracapa.

Olha, pode ser a mais mentirosa, mas o desbunde dos japoneses é o mais fantástico! Parece que a história se passa numa galáxia distante repleta de monstros gosmentos!!!

E chegamos à capinha do Brasil! Aqui o titulo virou O Tesouro do Ovni (que tem cara de ser spoiler...), utilizaram aquela primeira arte e na contracapa incluiriam uns índios colombianos, pra dar um gostinho sul-americano.

Logo abaixo a foto de uma explosão, porque filme que não termina com ~a big explosion~ não tem graça. Pelo menos Franco Nero aparece na lombada.

Todas parecem fabulosas, mas fica a dúvida...
  Com o perdão do trocadilho, qual seria a mais franca?

As primeiras capas são um oferecimento Cult Trailers, a nacional, Reduto do VHS

Veja também:
Poster e trailer versus a verdade
Letras garrafais e entrelinhas

VHS disasters

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A palavra é: Gorgota!


Bem aventurada seja nossa amada última flor do Lácio. Sempre com palavras obscuras que a gente sabe o que é, mas não ligava o nome à pessoa, como "gorgota".


Imagino que a expressão gorgota tenha surgido em algum cais do porto, embora o Houaiss diga que sua etimologia seja desconhecida. Consecutivamente me fez lembrar de Querelle, Franco Nero, Jean Genet....

E procurei no acervo da Folha e há incidências da palavra desde 1924, mas nenhuma que eu tenha visto se encaixa na definição aí do dicionário. Dona Bela, a senhora já conheceu uma gorgota?

A primeira imagem é um oferecimento apoteosi248
Veja também:
O pato potoqueiro
A língua portuguesa na caixa de pandora