sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Ela frequenta a festa da firma há 45 anos!

Sabe aquelas festas de fim de ano na empresa que você preferia arrancar siso a ter que ir? Pois é, Glória Menezes frequenta há quase meio século!

Desde 1971, graças às chamadas de fim de ano da TV Globo, podemos ver seu rosto de estrela televisiva absoluta. Olhei uma por uma (das que encontrei disponíveis na internet) e a pista para encontrá-la era: se tem Tarcísio Meira, bora olhar atentamente que Glória Menezes deve estar à volta.

Vasculhar estes arquivos foi não só perceber o desenrolar da carreira de um baluarte da telenovela brasileira, como vislumbrar um pouco do caminhar da emissora em todas estas décadas. Acompanhe a linha de tempo de 1971 a 2016!
1971

1973

1976
1978

1980
Na década de 70 ela foi uma grande estrela da casa, uma das mocinhas preferidas das telenovelas. Nos anos 80 a emissora deixou de reunir elenco cantando, com exceção de 1985, quando inevitavelmente juntou todo mundo de Roque Santeiro para desejar boas festas.
1982
Em 1989, para celebrar precocemente a virada de década, a Globo voltou a juntar todo seu elenco. Vestidos de cores que formavam um arco-íris, cantavam o refrão “Não tem pra ninguém, a Globo 90 é nota 100”, parodiado inesquecivelmente pelo TV Pirata como “Não tem pra vocês, a TV Pirata é nota 6”.
1989
Na década de 90 Menezes marcou presença como grande dama da TV em várias dessas vinhetas de fim de ano. No “Invente, tente, faça um 92 diferente” exibiu os dotes de eximia pianista. 
1991

1992
Em 1994, para celebrar a inauguração do Projac, estava na gigante mesa de famosos ao ar livre de mãos dadas ao Tarcisão que estava de mãos dadas a Lili Marinho que por sua vez segurava a mão do chefão Roberto Marinho que segurava a mão da Namoradinha Regina Duarte sentada  ao final da mesa (outra que também aparece desde 1971, mas não vem ao caso).
1994

1996
1998
O novo milênio começou bem, com aquele glamour tupiniquim em tons pasteis padrão Globo. Menezes aparece muito diva em duas versões das vinhetas.
2000 (versão A)

2000 (versão B)
2005
 Em 2007 ainda pudemos ver o casal Tarcísio & Gloria em versão Dollynho. Amantes de low-resolution trash realmente encheram o coraçãozinho de esperanças do ano que viria.
2007

2010
A última década tem sido traumática na hora do “Hoje é um novo dia, de um novo tempo, etc.”, o que não difere muito da programação atual, para quem ainda tenta assistir à emissora. Maioria das vezes vemos um bolo de gente muito feliz, pessoas que não sabemos quem é ali no meio, e se é pra dar close em famoso optam por Huck e Angélica, Cauã Raymond e similares.

Em 2011, com o Roberto Carlos, assim como em 2014, com aquelas criancinhas de bombacha tocando num palco, foi mais difícil que encontrar Wally. Nessa de 2011 ainda repetiram na primeira parte o que já havia sido feito em 1992, com os famosos trocando de papel com anônimos, mas nenhum era a atriz.
2011
Destaco a de 2012 em que Glória Menezes aparece ao lado de Tony Ramos, seu interesse amoroso em Pai Herói (1979) e Rainha da Sucata (1999). Ela era a mulher mais velha, a madrasta obsessiva, mas ali parecem estar pau a pau em idade.
2012
2013
2014
2016
Das que contaram com "todo" o elenco da casa, não encontrei Tarcísio & Glória nas várias versões assistidas do ano passado (2015), aquela em que elenco, anônimos e atletas dão as mãos e ficam dançando em torno de alguma coisa. Mas estas vinhetas possuem varias versões e pode ser que eu não tenha tido acesso a alguma em que a estrela acabou aparecendo ou recebendo mais atenção. 

Mesmo nas antigas, não foi fácil encontrar na internet algumas das versões que justamente poderiam contar com Glória Menezes, como a de 1991, por exemplo, que não foi fácil. Aliás, agradeço aos amiguinhos que publicaram todas as outras, sem as quais este post não seria possível.

2 comentários:

Pedro disse...

Casal maravilhoso, deve ser pessoas maravilhosas!
Abração

Unknown disse...

A vinheta de 1991 era o invente, tente. A de 1990 não tem o elenco porque era outra música, com crianças de rua cantando. A de 1993 também não tinha o elenco e a música era sobre a formação do povo brasileiro.

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