Ainda tô longe de dar uma receita de gaspacho de cabeça, mas adoraria no clímax de uma conversa tensa lascar um "Y una pontita de ajo", mas dou minhas cacetadas na cozinha! Assim ou assado, aliás, assado só se for no microondas, que ainda não rolou um fogão de verdade, desses que vem com forno embaixo, sabe? Quando se sabe que moro sozinho da silva, ou melhor, sem a companhia de outra figura humana, ou morre-se de pena, lamenta-se da solidão ou, na pior das hipóteses, tenta-se arrumar uma esposa. Humpf! E tô pra provar um arrozinho melhor que o meu. Nem minha progenitora, mestre em bife (aquele misterioso pedaço de carne tão simples e por isso tão complicado de ser feito), jamé conseguiu um como o meu. Só não gosto de seguir receita. Prefiro provar ou imaginar um sabor e depois ir criando na mente até chegar ao resultado satisfatório. Não tolero fresco que não come alho nem cebola. E sempre tem um mané que não come alho nem cebola. E há comida sem alho ou cebola? Ou melhor, isso tem um sabor tão gritante assim que chegue a incomodar? Meu, e por favor, não é sua mãe que está te fazendo o almoço, portanto come, agradece e vai com Deus. E aquele que quer colocar queijo ralado(!!!) no molho? Você fica horas e horas bolando um sabor, combinando gostos como se fosse uma orquestra e neguinho vai lá e coloca aquele pozinho cheirando a fanfa e acaba com tudo! Assim, cleck! Num estalar de dedos. E nem me pergunte o que é fanfa, que você deve imaginar muito bem o que seja! "O júri é muito simpático, mas é incompetente."
terça-feira, 16 de novembro de 2004
Ainda tô longe de dar uma receita de gaspacho de cabeça, mas adoraria no clímax de uma conversa tensa lascar um "Y una pontita de ajo", mas dou minhas cacetadas na cozinha! Assim ou assado, aliás, assado só se for no microondas, que ainda não rolou um fogão de verdade, desses que vem com forno embaixo, sabe? Quando se sabe que moro sozinho da silva, ou melhor, sem a companhia de outra figura humana, ou morre-se de pena, lamenta-se da solidão ou, na pior das hipóteses, tenta-se arrumar uma esposa. Humpf! E tô pra provar um arrozinho melhor que o meu. Nem minha progenitora, mestre em bife (aquele misterioso pedaço de carne tão simples e por isso tão complicado de ser feito), jamé conseguiu um como o meu. Só não gosto de seguir receita. Prefiro provar ou imaginar um sabor e depois ir criando na mente até chegar ao resultado satisfatório. Não tolero fresco que não come alho nem cebola. E sempre tem um mané que não come alho nem cebola. E há comida sem alho ou cebola? Ou melhor, isso tem um sabor tão gritante assim que chegue a incomodar? Meu, e por favor, não é sua mãe que está te fazendo o almoço, portanto come, agradece e vai com Deus. E aquele que quer colocar queijo ralado(!!!) no molho? Você fica horas e horas bolando um sabor, combinando gostos como se fosse uma orquestra e neguinho vai lá e coloca aquele pozinho cheirando a fanfa e acaba com tudo! Assim, cleck! Num estalar de dedos. E nem me pergunte o que é fanfa, que você deve imaginar muito bem o que seja! "O júri é muito simpático, mas é incompetente."
