sábado, 31 de outubro de 2020

Sean Connery: a despedida de um símbolo

 

Nunca mais outra vez Sean Connery. O mitológico ator faleceu hoje, 31, aos 90 anos de idade.

O ultimo blockbuster  foi A Liga Extraordinária (The League of Extraordinary Gentlemen de Stephen Norrington)  em 2003. Talvez por sua presença tão forte em títulos marcantes que sempre revemos, que parecem ter sido bem rápidos esses 18 anos sem ele na tela.

Depois fez apenas alguns trabalhos emprestando a voz. Um deles foi para o game James Bond 007: From Russia with Love em 2005, sua legítima despedida do personagem que o imortalizou.

O pobre rapaz muito bonitão nasceu na Escócia, trabalhou como modelo e logo estaria nos palcos, TV e teatro interpretando geralmente homens rudes de sexy appeal elevado.  Com talento conseguia escapar dos meros enfeites de cena.

Quando foi chamado para ser James Bond em 1962 já tinha quase 10 anos de carreira como ator. Mas seria sua personificação do personagem, a primeira oficial no cinema,  que o transformaria em astro internacional e carimbo para trabalhar em Hollywood.

Estaria como James Bond sete vezes! E embora tenha sido o primeiro, escapou de ser extremamente associado ao agente tendo uma sólida carreira que durou décadas em clássicos como Marnie, Confissões de Uma Ladra (Marnie, 1964 de Alfred Hitchcock).

Connery gerou ainda, a partir do êxito como 007, uma leva de galãs parecidos ou similares a ele que abundaram o cinema popular até os anos 70. No período, livre de Bond, ele pulou de cabeça na bizarra ficção científica Zardoz (1974 de John Boorman) e no drama O Homem que Queria ser Rei (The Man Who Would Be King, 1975 de John Huston) entre outros.

Ele chegou aos anos 80 como ícone, mas o melhor ainda estava por vir! A adaptação do best-seller O Nome da Rosa de Umberto Eco por Jean-Jacques Annaud em 1986 trazia Connery com uma interpretação madura e ainda assumindo a calvície (orgulhosamente já no pôster), disfarçada com peruca desde os idos de modelo.

No ano seguinte conquistaria seu Oscar pelo desempenho em Os Intocáveis (The Untouchables 1987, de Brian de Palma). Fecharia a década muito celebrado em Indiana Jones e a Última Cruzada (Indiana Jones and the Last Crusade, 1989 de Steven Spielberg), filme que teoricamente encerraria a trilogia.

 Anos 90 seu nome esteve à frente de filmes como Caçada Ao Outubro Vermelho (The Hunt for Red October, 1990 de John McTiernan) e A Rocha (The Rock, 1996  de Michael Bay). Passou a reclamar cada vez mais das mentes por trás do cinema popular, que já haviam mudado bastante e seu desejo em se aposentar.

Logo antes do derradeiro Liga Extraordinária esteve no sensível Encontrando Forrester (Finding Forrester, 2000 de Gus Van Sant). Sabiamente soube se despedir antes de se tornar uma figura deslocada do seu tempo.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Os 10 discos mais valiosos da nossa coleção

O mundo do colecionismo nunca mais foi o mesmo após a invenção da internet. Primeiro que muita coisa está ao alcance e depois... Os valores podem ser bem elevados!

Qualquer item pode não valer nada ou pode custar uma pequena fortuna. Supostamente! Cadastramos todos os nossos CDs e discos de vinil em um site que também vende e nos surpreendemos.

Listamos os 10 CDs/LPs mais caros da nossa coleção segundo o tal site e a surpresa não foi propriamente o quanto valem, mas o que vale bastante! Tem disco que já quase joguei no lixo que custa quase um salário mínimo.

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Não contavam com a astúcia dos herdeiros. Fora da TV Chaves ressurge nas bancas

Chaves e Chapolin fora das Tvs de todo o mundo, mas nas bancas! A Panini está lançando álbum de figurinhas para celebrar os 50 anos de criação dos personagens mais famosos de Roberto Bolaños.

