
E até que demorei a me aventurar na plataforma Linux! Tô escrevendo este post naquele Kurumin, a versão que roda diretamente do CD. Lembra, há algum tempo atrás, quando o governo proibiu uma lista enorme de remédios e entre eles havia um certo Virgin Again? Pois é! É exatamente assim que me sinto longe do Windows!!! Ou quando se muda de casa e não se sabe direito o que está onde, e se passa meses a fio apertando o interruptor errado. Pra você ter uma idéia, estou salvando no disquete (uma das coisas que mais odeio neste planeta, após a invenção da calcinha secando na torneira do chuveiro), porque simplesmente não consigo salvar no HD. Dá ao mesmo tempo um gostinho de rebeldia, não só por toda utopia em torno deste sistema operacional, mas também por não me sentir só nas mãos de uma mega-ultra-empresa como a do senhor Bill Gates. Tipo, deu pau? É só colocar o disquinho no drive e shazam! Esta versão é bonita, coisa e tal, e mal fucei ainda em todos os beriguinaites, mas já deu pra ver que pelo menos os joguinhos dão de 10 nos da Microsoft. Putz, entra versão, sai versão e lá é sempre a mesma coisa!!! Desde o finado Matusalém, um Windows 95, depois o Júnior era 98, e os jogos sempre os mesmos. Quando veio a plástica do XP, o quêêêê? É a primeira coisa da qual me livro. Agora no atual Bruce com o Service Pack 2 fui correndo ver e lá estava a mesma paciência. Paciência! Aqui é tudo meio chupado da Nintendo, troca-se o Mario (Que Mario?) pelo Pingüin, mas são bonitos. O que me faz falta é meu Photoshop, Flash, meu ACDSee, Winamp... E todos os outros aplicativos que, se um dia tiver que viver em uma ilha deserta, são eles que levo! Claro que se lá tiver energia elétrica...



