terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Qual é a música?

Se for pra vender música sexy... Capa do compacto turco de “Je t'aime... moi non plus”, mega hit de Jane Birkin & Serge Gainsbourgh, sugestivamente lançado em 69.

Sucesso é assim mesmo. Devo ter esta canção em 4 ou 5 versões diferentes entre CD, LP e compactos.

A única que jamais encontrei foi a gravada por Vera Fischer em 1987 para o filme Navalha na Carne de Neville d'Almeida. Noticiaram a gravação, mas nem entrou no corte final.

Um oferecimento gojira2012


18 comentários:

Alex Gonçalves disse...

Vera Fischer cantando? Cruzes! E eu lembro até hoje de "Navalha na Carne". Trash!

Ricardo A.M. disse...

Eu DU-VI-DO que você tenha a versão gravada pelo Pânico nos idos de 1996, hahahahaha!

Miguel Andrade disse...

Alex, tive tenta expectativa por esse filme. Bem ruinzinho.

Ricardo, nem sei o que é Pânico direito.

Leticia disse...

Pânico são esses peitos! Puxa...

Miguel Andrade disse...

Letícia, certeza!

djalma disse...

Minha mãe tem o Pasquim com o compacto original dessa música, vou ver se tiro umas fotos na próxima vez que for à casa dela.

E o disco/revista só existem porque meu avô era dono de uma banca de jornal, e ela teve a boa idéia de esconder na bolsa um exemplar pouco antes do lote inteiro ser recolhido. Foi algo bem na linha do "censurado? ops, já vendemos um logo que abrimos".

Informação não requisitada: não suporto essa música, nem qualquer outra cantada em francês. Apedrejem-me, fãs de Piaf! ;)

Miguel Andrade disse...

Djalma, eu tenho! Eu tenho!

Mas tá num saquinho, não em capa. Tem o Zig no selo do centro.

Não sabia que havia sido proibidona.

Ah, não! Não se limite a nada.

Leticia disse...

Esses já não passam no teste do lápis. Pelo contrário, o coitado fica perdido pra nunca mais.

Miguel Andrade disse...

letícia, gosto da importância das bolas dos brincos para a composição da imagem. repare!

Leticia disse...

Gostei do toque natalino. Passou batido na cultura turca.

Miguel Andrade disse...

Letícia, e representam o que a foto não mostra. Ahá!

Leticia disse...

Verdade! Como sou distraída!

Miguel Andrade disse...

Letícia, subliminar. Olha que modernos!

Leticia disse...

Já eram xing-ling, com fitas de presente enroladas até cobrir tudo...

Miguel Andrade disse...

letícia, ah sim! Ao invés das de vidro, tão mais bonitas.

Leticia disse...

Acabaram, como tudo que é delicado.

djalma disse...

Sim, Miguel, proibidona! Talvez justamente por ser distribuído em bancas, juntamente com a revista, é que várias cópias sobreviveram.

Agora, preciso retificar algo quanto aos franceses: adoro Josephine Baker, Mistinguett, Ninon Vallin... mas só gravações antigas, década de 30 pra trás. Pronto, já me redimi parcialmente ;)

E concordo, bolinhas de vidro eram muito mais interessantes, delicadas e bonitas. Mas... o que mais me impressionava como criança era a fragilidade. Bastava um barulhinho de casca de ovo quebrando e aquela miríade de caquinhos coloridos de um lado, prateados do outro... pra saber que vinha bronca na certa!

Miguel Andrade disse...

letícia, concordo. As outras quebravam, claro, mas eran de um efeito bem superior.

Djalma, então! Por isso penso duas vezes antes de generalizar. Sempre tem alguma coisinha que a gente curte.

Quando criança derrubei sem querer uma caixinha inteira numa loja. Morri de vergonha!

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