quinta-feira, 30 de julho de 2009

Conflito de gerações


A historinha até que termina bem óbvia, mas vale como registro legítimo do movimento hippie na classe média brasileira. Tina sempre foi minha personagem do Mauricio de Souza preferida.

Mesmo quando era criança, os roteiros reservados a ela sempre me pareceram os mais interessantes. Embora eu não tenha chegado a ter contato com essa fase paz e amor, só uma coisa 80’s tipo Capricho – A Revista da Gatinha.


8 comentários:

Dênis, the menace disse...

certa vez levei um amigo gringo a feira hippie aki de campinas e a jovem vendedora toda "hippie e alternativa", ao perceber q eu estava com um estrangeiro, tentou vender um colarzinho muito do vagabundo por 10 reais. A cara de pau era tanta q ela disse q era feito de sementes da Amazônia kkkk Amazônia? humm sei, o quintal de casa agora tem outro nome, néam kkk

Miguel Andrade disse...

Dênis, tem feira hippie em todo lugar! Hahaha

Uma vez, no Café do Ponto do shopping daqui, fomos deixados as traças porque todos os atendentes estavam dedicados a atender um casal de americanos. Como se o fato de vc ser de um outro país te deixasse mais valioso...

Igres Leandro disse...

Tina? Eu nunca tinha visto a tinha. Parece uma versão adolescente da Mônica antes da versão adolescente atual, haha. Isso aí é exatamente de quando, Miguel?

Miguel Andrade disse...

Ué, Tina existe até hoje! Ficou diferente fisicamente.

Escaneei de uma edição 80's com as melhores histórias do primeiro ano da Turma da Mônica, dos 70.

Letícia disse...

agora a Tina está toda moderna, passou a fase durebox, né?
se a Tina seria a Mônica, a Pipa seria a Magali, então..

Miguel Andrade disse...

Letícia, e o Rolo seria o Cebolinha com cabelo ruim.

Olga disse...

Miguel, a primeira Feira Hippie do Rio foi na Praça General Osório, em Ipanema, onde eu vivi a maior parte da minha vida. Eram hippies genuínos, que vendiam um monte de produtos artesanais rústicos. Aos poucos, artistas se juntaram a eles e a Feira manteve o nome, mas não os hippies.
E era a década de 70. Em 80, a gente vivia mais com glitter.
beijo

Miguel Andrade disse...

Olga, quando criança eu conhecia feira hippie de Curitiba. E como era só o que eu conhecia achava que era uma exclusividade local. Veja só!

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