
Inimigas declaradas, chegaram algumas vezes quase às vias de fato. Disputavam quem possuía o chapéu mais espalhafatoso, além, claro, as notícias mais frescas. Notícias ou as mais maldosas fofocas, chame como quiser...

Mais tarde a colunista declarou este fato como um dos momentos mais constrangedores de sua vida, com aquela mãe ambiciosa obrigando a pequena criança de uns 8 anos a cantar e sapatear sem ter a mínima aptidão ao estrelato.
Já famosa, era a ela quem Liz Taylor ia “confidenciar” os acontecimentos de sua atribulada vida pessoal, com inúmeros casamentos e separações. Não havia método mais eficaz de promoção.
O estilo de texto se diferenciava porque nada era escrito como se fosse fofoca, mas conselhos de velhas senhoras à vida pessoal das jovens estrelas e, portanto inexperientes.

Ao fim do casamento com o astro das matinês Willian DeWolf Hopper, transformou-se num tipo de socialite de Hollywood. Aos cinqüenta anos, com papeis escassos direcionou-se a um programa de rádio por dois anos relatando os fatos e as pessoas que conhecia, e depois à imprensa escrita. Estamos falando de 1938!


Ainda na década de 50 abraçou sutilmente a causa comunista em plena caça às bruxas hollywoodianas, indo, portanto mais além do que sua rival Parsons, restrita aos boatos cinematográficos.
O Sandy...digo...o Júnior está processando o blog "Te dou um dado?" que afirmou que o anãozinho sertanejo é gay.
ResponderExcluirOs blogs seriam as Louella Parsons e as Hedda Hoppers de nossa época, Miguel Andrade ?
No way! Pensei nisso hoje à tarde depois que postei. Elas criavam as notícias, não comentavam as notícias dos outros, Jôka P., mas enfim...
ResponderExcluirSe esse guri eu fosse ficaria bem quietinho no meu canto. A gente comenta da fruta que ele gosta a mais de uma década. Só ele não sabia!
Louella foi apadrinhada pelo William Randolph Hearst porque presenciou o famoso crime que ocorreu em seu iate, onde estavam Charles Chaplin, Marion Davies, na década de 20. A coluna foi o cala-boca dela, que se tornou uma força em Hollywood.
ResponderExcluirAs duas bruxas eram tão malvadas que ficaram cada vez mais feiosas.
Olga, verdade! Eu não incluí isso do William Randolph Hearst pro texto não ficar tão longo. Eu não sabia do lance do iate, mas que ela foi uma ferrenha opositora ao Cidadão Kane. Em Malícia no País das Maravilhas, telefilme onde Liz Taylor vive a Louella, tem uma cena de Orson Welles dando um tapa publicamente na Hedda Hopper.
ResponderExcluirTem um filme do Bogdanovich, The Cat's Meaow, que é sobre esse episódio.
ResponderExcluirAi ai ai... será que eu to confundindo? Eu vi uma vez a décadas na TNT... Mesmo assim, obrigado pela informação, irei atrás.
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