A “estrela” e o rifle

Como já até disse aqui, dá uma sensação de poderes parapsicológicos pegar o nome de uma desconhecida numa revista 50’s e pesquisar qual foi seu futuro. No caso desta Elaine Aiken, confesso que fui atrás só pra saber se não era mais uma “fake” de revistas de crimes da época. E ela existiu mesmo!
E o que não faziam os departamentos de publicidade dos estúdios? Pouco importava em qual tipo de revista, contando que não fosse a Confidential ou Whisper, especialistas em fofocas hardcore do tipo quem está comendo quem.
Pelo IMDB, a carreira de Elaine Aiken, pobrezinha, não teve jeito. Tem só 8 trabalhinhos, sendo a maioria para TV, contando o seriado Kojak e a comédia O Clube dos Pilantras.
Veja também:
Charlene Jesmer: Provocante e soberba
Antes de comentar, por favor, tenha consciência de que este espaço é disponibilizado para a sua livre opinião sobre o post que você deve ter lido antes.
Opiniões de terceiros não representam necessariamente a do proprietário do blog. Reserva-se o direito de excluir comentários ofensivos, preconceituosos, caluniosos ou publicitários.