segunda-feira, 8 de novembro de 2004
Short Cuts
No capítulo anterior: Nosso intrépido blogueiro tasca uma boa mochila nas costas e vai chutar pedrinha em outras playas. Continuando literalmente sem lenço e sem documento, colocando sua velha e conhecida boa vontade e ironia à prova. Corte brusco. Passagem de tempo. Vê-se letreiro indicando "um ano depois". Sua tatoo continua sem ser retocada, mas nem perdeu a cor. Hoje já tem uma "comunidade" real e tenta achar graça nas virtuais. Quanto a Orkut, continua preferindo iogurte! Ah! Mas já tô lá também, né? E o tal de Multiply? Tente entrar em http://miguelandrade.multiply.com!!! E a vida continua sendo dolce, dolce, dolce! E chegando em casa, morto de cansado depois de horas a fio tentando ensinar que o botão direito do mouse não serve para absolutamente nadica de nada na maior parte do tempo, sou brindado com quilos do mais puro e doce afeto animalesco! Senhor Boris Bola e dona Glenda Glen Glen dividem novamente o mesmo teto! Oh, fazia quase um ano que não via as duas pestinhas, e agora eles estão tão perto! E a Glen, depois de sua estadia em Itapeva, onde pariu, pelos meus cálculos, uns 15 itapevensinhos de 4 patas, manda dizer que não é piranha, não senhor, mas que num tá pra brincadeira! Hoje vive calminha, sem gandaias noturnas nem nada, mas acabou de parir 5 lindos rebentos. Calculando direitinho, graças às suas escapulidas em terras fundadas por tropeiros, vieram ao mundo nada menos que 80 patinhas peludas, o que é gato pra chuchu, né? E ela andava com um piriri que ce neeeeeeeeeeem imagina! Haja areia higiênica! Putz! Aliás, Putz é a marca mais baratinha e a mais bacana também, né? E o Boris (vulgo Bolinho) que continua correndo atrás de paninhos e todas as outras coisinhas que ele sempre fez, só que agüenta muito menos passear sem pedir colo, e claro, já tá cheio de pelos brancos. E se antes, quando tinha apenas meses, já falavam que ele era velho (devido a sua pelagem de "arame"), imagina agora, com 7 (!!!) anos a mais! Pronto, tá a par dos emocionantes capítulos? Hu?
sábado, 9 de outubro de 2004
Um convidado bem trapalhão
E chama a Glorinha que eu tô na área! Líder absoluto das gafes intencionais ou não! Como gafe leia basfond, barraco, bobeira etc. e tal, né? Tipo, chego a uma festa e vem um senhor sorridente me cumprimentar: "Ah, você é o Miguel, irmão da fulana?", e eu estendendo a mão e tendo que pensar muuuuuuito rápido: "Putz, esse cara é parente daquela senhorinha...", então em um esforço de simpatia digo "E o senhor é irmão da dona Sicrana?", "Não, não, ela é a minha mãe..." Silêncio absoluto... "Pra você ver como sua mãe tá bem conservada!" Detalhe, a véinha aparenta ter 250 anos! "Com licença, vou ao toalete..." Saída pela direita! Bem de fininho! Ja peguei o metrô lotado pela manhã e achei um banco vago. Nesse minúsculo espaço de tempo que tinha para conquistar tal oásis nem tentei refletir sobre sua existência. Quando fui sentar escorreguei o pé e só aí descobri que embaixo dele estava TOTALMENTE vomitado. Ugh!!! Já fui expulso por atos libidinosos de uma casa noturna! Outra vez levei um hipermega porre em um vernissage que acontecia na Casa da Cultura. E dá-lhe glicose na veia e o que é bem pior, vomitei em público e disse poucas e boas em alto e bom som para quem estivesse presente. Querendo ouvir ou não! Nesse mesmo lugar, durante um happening em comemoração ao aniversário da cidade, preparei um número surpresa. Enquanto todos os artistas locais exibiram poemas e danças exaltando sua terrinha natal, fiz uma performance para nos lembrarmos dos excluídos. Ao som de Titanomaquia entrei coberto em um cobertor velho e depois abandonei ele e fui até a platéia, formada quase que exclusivamente de velhas senhoras tomando chá, pedir esmola trajando... uma cueca muito pequena! Assim, a troco de muito pouco. Quando, anos depois, surgiu a oportunidade de mostrar a Dolce Vita na G disse que não. O cachê era ridículo! Humpf! E outro dia que uma aluna escreveu na redação da prova de Word: "As aulas são boas e o professor é engraçado e divertido." Nem o Bozo faria melhor!
