terça-feira, 31 de março de 2020

Série foi tentativa de Bette Davis ter seu próprio "I Love Lucy". Vem assistir!

 Numa época em que TV era uma arte considerada menor que o cinema, reservada a artistas decadentes ou novatos, Bette Davis a abraçou de frente. Estrelou sua própria sitcom em 1965, que infelizmente não saiu do piloto.

Em The Decorater (A Decoradora) ela é uma profissional renomada, mas em dificuldades financeiras que se vê obrigada a morar na casa dos clientes enquanto trabalha. Como uma fada sem noção, em cada episódio se envolve com os problemas de uma família diferente.

O primeiro e único episódio está disponível no Youtube e pode ser assistido no player abaixo. Não tem legendas em português, mas pela preciosidade, vale um esforço.

Achei Bette Davis bem engraçada no seu estilo de tirar com o status de estrela. Não tem, óbvio, a verve de Lucille Ball, mas é divertido vê-la até dançando quadrilha num figurino que lembro o de Margo Channing.

Rainha de dramas românticos nos anos 30 e 40, Bette Davis deu tchau a um sufocante contrato com seu estúdio, a Warner , e em 1950 foi fazer cinema independente. A Malvada (All About Eve de All About Eve) foi mais uma indicação ao Oscar, quando ninguém dava mais nada por sua carreira.

1962, com 10 indicações ao maior prêmio de Hollywood e ganhadora duas vezes (sempre como protagonista) novamente topou estrelar um filme de horror de baixo orçamento, baseado em um livro barato. O que Terá Acontecido a Baby Jane? (What Ever Happened to Baby Jane? de Robert Aldrich) lhe valeu sua 11º indicação ao Oscar.
Assim sendo, obviamente uma operária da arte antes de ser diva hollywoodiana, peitou trabalhos na televisão. Antes de (tentar) estrelar a sitcom “The Decorarater” ela já havia dado as caras em algumas séries em participações especiais.

Ela não desistiria de ter uma série só sua! Em 1972 ela interpretaria uma espécie de Fun Manchu de saias em A Satânica Madame Sin, voltada a aventura meio 007, também não saiu do primeiro episódio.

segunda-feira, 30 de março de 2020

As capas mais legais da minha coleção de DVDs

No auge das lojas físicas vendendo DVD valia algumas estripulias para chamar a atenção da gente. Selecionei alguns exemplos da minha coleção que tiveram capas bem legais.

E pra isso o filme não precisava ser um sucesso, muito pelo contrário. Como o caso do achincalhado Amaldiçoados (Cursed, 2005 de Wes Craven) que ganhou tratamento de luxo pela Europa Filmes
.
Hoje a situação é bem diferente. Com a mídia física rareando e o mercado cada vez mais centrado nas compras online (onde não temos o impacto da embalagem) é cada vez mais difícil aparecer um produto além do básico.



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quinta-feira, 26 de março de 2020

Sem tédio! Game fácil testa seus conhecimentos

Aqui em casa não rola tédio em tempos de quarentena. O que não faltam são filmes, livros, gibis e pia cheia de louça pra lavar...

Ainda assim, estamos praticando um joguinho que nem sei como aprendi, mas faço faz tempo. O Game das Estrelas não requer prática, dado, papel, caneta nem nada!

Pode ser jogado em qualquer circunstância, até no escuro, sem energia elétrica. Em pé, deitado, no trânsito, enfim, bastam duas pessoas no mínimo e ponto!

Escolha um tema que todos os jogadores possuam algum conhecimento e ponto! No vídeo nós demos o exemplo como nomes de atrizes, mas pode ser qualquer assunto mesmo.

Nunca testei a mecânica com mais de dois jogadores, talvez seja bem legal também. Se você tentar, conta aí nos comentários.

Com tempo e boas circunstâncias dá pra elaborar castigos a quem perder a rodada, mas a intenção era demonstrar apenas a simplicidade do game. Deve dar pra brincar via WhatsApp , mas aí vai depender da confiança entre os participantes.

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terça-feira, 24 de março de 2020

Dona do Brasil 78 na capa da Vogue (e em todos os lugares)

As coisas só melhoram na novela Dancin Days quando  a treta entre as irmãs Julia Mattos (Sonia Braga) e Yolanda Pratini (Joana Fomm) toma corpo. Julia, a ex presidiária, consegue ficar rica para rivalizar com a irmã socialite, daquelas que frequentavam a capa da Vogue.