É o que difere este álbum de todos os outros. Não é sobre os programas, mas sobre a criação dos personagens.

Não há menção alguma a emissora Televisa. São 210 cromos autocolantes (contendo algumas metalizadas) celebrando criador e criaturas em desenhos e fotos.

No vídeo conferimos o álbum que está nas bancas e ainda alguns pacotinhos de figurinhas. Quem resiste a abrir um?

Se chegou agora, se inscreva no canal e deixe o seu like! Vídeos novos toda semana.

domingo, 25 de outubro de 2020

Encaramos Coca Cola Romena com sabores transilvânicos!

Gosto de sabores exóticos, mas confesso que essa Coca-Cola da Romênia me fez pensar até onde ia minha coragem! São três sabores da série Specialty que ainda brincava com o aspecto retrô.

Maçã e Flor de Sabugueiro, Damasco e Pinho e BlackBerry e zimbro! Bom, sabores de se procurar no Google pra saber o que é.

A Romênia é um país do sudeste europeu conhecido pela região florestal da Transilvânia, cercada pelos Cárpatos, confirma a Wiki. Então devem estar aptos a coisas estranhas.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Batcomputador era de verdade! Máquina apareceu em vários filmes e séries

 

Na minha info ignorância achava que computador de ficção científica retrô era tudo um monte de luzinhas piscado com uns sons eletrônicos genéricos. Ledo engano! 

Alguns até poderiam ser, mas produções de grandes estúdios, ou com um orçamento melhorzinho, usaram o Burroughs 205 Datatron. Que vem a ser um dos primeiros consoles de comando, lançado em 1956, alçado a ícone da cultura popular nos anos 60.

A nave Júpiter 2 da série Perdidos no Espaço (1965) tinha um Burroughs 205. Um não, vários!

Sua encarnação mais famosa mesmo foi como Batcomputador na série Batman de 1966! De mentirinha ele podia até aceitar comando de voz na ficção.

Não só o Burroughs 205, mas seus slots gigantes a fita continuaram a aparecer em séries e filmes nos anos 70. Imagina qual computador comandava a edificação no catastrófico Inferno na Torre (The Towering Inferno, 1974 de John Guillermin)?

A página Starring The Computer listou uma série de aparições no cinema e TV da célebre máquina com cotação para a visibilidade, importância na trama e realismo. Nesse quesito entenda seus sub usos mais bizarros!

Por exemplo, em A Máquina de Fazer Bikinis (Dr. Goldfoot and the Bikini Machine, 1965 de Norman Taurog), o cientista louco interpretado por Vincent Price usa toda aquela tecnologia para programar as lindas robôs fêmeas. Isso é que é realismo!

Interessante pensar que a computação era algo bem distante das pessoas comuns. Computadores poderiam fazer qualquer coisa que estava joia pra plateia.

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Um pulinho na banca da esquina

Aprendi a ler em um gibi, cresci frequentando banca atrás de novidades. Turma da Monica, Disney, heróis, celebridades da TV, qualquer coisa!

Isso entre os anos 80/90. Até que me encantei por mangá e outras coisas e fui deixando de lado o vício pelas historinhas contadas em quadrinhos.

No vídeo dessa semana fui até a banca da esquina literalmente ver a quantas anda o mercado de gibi. Não o mercado de gibi para nicho, requintado, mas o popular mesmo, encontrável em bancas de bairro.

Histórias em quadrinhos sobreviveram a esses tempos ágeis e digiteis? Quanto custa? Quais existem? Bom, no final das contas me surpreendi!

Saí de casa pensando em um tema na cabeça acabei voltando com outro. É a vida!

Obrigado por assistir a esse vídeo! Se curtiu, por favor, deixe seu joinha ali e se chegou agora, se inscreva no canal!

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Saudósas fichas de Cine & Vídeo da revista Set!