domingo, 26 de setembro de 2004
Conduzindo Miss Dayse
Já disse o profeta dos bits: "Sua mulher quer dirigir? Compre uma enceradeira para ela!!!" Que o profeta nunca entendeu muito de mulher não se é de estranhar. Vindo de um eremita do mundo cheio de uns e zeros nem se deve exclamar de possíveis incorreções políticas, mas uma dessas criaturas motorizadas tem me irritado infinitamente. Nos capítulos anteriores tomamos conhecimento de que este doce escriba agora depende de buzão para ir à labuta. Motorista é aquele ser que fica sentado o dia todo dando voltas pelo mesmo lugar em um calor espartano e muitas vezes não perde o humor. Com que sonhariam os motoristas? Outro dia, ao abrir-se a porta, dou de cara com uma figura seríssima de (wow) sunglasses cyber, cabelo tigelinha, e inacreditáveis luvinhas de motoqueiro, talvez para não ressecar as delicadas mãos que seguram aquele volante por horas. Como, benzadeus, peguei pouquíssimos coletivos na vida, nunca tinha visto uma mulé no volante profissionalmente. Depois de risadinhas internas (of course), apenas pelo ineditismo, me senti uma pessoa muderrrrrrrna e gostei. Achei graça do quanto ela andava devagar, cautelosa nas curvas, e putz, preciso aprender a dirigir nesta vida! No segundo dia me irritei com essa mesma cautela excessiva, e nos dias consecutivos mais ainda. Dou uma semana para eu ligar à companhia reclamando da mosca morta! A infeliz passa sobre TODAS as lombadas que encontra pela frente sem nenhuma sutileza. Não é difícil termos que nos levantar para aparar velhinhos que estavam em pé, esperando para descer e quase se esborracham. Quando isto acontece, a dita pára o ônibus com uma finesse tipo Tonhão e pede para eles aguardarem o veículo estacionar sentados. Quando um senhor começou a bravejar sobre a (falta de) competência da fulana, outra passageira imediatamente berrou: "Ce tá reclamando porque ela é mulher! Vai lá e faz melhor!!!" As vezes pertencer a uma minoria tem lá as suas vantagens. Humpf! Como é a única profissional na área que conheci até agora, não posso aqui medir parâmetros, ou tascar um post chauvinista. A coitada é medíocre mesmo! Ao contrário de coletivos, posso, sem medo alegar que elas não nasceram para dirigir filmes! Fora o lampejo chamado "Carlota Joaquina", me indique uma película que seja digna de nota e te dou uma maria mole cor de rosa de presente! As periquitas que me perdoem, mas escrever novela também não me parece ser o forte deste sexo. E Glória Perez tá aí para não me deixar mentir... Em compensação, interpretar é coisa delas. Há atrizes mil vezes melhores que atores. É a profissão feminina por natureza. A sensibilidade aguçada faz com que listemos em poucos segundos 10 atrizes estupendas, já com eles esta mesma lista dá um pouco mais de trabalho. A canastrice é cara ao sexo masculino. Claro que há exceções, mas uma coisa é preconceito, outra é constatação. Independente do que se carrega entre as pernas. Ou não, né?!
sábado, 4 de setembro de 2004
Gatinhas e Gatões
segunda-feira, 16 de agosto de 2004
Pink Flamingos
sexta-feira, 30 de julho de 2004
Um Dia a Casa Cai
quarta-feira, 21 de julho de 2004
Rosalie Vai às Compras
segunda-feira, 19 de julho de 2004
Mamãe faz 100 anos
sábado, 10 de julho de 2004
O Nome da Rosa
Sempre achei tudo saber que o segundo nome de uma de minhas irmãs foi tirado da criação mais famosa de Maurício de Souza. A diferença é que o da sorela tem grampinho ao invés de chapeuzinho do vovô na letra "O". A história do meu é curiosa, e me fascinava na infância, já que era inconcebível que um adulto se chamasse Miguel. Me assustava crescer e perder o nome. Era incômodo "Miguel Franoná" (nem me lembro como se escreve isso, e a preguiça de procurar o Dicionário da Globo também não ajuda em nada), o Raul Cortez em Água Viva. Foi assassinado, o que considerei um alívio. Grande Gilberto Braga e seus milionários mortos à procura de um culpado! Mas minha mãe sempre contou que seria Nuno. Oh! Graças a um menino mal educado que morava no apartamento acima, que também era Nuno, sacou Miguel de uma de suas fotonovelas favoritas. Cruel como só as mães sabem ser, me jogava na cara que mudou, mas "por castigo divino és pior que o outro". Miguel gera os mesmos e óbvios apelidos: Mi, Lito, Miguelito. Fala sério! Mi aprendi a gostar, Lito lembra litro, e Miguelito me soa irônico, debochado, etc. Tipo Los Três Amigos. " -Como te