 Enquanto a pobre Júlia esbanjando dinheiro (e spray anti careta), ao invés de seu nome era referida em colunas sociais como “a Moça do Chicletinho”. Mas na vida real, quem estava com tudo em 1978 era mesmo Sonia Braga que estampou dezenas de revistas, inclusive a capa da Vogue, que celebrava os 3 anos de Brasil.
A atriz chegava ao auge alcançado por raríssimas estrelas do Brasil, se tornando o rosto (e corpo) daquele tempo. Não tinha começado ali, naquele tremendo sucesso de Gilberto Braga, muito pelo contrário. 

9 anos antes, em 1969, ela esteva no elenco da montagem brasileira do polêmico Hair ao lado de outros futuros gigantes como Aracy Balabanian, Ariclê Perez e Armando Bogus. No cinema já havia feito uma ponta na obra prima O Bandido da Luz Vermelha de Rogério Sganzerla.
Sua estreia nas novelas foi no super hit de Janete Clair Irmãos Coragem (1970). O papel que começava devagarinho, até meio cômico, acabava definindo os rumos de personagens importantes ao revelar traços de vilania.

Na TV teve também seu tempo de “rainha dos baixinhos” no infantil Vila Sésamo em 1972 produção da Globo em parceira com a TV Cultura. Mas é claro, foi brilhar mesmo na novela Gabriela (1975), adaptação da obra de Jorge Amado indissociável à imagem de Braga.
Também de Amado, mas no cinema, seria a Dona Flor e Seus Dois Maridos. O filme dirigido por Bruno Barreto em 1976 se tornou por décadas a maior bilheteria de todos os tempos e levou o nome da atriz para os quatro cantos do planeta.
Isso tudo num resumão pra a gente tentar entender como Braga chegou colossal em 1978. E como esse ano pode ser considerado o cume da nossa maior estrela, sua consagração plena.

Nesse mesmo ano em que arrancou lágrimas como a sofredora Julia na novela das oito Sonia estreou como produtora no cinema. A Dama do Lotação adaptava um conto de Nelson Rodrigues escrito nos anos 50 pela lente devoradora de Neville De Almeida no final dos anos 70.

O nome da estrela tem tanto destaque nos créditos de abertura que aparece como um logotipo, típico em capas de disco, mas difícil de se ver no cinema. Em 1982 o mesmo logo apareceria no topo da revista especial com fotos da musa clicadas pelo Antonio Guerreiro. 

Essa espécie tropical de Marnie, Confissões de Uma Ladra (1965 de Alfred Hitchcock) arrotou mas de 6 milhões de espectadores aos cinemas. Até hoje é a sétima maior bilheteria do cinema brasileiro segundo a AgênciaNacional do Cinema (ANCINE) e o site Filme B.

Em quito lugar está o Dona Flor, numa lista encabeçada por Nada a Perder (2018 de Alexandre Avancine), aquela cinebio do Bispo da Record, que conquistou o pódio de forma discutível. Ou seja...


segunda-feira, 23 de março de 2020

Todos os John Waters que estão em DVD

Diretores independentes assim como de outros países fora dos EUA sempre tiveram uma distribuição problemática no Brasil. É claro que se for um filme premiado, ganhador do Oscar coisa e tal, a história é diferente.

E é evidente que alguém como John Waters sempre passou longe destas premiações mainstream. Boa maioria de sua obra apareceu no Brasil pela “boa vontade” de distribuidoras pequenas, tiragens limitadas e de qualidade discutível em áudio e imagem.

Seus filmes já foram mais raros aqui, é verdade, mas ainda faltam coisas bem óbvias. Waters também nunca teve tantos fãs quanto agora, o que de certa forma, nos dá a esperança de novos títulos.

De seus treze longas (entre 1969 e 2004) temos a disposição oito. É claro que a fase mais underground, anterior a Pink Flamingos (1972), é um sonho distante visto que não temos ainda nem uma obviedade como Hairspray (1988).

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quinta-feira, 19 de março de 2020

Memórias das revistas masculinas por Renzo Mora

Houve um tempo, não tão distante assim, que homens tinham suas próprias revistas nas bancas. A mais célebre delas, sem dúvida, foi a Playboy, que no Brasil servia até como termômetro para a famosa do momento.

Renzo Mora teve o privilégio de escrever nas três maiores revista do gênero: Vip, Sexy e Playboy. Lendário escritor reservou uma tarde para conversar com o canal Dolce Video sobre esta experiência.