Alegria de cinéfilo entre os anos 80 e 90 era saber quem estaria na capa da revista Set, mas também quais filmes estariam nas fichas destacáveis daquele mês. No começo eram oito filme e por último quatro. 

Consegui acho que todas e após um tempo, as destaquei do miolo da revista para poder consultar as filmografias e informações sobre algum filme. Cada ficha ainda preserva o pôster original como o filme foi distribuído no Brasil. 

Neste vídeo abro a coleção, guardada desde então, virou uma verdadeira cápsula do tempo! Claro que não podemos ver todas elas, mas veremos muitas. 

Muito obrigado por assistir a mais este vídeo e se inscreva no canal se chegou agora. Aperta o sininho pra ser alertado quando rolar vídeo novo.

domingo, 18 de outubro de 2020

Sabores estranhos de Doritos e o Tazo Pac Man

E se reclamo de sabores banais é obvio que não resisto a um bem estranho. Como é o caso do Doritos wasabi que provamos neste vídeo.

A raiz forte tradicional da culinária japonesa como um temperinho leva jeito para protagonizar? Ardido daquele jeito?

Ainda topamos outros sabores do salgadinho da Elma Chips e claro, conferimos os novos Tazos em celebração aos 40 anos do PacMan. Não lembrava mais qual era o sabor original do Doritos!

Hoje é dia de Come-Come, bebê! Se chegou agora, se inscreva no canal para não perder nada.

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Tentei parar de fumar usando adesivo


Este vídeo foi gravado durante toda uma semana. a intenção era registrar que não há milagre, mesmo usando um adesivo de nicotina. E claro, pra me incentivar a seguir adiante. 

Eu tentei algumas outras vezes e não consegui por muito tempo. Ou seja, a história desse vídeo não acaba com ele, seguirei me esforçando todos os dias.

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Lobisomem de John Landis em edição de luxo!

Esqueceram da bala de prata na mídia física! Empresas passaram a lançar edições luxuosas de filmes em Blu-ray dando um tempo aos boxes temáticos quase onipresentes nos últimos anos.

Como é o caso deste Um Lobisomem Americano em Londres (An American Werewolf in London) o aclamado filme dirigido por John Landis em 1981. A Obras Primas do Cinema colocou no mercado uma edição mais do que de luxo!

Neste vídeo vemos juntos todos os muitos detalhes externos. Da chegada da caixinha vinda da loja ao seu conteúdo, num unboxing literal.

Foi uma boa ideia já que fiquei literalmente embasbacado com o material! Tempão que uma edição de um filme em BD não me deixava empolgado assim.

domingo, 11 de outubro de 2020

Provando hambúrgueres de planta das principais marcas

De um tempo pra cá as opções de hambúrgueres de vegetais, sem carne, abundaram nos supermercados. Até marcas tradicionais como Sadia e Seara apareceram com suas opções sem carne.

Nesta semana provamos quatro das mais conhecidas marcas. Sozinhos, sem estarem num pão com outros elementos.

Muito além do sabor a grande dificuldade desse produto é conseguir uma textura boa. E eles são muito diferentes entre si!

Ajuda bastante o canal se você não se esquecer de deixar o seu like e se inscreva no canal se chegou agora. Toda terça, quinta e domingo um vídeo novo!


quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Cuidados que funcionam para discos de vinil

Colecionar discos é legal, mas exige todo um cuidado. Não só de manuseio, claro, como qualquer mídia física, mas de conservação.

Afinal, no geral são produtos usados, passados por algumas mãos por décadas. Encontrar alguns novinhos em folha é sempre aquela alegria!

Há várias dicas e sugestões no Youtube para colecionadores.  Várias mesmo! De dicas preciosas a pura bobagem que ainda pode colocar sua coleção em risco.

Neste vídeo mostro o básico que faço pra minha coleção está bonita, saudável e tocando com o menos chiado possível. O beabá mesmo! Ainda conto o que já testei das soluções miraculosas que não funcionou.

