sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Esfinge e a Fera

A critica Pauline Kael , chama A Bela e A Fera (La Belle et la Bête, 1946 de Jean Cocteau) de “talvez o mais sensualmente elegante de todos os contos de fada já filmados”. E lembra a opinião de Greta Garbo sobre o desfecho.

Quando mostraram o filme para Garbo, contam que ela disse “Eu quero a Fera de volta!”. Concordo, não sei se é porque a Fera com ares de coitada nos seduz, ou se a expectativa de quem está por debaixo de todos aqueles pêlos não é satisfatoriamente compensada.

[Ouvindo: Hey Boy Hey Girl - The Chemical Brothers]

4 comentários:

Leticia disse...

Mil vezes a fera!

Já pensou? Quando você vai ver aparece um príncipe da Disney, desses imberbes, sem muito o que dizer? Nem pensar!!

Ricardo A.M. disse...

Mas é o mesmo esquema até no desenho animado! A Fera era mais misteriosa (e por isso mesmo atraente e intrigante) e bonita do que o príncipe em que se transforma...

Será que nosso inconsciente está querendo dizer alguma coisa?
:P

Dino Napoleão disse...

Interessante é que esse filme serve de referência para o Drácula de Bram Stoker do Coppola.é um belíssimo filme,mágico mesmo.

Miguel Andrade disse...

Letícia, sim! Que mal há numa feiurinha externa?

Ricardo, só vi o da Disney na época, mas identifiquei vários lances desse. Não lembro do cara que a Fera se torna no desenho.

Dino, muita e muita referência visual e no lance do monstro ser apaixonado. Coppola diz isso muitas vezes na faixa de comentários do DVD de Drácula.

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