chamas? - Miguelito", Laertón saca sua arma e: "POW! Chamavas!" Huahuahauahauahau. Mas dá pra gostar vindo à mente Marylin Monroe, sempre sinal de bom agouro quando a vejo estampada em qualquer lugar (e a vejo muito, acredite!), cantando Heat Wave: "-Chico, Miguelito!". Ultimamente mais ouço Fessor e Professor. Posso estar tomando um cafezinho com um aluno fora da escola e continua me tratando por professor... Nem me estressa, só não tolero "teacher". Dependendo do meu humor (Humpf!) nem atendo. E esse povo daqui que tem sobrenomes complicadíssimos!?! Suor frio na hora de conferir os presentes na classe. Acostumado com o seu, óbvio, me corrige como se eu estivesse cometendo um erro de redundância gramatical. Traz o Záccaro que ele consegue falar direitinho esse monte de g, f, s, meu filho! E todos que têm a idade do meu sobrinho mais velho são Thiago. Com 19/20 anos são Jenifer, Jonatã e eles nunca ouviram falar do casal Heart, olha que absurdo! Seguindo essa linha, seriados clássicos tem a Sabrina, Kelly, Samanta entre outras homenagens a mocinhas de escova nos cabelos. Da música vem alguns Roberto Carlos, quase quarentões. Adolescentes pedem a cada semana para serem chamados por nomes diferentes e na chamada para não se falar sobrenome ou nomes do tipo Maria. Aliás, naquelas centenas de listas amarelas deve ter outros milhares de casos "raros", mas o mais difícil desse ramo é associar tantos rostos com o título que a progenitora lhes achou merecido. Sorte não dar aula para as filhas da Baby do Brasil... Pensou?
[Ouvindo: i love my daddy - ELECTROCUTE ]
segunda-feira, 21 de junho de 2004
As Amazonas na Lua
E lá se vai o tempo... Cada post publicado aqui, sempre penso que já dá pra escrever outro logo em seguida, porque idéias sempre existem (benzadeus!), mas há sempre tanto e tanto a ser feito e o tempo às vezes prega armadilhinhas dia após dia... E nada de ter a boa e velha net a meu bel prazer. Mas antes que me esqueça: HUMPF!!! Ah, e não é que o Júnior (o PC, não o Paudalhense) agora anda por aí vestidinho de XP? Eu hein, Rosa, de fazer o finado Matusalém se retorcer de inveja! E parece que meu medo do bicho era puro preconceito. Pelo menos por enquanto ele anda beeeeeeeeeeem melhor que o 98... Aliás, 98 já faz tempo pra chuchu, né? Aliás 2, ele só tá XP porque quase deu com as dez quando inventei de reinstalar o maledeto Corel 10! Comeu tudo quanto foi DLL do coitado!!!! Depois dessa só uma plástica! O Júnior virou a cyber Glória Meneses! Júnior Meneses!!! Esticadinho com um XPezinho básico! E cê sabia que XP vem de Experience? Hu? Eu não! Fora isso, nada de muita novida... Meu caro amigo, aqui na terra tão jogando futebol... Tenho me divertido HORRRRRRRRORES vendo a programação da Rede TV! de fio a pavio... Desde já o clássico trash absoluto da TV brasileira. Preciso começar a gravar isso! Se sair 24 horas do canal em DVD eu compro! Huahauahuahaua! Nem dá pra ter saudades do TV Pirata. E o Clodovil colocando um sapato de couro de jacaré: "-Tô colocando isso aqui, mas pode ter certeza que na minha imaginação é uma sandália liiiiiiiiiiiiiiinda de strass"... Tá? Melhor que isso só o Swing com Siang (quem?) na Gazeta! NÃO, muito melhor que isso são as mocinhas do Happy Line!!!!!!! Já viu? Uma com sotaque nortista que passa a madrugada toda tentando esconder a calcinha em sua micro (?) saia: "Olha, sou a prova viva de que vale a pena insistir nos sonhos. Há seis meses eu não era ninguém!" Quê? Ah, entendi, ela já deve de tar sendo reconhecida na padaria perto da casa dela... Fora o padeiro, que é quem mais assiste a seus dotes de apresentadora-modelo-atriz, só eu que exercito meu lado masoca... Trash Line! Vixe, não sabe da última!!! Vou mandar fazer um crachá escrito RELÓGIO pra ir trabalhar... Se é que você me entende! Humpf! E a praga da vida moderna é o paraibinha símbolo das Casas Bahia com sua pança de fora e seu sorriso cínico! A vitória da cafonalha! Não se tem mais sossego nesse mundo? Para ele que tô querendo descer, tá? Antigamente o mundo era mais silencioso. Era 3 em 1 para poucos, o que não significava muita coisa em termos de potência sonora, e radinho de pilha ou aqueles toca-fitas pretos para muitos. O que também não significava absolutamente nada em KW. Hoje essa gente decide quanto quer pagar por aqueles aparelhos gorduchos e durma-se com um barulho desses! Tô ranzinza o suficiente? Tô entrando na velha forma...
