Nunca vou me acostumar com fotos da Judy Garland assim, com mais idade. Vi tantas e tantas vezes ela guria, seguindo na estradinha de tijolos amarelos, que sempre me parece estar usando maquiagem de envelhecimento.
A propósito, esta semana (dia 10) ela completaria 87 anos, portanto, este rosto marcado sem dúvida não condiz com a idade que devia estar. Tomara que o tal filme biográfico que estariam produzindo não descambe para a caricatura como o da Piaff.
Ainda sobre efemérides, faz 70 anos que estreou O Mágico de Oz. Aliás, faz 70 anos que foi 1939! Ano dourado quando também lançaram ...E O Vento Levou, Morro dos Ventos Uivantes, Ninotchka... Uau!
Veja também:
Nebutal, pancadaria e o arco-íris
[Ouvindo: Das 200 para La – Eliana Pitman]
Judy mandou ver, né, Miguel?...
ResponderExcluirEssa música da Eliana Pitman é das 200 milhas? (Esse mar é meu, manda seu barco pra lá que esse mar, esse mar é meu...)?
Letícia, é essa música mesmo! Hehehe
ResponderExcluirA Judy era entupida de remédio pela MGM pra guria agüentar o tranco das filmagens. Foi uma triste vítima entre as crianças prodígio.
Será que não existia ninguem que não tomava remedios nessa epóca?
ResponderExcluirou será que tbm rolava uma anfetamina no leite da Shirley Temple?
E tbm faz 70 anos que Bette Davis ganhou seu 2º Oscar...
Ed, duplamente verdade...
ResponderExcluirJá deu uma "fuçadinha" na biografia daquele povo 20's, 30's que morreram naqueles tempos mesmo? Sempre alcoolismo e coisas do gênero. Muitos!
Esa música o João Nogueira - meu vizinho no Méier antes de se mandar pra Barra da Tijuca - fez porque ficou empolgado quando o governo (do Geisel ou do Médici) estendeu o espaço marítimo da costa brasileira. Acho que era um problema com a pesca de camarões...
ResponderExcluirAlcoolismo e remédios são os avós da cocaína...
Eu até me espanto de Carmen Miranda não ter virado uma manguaceira...
Carmen era chegada em uma tragada e numa molhadinha no bico...
ResponderExcluirE junto com o passaporte para os EUA, veio os barbitúricos.
Deu no que deu.
Dizem que naquela epóca, os artistas tinham um contrato quase "escravo". E acabavam submetendo-se as drogas para estarem sempre dispostos ("ligadões") para cumprir seus compromissos.
Os milicos resolveram estender os limites marítimos de 12 para 200 milhas por questões de segurança, de diplomacia, de direitos internacionais etc. O episódio da pesca rolou alguns anos antes, nos começo dos 60, quando os franceses vinham aqui pescar lagostas (a famigerada 'Guerra das Lagostas'). A música do João Nogueira é ufanista, servil ao regime militar, na linha do 'este é um país que vai pra frente', nada diferente de Dom & Ravel.
ResponderExcluirLetícia, não sabia desse pormenor na música.
ResponderExcluirTambém nunca li nada a respeito sobre a Carmen e o alcool. Aliás, você leu a biografia do Ruy Castro dela?
Ed, coisa terrível!
Refel, interessante saber disso. Tanto tempo depois a música parece ter perdido esse teor. Mas jamais ouvirei ela de novo com os mesmos ouvidos.
Taí, Refer, nada mais justo que seu nome aqui.
ResponderExcluirEd, nunca soube que Carmen enchesse a caveira. Umas bicadinhas todos nós damos, porque somos filhos de Deus. Mas não lembro de nenhum episódio manguacístico de Carmen ("não lembro" é maneira de dizer. Não lembro de ter lido no Ruy Castro, isso sim).
Letícia, estou na moita. Esperando o preço desse livro baixar.
ResponderExcluirNão vai baixar nunca, Miguel. É referência. Quer o meu emprestado? Com direito a abrir bem os cadernos pra escanear?
ResponderExcluirLetícia, empresto e não devolvo! E um dia baixa. Tudo baixa nesta vida... Hahaha
ResponderExcluirComo é que você tem e nunca leu?
Eu li, Migueeeeel... O que disse antes é que nunca li no livro que Carmen fosse manguaceira, foi isso.
ResponderExcluirTe empresto desde que me devôrrrrva. Caso contrário, nem a pau, Nicolau!
Letícia, juro que devolvo! Aham ¬¬
ResponderExcluirEu sei que você devolve. Meus 45 não me enganam: você é um menino de família.
ResponderExcluirLetícia, mas jamais o arreganharia pra escaneear. Tenho má fama entre minhas irmãs até hoje porque eu era o colecionador de gibis da casa. Deixava que elas lê-sem, mas ficava vigiando pra ver se não iam dobrar eles ao meio. Sabe? Metade da revista virada pra trás? Horror. Isso acabava com a colinha da encadernação.
ResponderExcluirBem, na verdade não as deixava nem abrir muito normalmente.
Aprendi desde cedo que quem detém a informação manda no pedaço! :D
Não se atormente por isso, Miguel. Ele é em cadernos, e você esquece que eu costuro livros...
ResponderExcluirJá recalcitrei nesse sentido com um livrão-referência que um senhorzinho fofo me emprestou, pedindo para que eu não xerocasse. Pois foi exatamente o que fiz com ele inteiro. Depois, não só refiz a costura como devolvi (eram dois volumes) com uma bela luva enceradíssima, que ele admira até hoje em sua estante.
Escaneie o que bem entender.
Letícia, mas que dom mais chique! Amaria costurar livro!
ResponderExcluirai, eu tb nao me acostumo a ver minha doce Judy depois dos 40. vc já assistiu a um documentario, tipo reality show feito por ela meses antes de morrer? ela está horrenda, coitada. até a voz estava desaparecendo. amo=a.
ResponderExcluirCarla, nunca vi não! Deve ser curioso.
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