Sua relação com a Playboy vai muito além da profissional. Ele assume dever muito de sua formação cultural à revista, que sempre foi muito além da fama de “Mulher Pelada”.

Tentamos entender ainda o mistério das revistas masculinas, ao contrário das femininas, terem tomado chá de sumiço. A conversa (em meio a seus 17 gatos e um cachorro) foi uma delícia ao sabor da coca light.

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segunda-feira, 16 de março de 2020

Embalagem de luxo resgata filmes B dos anos 80

Mais uma coleção em embalagem luxuosa via Obras Primas. Sessão Terror Anos 80 reúne quatro filmes B bem famosos daquela década, quando já estávamos saturados de slashers.

São quatro títulos irregulares, mas que têm muitos seguidores apaixonados pelo saudosismo das sessões televisivas como o Cine Trash da Band. A maioria já haviam saído em DVD no país, mas claro, nunca com a qualidade e o capricho de agora.

No vídeo desta segunda você conhece os detalhes da edição. E, claro, minha opinião pessoal sobre o produto em si.

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sexta-feira, 13 de março de 2020

King Kong só para baixinhos

A terceira versão de King Kong, antes daquela dirigida por Peter Jackson em 2005, foi em forma de animação no final dos anos 90. E quase ninguém lembra que ele existiu!

O Poderoso Kong (The Mighty Kong, 1998 de Art Scott) não é um derivado qualquer utilizando o mesmo personagem gigante, mas um remake da história clássica. Seu título original lembra o de Mighty Joe Young (O Monstro do Mundo Perdido, 1945 de Ernest B. Schoedsack), derivado do primeiro King Kong, que por acaso também teve um remake em 1998 pelas mãos da Disney (Poderoso Joe).
Distribuído pela Warner diretamente em vídeo, O Poderoso Kong é bastante fiel ao filme de 1931, porém, catou alguma coisa daquela versão de 1976 produzida pelo Dino De Laurentiis. Assim como o de 2005 sua ambientação é na Nova York dos anos 30 mesmo, não no presente.

Mas infelizmente está claro que a produção é voltada ao público infantil ao ter a maioria da violência suavizada. Ele enfrenta dinossauros como o filme 30’s e uma cobra gigante como o filme 70’s sem destroncar pescoço ou mandíbula, só no carinho.

Porém... Lembraram-se de adaptar o banho que o macacão dá na Jessica Lange e que é considerado um dos momentos mais eróticos da história do cinema. Mas a personagem se chama Ann Darrow como a da Fay Wray, não Dwan como a da Jessica Lange.
A Warner teve alguns momentos felizes na área da animação diretamente para o vídeo a partir de Batman: A Máscara do Fantasma (Batman: Mask of the Phantasm, 1993 de Eric Radomski, e Bruce Timm), mas Poderoso Kong não é um deles! Estilo fraco dos traços e design irregular de personagens tem uma animação econômica que não o ajuda em nada.

Existem alguns números musicais bem simples e pelo menos em um deles podemos ver uma “homenagem” à Pequena Sereia da Disney. Não que a aparência da maioria dos personagens já não nos remeta com obviedade ao longa de 1989 do estúdio do Mickey.
Na época de seu lançamento ganhou alguma visibilidade por ser o último trabalho do veterano Dudley Moore que viria a morrer em 2002. Moore empresta a voz ao anti-herói  Carl Denham e ao King Kong propriamente dito, embora o animal não fale.

E por falar em Kong, outra mudança drástica para agradar o público infantil é o final! Sim, o monstro gigante rapta a garota e sobe ao topo do Empire State Building, é atacado e cai como a história que conhecemos tão bem.


Porém, estirado lá embaixo ele simplesmente abre os olhos. Fim do filme! Será que sobreviveu e levaram de volta à Ilha da Caveira?
Quem nunca viu ele mortinho da silva e sofreu a infância toda com tamanha crueldade? Se tivesse sido esta versão em desenho teríamos tido pelo menos esperanças.


quinta-feira, 12 de março de 2020

Muita gente diz que Friends era preconceituosa

Décadas após seu encerramento, Friends continua atraindo novos fãs e, claro, haters. Exibido na Netflix e em tantas reprises na TV, novas gerações e pessoas iluminadas pelo politicamente correto costumam estranhar muito de seu conteúdo.