domingo, 30 de maio de 2004
Ghost In The Shell
quinta-feira, 13 de maio de 2004
Denise está chamando
domingo, 25 de abril de 2004
Madadayo
segunda-feira, 5 de abril de 2004
Por uma vida menos ordinária
quarta-feira, 24 de março de 2004
Esqueceram de Mim
domingo, 7 de março de 2004
Cantando na Chuva
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2004
Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2004
Hairspray
Ligar pra aparência eu não sou de ligar... Uso na boa meias pretas com sapato preto, tênis velho, etc, sem a mínima culpa, mas me sinto incrivelmente forte e seguro de cabelo cortado. Mas não leia isso imaginando: "Noooossa, que supimpa, esse cara deve ir ao cabeleireiro todo o mês!". Não vou e, se pudesse, não iria nunca! Não tenho a mínima afeição por utilizar estes profissionais, sempre tão bem informados quanto ao cotidiano alheio. Já fiquei quase um ano sem cortar a juba, o que me deixa feliz para ficar em casa. Na rua, dá-lhe gel (sim, sim, sou um rapaz new wave!), boné, ou qualquer coisa que dome todo o "volume". Aliás, aparento, benzadeus, que não ficarei calvo antes dos 95 anos! Oh! Sou extremamente tímido, e qualquer coisa que possa fazer as pessoas olharem torto já me assusta. Jamais me pergunte como na adolêscencia ele foi lilás (aliás..), azul e verde! Só os hormônios em abundância podem responder! Acho um saco ir cortar o cabelo e ficar duas horas imóvel, e o pior, quase sempre sem fumar. Respondendo a perguntas sobre onde moro, o que faço, quem sou, blablabla!!! E imaginando: "Safado, quer saber por quê? Vou virar as costas e vai desembocar todas essas informações no próximo a sentar aqui...". Mas respondo, sempre respondo. Jamais seria rude com alguém com arma branca em punho. "E se eu não for legal e ele não der um jeito nisso aqui?". Já me diverti perversamente imaginando que se eu contasse que era um arqueólogo prestes a achar a Arca da Aliança, e só depois marcaria casamento com a modelo e atriz da capa daquela revista ali, em pouco tempo nem precisaria mais usar os seus serviços, já que o que importa se o cara parece o capitão caverna se ele é a reencarnação do Errol Flynn? Wow! E poderia criar um blog inteirinho só sobre causos de salão! Tinha um que quando eu era moleque (Humpf, e isso nem faz tanto tempo assim!) aproveitava pra esfregar... Bem, você sabe o quê... Em meu cotovelo. Bastard! Devia ter uns 70 anos e ficava fungando. Uma mocinha que toda vez que ia lavar minha cabeça enfiava o dedão dentro do meu ouvido. Com unhas gigantescas vermelhas e tudo, sem o mínimo dó do meus canais auditivos... Sobre hálitos pútridos nem vou falar. Mas a coisa mais, mas muito mais MESMO, insuportável que sempre acontece comigo, é avisar pra tomar cuidado com o sinal (verruga é o catso!) de nascença que tenho na nuca. Meu pai também tinha. Uma espécie de herança física familiar. "Ah, sim, eu já vi. Pode deixar!" Diz sorrindo, pra logo depois eu gemer de dor e quase, mais uma vez, lá se vai minha espécie de herança física familiar.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2004
Boogie Nights
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