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Livro conta historia da MPB e televisão através das trilhas sonoras de novelas

Como muito produto popular que é, a teledramaturgia brasileira vive entre o desprezo a adoração. O livro Teletema: A história da música popular através da teledramaturgia brasileira parece abraçar ambos os mundos!

Escrito por Guilherme Bryan e Vincent Villari, basicamente cataloga de forma cronológica todas as trilhas sonoras de novelas, series e minisséries brasileiras. Neste volume 1, único publicado até o momento, vai de 1964 a 1989.

Suas páginas registram muito mais que músicas e telelágrimas, mas a transformação de uma cultura, mercado e sociedade. Cada um dos “verbetes” não registra apenas ano, autoria da trama e lista de músicas, mas entrevistas de novelistas, técnicos e músicos explicando cada obra.

Saudosistas daqueles guias de cinema Nova Cultural e amantes da cultura pop vão amar! Porém, veja bem, isto é muito mais legal, profundo e essencial por concentrar informações raras ou espalhadas pela web.

Outro uso bacana é para colecionadores de vinil! Suas trilhas sonoras consumidas apenas por telespectadores mais fieis, hoje se tornaram itens colecionáveis no clássico formato LP, o livro se tornar importante para mapear as gemas da coleção.

Bom, mais informações no vídeo! Conto com o seu like e se inscreva no canal para outras atualizações.

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Melhor repelente para marcianos: Slim Whitman


Ele inspirou Elvis, Beatles, tem o single mais duradouro no topo da parada britânica, vendeu milhões de cópias dos seus 65 discos. Mas  a música de Slim Whitman era um veneno à saúde marciana.

Pelo menos para quem assistiu Marte Ataca! (Mars Attack!, 1996 de Tim Burton). É justamente a música “Indian Love Call “ que a velhinha Sylvia Sidney escuta no asilo que explode a cabeça dos aliens.

Uma nova geração passou a conhecer Whitman através desse filme. Marte Ataca! não fez todo o sucesso que a Warner esperava, mas ainda assim, ao falecer em 2013 aos 90 anos de idade muitos lembraram do poder intergaláctico de ”Indian Love call”.

Ele gostava do uso da canção na comedia 90's. Gravou ela originalmente em 1952, mas já era era uma regravação de um antigo sucesso datado de 1924. 

Não foi seu maior hit, mas abria o lado A da coletânea “All My Best” vendida através de anúncios na TV a partir de 1979.  A primeira vez que a vovó pede pra ouvir música vemos exatamente a capa deste disco no cenário à esquerda.

Os anúncios dos discos dele na TV ajudaram a popularizar sua imagem nos lares americanos, virando uma figura antiquada meio cômica além dos saudosos fãs de sua música. O filme de Buron ainda mostra ligeiramente o "The Very Best Of" do cantor, mas o primeiro lado desse disco tem Rose Marie. 

De onde tiraram a ideia da música de Slim Whitman explodir cabeças? Assim que o filme foi lançado em VHS o radialista Howard Stern reclamou que nos anos 80 ele fez o quadro "Slim Whitman Versus the Midget Aliens From Mars", mas parece ter sido uma coincidência, afinal, musica irritante e explodir cabeças não é das coisas mais originais.

Antes de Marte Ataca! O cantor folk esteve na trilha de outra história com alienígenas: Contatos Imediatos do Terceiro Grau  (Close Encounters of the Third Kind, 1977 de Steven Spielberg). Claro que com menor relevância.

domingo, 4 de outubro de 2020

Sem refrigerante! Saboreando águas com sabor e bebidas similares

Devagar, devagarinho, várias marcas de água com sabor foram aparecendo nas gôndolas dos mercados. Até marca de refrigerante ganhou sua versão, digamos, “light”!

 Reunimos várias delas para provar. Não costumamos tomar esse tipo de produto, mas curiosos como estes essas bebidas foram tomando espaço.