Como assisti desde que começou a ser exibido no Brasil, lá nos anos 90, ainda sem legendas em português e sendo gay, dou minha opinião a respeito da homofobia. Pessoal, como não poderia deixar de ser.

Ah sim! Continuei revendo nesses anos todos. Nada melhor que Friends pra se visto sem maiores atenções, enquanto se janta! Então, continuei avaliando durante esse tempo, nos ares daqui, a segunda década do século XXI.

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segunda-feira, 9 de março de 2020

Outros dois volumes da coleção Giallo da Versátil

 Cada vez mais comuns no mercado de home video, essas coleções são prazerosas, porém, parecem infinitas e dão um trabalhinho em ficar correndo atrás. Hoje veremos os volumes 3 e 4 da coleção Giallo da Versátil.

É, claro, também um privilégio poder contar com esse filmes na coleção com a qualidade e bons extras. Clássicos em sua maioria impecáveis do cinema popular italiano que por décadas não tivemos acesso no Brasil, até o advento dos downloads uns 15 anos atrás.

Então, apesar dos pesares (que você confere no vídeo desta segunda), são edições imperdíveis. Cinema de primeira, inspirador, chocante e belo.

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sexta-feira, 6 de março de 2020

RuPaul e Lucy Lawless, a Xena! Amigas já gravaram música juntas

RuPaul e Lucy Lawless foram nomes fortes nos anos 90, mas conseguiram escapar dessa perigosa associação quando celebridades ficam marcadas e relegadas apenas à época em que surgiram. E o mais legal: se ajudaram na façanha de virar a página!

RuPaul teve um super hit, Supermodel, em 1993 e foi abraçada pela cultura pop por ser uma drag queen talentosa que ultrapassou as barreiras dos night clubs. Fez aparições rápidas em vários filmes cult, tentou emplacar outras músicas e até a apresentar talk show.

Bom, a neozelandesa Lawless foi ninguém menos do que Xena, a Princesa Guerreira (1995-2001), protagonista da série que redefiniu tudo o que veríamos a partir dali no cinema e TV em termos de ação e aventura. E ainda era um personagem silenciosamente lésbico!
Quando a atriz casou com o produtor Robert Tapert em 1998, durante a terceira temporada do programa, lésbicas fizeram manifestações contrárias ao matrimônio em alguns bares dos EUA. E Lucy não se faz de rogada! É uma militante reconhecida dos direitos da comunidade LGBTQ.

E RuPaul e Lucy Lawless, a princípios duas personalidades tão opostas, são amigas desde os anos 90. A drag esteve na Nova Zelândia se apresentando para um público "enorme" de 30 pessoas no final daquela década!

Em 2007 Xena já era passado quando lançou Lucy, vice campeã de um reality de celebridades que cantavam, resolveu se arriscar no mundo da música pop. Tentando alcançar um público maior em seu primeiro single convidou a drag para um dueto de uma nova versão de Come 2 Me!

A regravação do hit disco de 1979 pode ser ouvido no player abaixo. O  feat Xena/Rupaul demora a engrenar com uma sonoridade ultrapassada de boate, mas melhora quando entram os vocais delas e se torna mais 70’s mesmo.

Dois anos depois, 2009, RuPaul estrearia o reality show Drag Race. A competição se inspirava abertamente em America's Nex Top Model, onde a modelo Tyra Banks fazia garotas disputarem uma carreira no competitivo mundo da moda.

Nem de longe ela era a mesma pessoa na fila do pão que é hoje. Era uma celebridade trabalhando aqui e ali, distante daquele primeiro impacto alcançado com seu hit SuperModel (aliás, fora essa música, o resto do disco era triste até na época).

A produção bem pobrinha fazia qualquer um duvidar que o programa fosse tão longe. Ainda por cima, nos primórdios da TV digital, resolveram exagerar num efeito blur que deixou qualquer telespectador se sentindo míope.

Foi a vez de Ru se lembrar de Lucy para ser uma das juradas especiais e a atriz, claro, aceitou o convite! Ela e Michelle Williams (ex Destiny's Child) foram as primeiras celebridades conhecidas internacionalmente a toparem participar como juradas especiais do RuPaul Drag Race (Tori Spelling apareceu no terceiro episódio sendo entrevistada pelas competidoras).

Pois é! Quando a Xena chegou tudo aquilo ali era mato. No quinto episódio da primeira temporada ela ajudou a escolher quem melhor “dublou por sua vida” entre Bebe Zahara Benet e Ongina. Precisa lembrar quem levou um “Sashay away”?

