A rodoviária de Capão Bonito (oi?) é uma festa! Meu ônibus deu uma parada lá e entre as mais altas baixarias, estava escrito isso na porta do banheiro:
“Leila Diniz (Minha deusa) Depois de 35 anos de sua morte (1972) até hoje bato (*) em seu louvor. Isso é que foi mulher. Um fã que não esquece.”
Letícia, este texto faz ficarmos pensando que figura deve ter escrito isso! Se você visse o que é a rodoviária de Capão Bonito... Ou melhor, o que é Capão Bonito...
Antigamente tinha uma Magali daquelas de porta de escola, toda torta, pintada na parede. Infelizmente a apagaram... É um povo que viaja muito. Os ônibus sempre se esvaziam lá, mas entra outro mundaréu de gente.
Andei um tempo frequentando a rodoviária de Cruzeiro e lembro com carinho dos papéis higiênicos lindamente acondicionados em garrafas de cola-cola cortadas, pintadas com umas florzinhas.
E, como não?, do cinzeiro do botequim, um daqueles anos 60, de alumínio cor-de-rosa, amassado no fundo e nas bordas, por séculos de quedas e cigarros violentamente apagados.
Letícia, desde que o mundo é mundo, os ônibus que vão ou vêm de Itapeva passam por lá.
Me arrependo de nunca ter fotografado aquela Magali. Bem, pelo menos a de Cruzeiro tinha papel higiênico. A de Capão Bonito não tem absolutamente NADA nem para lavar as mãos quanto mais pra limpar vocêsabe o quê...
6 comentários:
Das duas uma: ou o cara é um portento geriátrico ou esse banheiro não é pintado há moooooito tempo...
Letícia, este texto faz ficarmos pensando que figura deve ter escrito isso! Se você visse o que é a rodoviária de Capão Bonito... Ou melhor, o que é Capão Bonito...
Nunca passei pela rodô de Capão Bonito, mas imagino, Miguel...
Antigamente tinha uma Magali daquelas de porta de escola, toda torta, pintada na parede. Infelizmente a apagaram... É um povo que viaja muito. Os ônibus sempre se esvaziam lá, mas entra outro mundaréu de gente.
Nossa, então é parada frequente pra você, hein?
Andei um tempo frequentando a rodoviária de Cruzeiro e lembro com carinho dos papéis higiênicos lindamente acondicionados em garrafas de cola-cola cortadas, pintadas com umas florzinhas.
E, como não?, do cinzeiro do botequim, um daqueles anos 60, de alumínio cor-de-rosa, amassado no fundo e nas bordas, por séculos de quedas e cigarros violentamente apagados.
Letícia, desde que o mundo é mundo, os ônibus que vão ou vêm de Itapeva passam por lá.
Me arrependo de nunca ter fotografado aquela Magali. Bem, pelo menos a de Cruzeiro tinha papel higiênico. A de Capão Bonito não tem absolutamente NADA nem para lavar as mãos quanto mais pra limpar vocêsabe o quê...
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