Além destas águas com sabor, ainda incluímos outras que também se orgulham de serem diferentes. Opções aos refrigerantes. Todos os produtos adquiridos em supermercado comum.

 No vídeo provamos uma marca italiana achando que era derivado de sidra. Na verdade é de CEDRO (a falta que faz não saber uma língua, não é mesmo?).

E com este vídeo abrimos um terceiro vídeo da semana no canal. Ainda é só um teste. Contamos com o seu like e se ainda não fez, se inscreva no canal para todas as atualizações!

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Mentiras e Mentirinhas que duram décadas!


Quanto mais o tempo passa fica mais estreita a linha entre mexerico e informação sobre astros e estrelas. E a internet parece sempre tender ao primeiro caso, com fontes nem sempre fáceis de serem duvidadas.

Todo efeméride de Marilyn Monroe, por exemplo, lá vai meu feed inundado de coisas discutíveis, até já refutadas há anos. E ainda se dizem fãs? “Há, mas eu li num livro” e ponto! Então é verdade, né?

Se algo foi publicado lá atrás para deixar um artigo mais picante e vender revista ou jornal, as chances de ser aceito como base de livros e sites é alta, porque foi na época. E não se leva em conta que usar nomes de celebridades sempre teve um peso comercial.

A estrela Barbara Steele, agora um exemplo prático, tem uma frase que ela teria dito e que é repetida há décadas. Musa de muitos filmes de terror gótico, estrela da obra prima A Maldição do Demônio (La maschera del demônio, 1960) de Mario Bava se recusaria a fazer certas coisas no set.

Steele teria dito que “nunca mais sairia da droga de um caixão novamente enquanto estivesse viva”. Em 2013 um entrevistador teve a oportunidade de lhe perguntar sobre as frases amargas atribuídas a ela, especificando esta.

Não só negou como se disse enfurecida e recorda a origem dela: Foi inventada num número da revista francesa Midi Minuuit Fantastique na metade dos anos 60. “Não, eu nunca disse isso, realmente odeio isso!”.

Porém, a revista foi material de pesquisa de muitos livros ao redor do mundo. A própria “Midi-Minuit Fantastique” teve um relançamento encadernado recente com todas as edições o que deve preservar suas “verdades e mentiras” por mais algumas décadas.

Outro dia estava falando com um amigo sobre Barbara Stelle e ele repetiu a frase! Ele a tinha lido no “Sereias Sensuais do Cinema”, livro traduzido e publicado no Brasil pela editora Madras em 2012, mas que continua à venda.

Fotos deste livro são uma colaboração do Lucas Voigt

É só uma frase tola de efeito, a princípio não faz mal a ninguém e Barbara Steele está vivíssima para negar. Fora, claro, dar à atriz um ar meio desdenhoso sobre o universo que a fez famosa.

Aqui no blog mesmo já vimos como a apresentadora Ana Maria Braga "virou atriz" em um clássico do cinema. O que, não era verdade e mesmo assim foi bastante replicado!

Serve pra gente ter uma noção como essas coisas que nem sempre são tão indolores assim atravessam gerações. A verdade pode parecer menos apetitosa, mas ainda assim é a verdade.


Veja também:

Breve anatomia de um boato cinematográfico

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

30 anos de Lambada! Sobrevivemos pra contar

Parece que foi ontem que caia uma travessa e todo mundo já começava a lambadear. Em 2020 o auge da Lambada completa nada menos do que exatos 30 anos!

Muito mais que um ritmo musical que tomou o planeta, um fenômeno cultural que foi além da música, invadindo programas de humor, novelas, infantis e, claro, cinema. Nós estávamos lá e sobrevivemos pra contar.

Nós até fizemos o sacrifício de rever Lambada, A Dança Proibida (The Forbidden Dance, 1990 de Greydon Clark), um dos principais filmes a explorar a mania. E também um dos piores filmes de todos os tempos!

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