RuPaul declarou a imprensa da época que ela mesma convidou a atriz por serem amigas de longa data, e ser “altamente respeitada e amada pela comunidade gay. É um ícone gay. O personagem que interpretou em Xena realmente personifica o que os gays amam na energia feminina”.  Os competidores ficaram eufóricos em conhecê-la!

Já a eterna Xena garantiu que passou momentos ótimos gravando o episódio. Estava feliz por participar de um programa que legitimava o que assistiu no documentário Paris is Burning (1990 de Jennie Livingston).

Vida longa a rainha e à princesa!!

quinta-feira, 5 de março de 2020

Enigma do barco que surgiu após mais de século

Pra quem gosta de um mistério, o vídeo desta semana é para você! Estive aonde surgiu uma embarcação com séculos que ninguém sabe do qual é ou do que é.

Tudo começou em 2017, quando após um temporal a maré revelou detalhes de uma enorme embarcação secular enterrada na areia da praia do Embaré em Santos (SP). De tempos em tempos o mar o oculta e o revela levando estudiosos a várias especulações.

Alguns naufrágios do século XIX, famosos internacionalmente, já foram dados como certos, mas aí surgem dúvidas e o enigma continua. O que se sabe é que em seu interior existe um objeto metálico do tamanho de um carro popular.

A certeza é que não se trata de caldeira ou um canhão. Assista para mais detalhes!
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quarta-feira, 4 de março de 2020

Congestionamento de astros no 'In memorian' fez de 77 o pior ano para se morrer em Hollywood

O momento “In Memorian” na noite do Oscar é sempre aquela hora em que lamentamos os que se foram e levamos em conta os que se foram no ano anterior. O leque de nomes mudou bastante nos últimos tempos, mas já foi a consagração final de uma trajetória gloriosa.

Passaram a Incluir técnicos, produtores e mais recentemente astros internacionais e até atores de filmes B que sempre estiveram a quilômetros de receber a tão sonhada estatueta da Academia. Isso faz com que rolem muitas reclamações com alguns esquecidos na listinha fúnebre.
A edição de 1978 ainda era no modo pomposo, com os maiores nomes no final, o que fazia o público aplaudir com força. Sammy Davis Jr. acompanhado por Marvin Hamlisch canta a tristíssima "Come Light The Candles" enquanto desfilam no telão os rostos da fina flor da velha Hollywood que começava a sumir rumo ao além.

Nunca houve uma estrela como Joan Crawford, a personificação plena da realeza hollywoodiana. Mas o reinado que durou mais de incrível meio século (agarrado com unhas e dentes!) culminou com seu falecimento em 10 maio de 1977!

Vixe! No “In Memorian” ela enfrentou ninguém menos do que Bing Crosby, Zero Mostel, Groucho Marx... Elvis Presley e Charles Chaplin! Elvis Presley e Charles Chaplin!!!

Como diz Kathy Bates encarnando Joan Blondell em Feud (2017): “Jesus! ...50 anos no showbiz e eles lhe deu dois segundos!”.  Realmente, por mim poderiam ter ficado horas e horas com homenagens póstumas por tanta maravilhosidade em vida .


...Mas barra pesada ter sido justo num ano com Elvis e Chaplin, né? Não dava para ser diferente, pelo menos com seu nome entre os últimos, tendo dois nomes que transcendem a própria industria do entretenimento.

Veja também:
Burt Reynolds e Bette Davis souberam juntos que Joan Crawford havia falecido
Treta no Oscar 1962: O que veio depois

segunda-feira, 2 de março de 2020

A pedidos! Edição da revista Set Terror & Ficção

A revista Set surgiu no auge do VHS no Brasil em 1987. Trazia os lançamentos das videolocadoras naquele mês e alguns artigos relacionados ao cinema.

Logo ela se desdobrou em guias de vídeo e outras revistas temáticas. Teve policial e suspense, filmes adultos e a mais lembrada, dedicada a terror e ficção.

A edição que vemos no vídeo desta semana, de 1990, ainda era especial, sem periodicidade certa. Mais tarde se tornaria frequente nas bancas.

O sonho era que se tornasse a nossa Famous Monsters of Filmland, ou Fangoria, para citar duas revistas gringas famosas que se dedicam ao cinema fantástico.  É claro que apenas deixou saudade.

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