quarta-feira, 18 de julho de 2012

A tal da primeira impressão...

Algumas celebridades são pessoalmente mais marcantes do que outras. Nem sempre por seus feitos profissionais.

Barbara Bach, por exemplo! Não esquecerei nunca porque antes de saber que ela é casada com um ex Beatle, Bond Girl coisa e tal, soube que havia feito este A Ilha dos Homens Peixes (L'isola degli uomini pesce, 1979 de Sergio Martino).

Seu nome aparecia em destaque na capinha do VHS da obscuridade cinematográfica, o que na época me deixou curioso pra saber de quem se tratava. Muito mais do que do diretor, o que é lamentável...

A imagem é um oferecimento Deadlicious

Veja também:
Barbara Bach - Certinha do La Dolce


[Ouvindo: Água E Luz – Amelinha]

As Certinhas do La Dolce

Natalie Trundy
Ornada

Um oferecimento Rare Pix

[Ouvindo: Ginga Hyouryouki (Suite) – Yuji Ohno]

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Caça às bruxas (gays?)

Em 1988 uma campanha tirou o sono de algumas celebridades. Ativistas espalharam cartazes por Nova York supostamente revelando quem era ou não gay no show business norte-americano.

A foto acima (clique aqui para ver em tamanho maior), bem coisa de turista, é do carinha do blog Boy Culture fazendo turismo na Big Apple. Sim! Muito comentados na imprensa do mundo todo, os cartazes viraram atração turística e foram.

Entre as estrelas, Jodie Foster, Paula Abdul, Debbie Reynolds, Tom Selleck entre outras, retiradas do armário a fórceps. Algumas confirmadas nesses anos todos, outras, continuam aquela incógnita que não interessa a ninguém.

Ética ou não, consigo entender o sentido da campanha. Pelos exemplos que vemos na mídia, ninguém é gay nesse mundo.

Ninguém exceto personagens humorísticos, bicharada exótica de paradas, casos criminosos e similares. Pensou uma versão atual da campanha com seria?

Veja também:
Amizade na mira das línguas de trapo
O homem que peitou a máquina


[Ouvindo: Bye Bye Baby – Frank Sinatra]

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Twiggy no mundo da revolução

Coisa mais óbvia a Twiggy ter ganhado uma paper doll sua. As roupinhas registram muito do mood 60’s

A primeira super modelo reconhecida popularmente surgiu numa época em que Hollywood via seu star system ruir. Estrelas de cinema, um dos totens da indústria, não interessavam mais pra virarem capa de revista.

Ajudou muito o rígido código de conduta praticado pelo cinema americano há décadas. Filmes caretas, personagens retratados idem.

Isso num período em que a contracultura explodia em todo planeta. Quando se tornou proibido proibir, fez muito sentido o surgimento de gente descolada como a Twiggy assim como a atenção ao mundo da moda, agregador de grupos.

Não há toa que uma série de produções independentes começou a ser feita nos EUA, isenta dos velhos padrões dos grandes estúdios. Estes, claro, não demorariam a abraçar os novos rumos do planeta.

As imagens são um oferecimento Ondirai Duveau

Veja também:
Veterana do carón


[Ouvindo: You And Me Song – The Wannadies]

terça-feira, 3 de julho de 2012

Por onde anda a Senhora Bates?

Um beijo pra ela! Claudete não sabe, mas a mamãe de Norman Bates está em “carne” e osso exposta na Cinemateca Francesa (Cinematheque Francais).

Continua igualzinha a como foi vista pela última vez em 1960, apavorando em Psicose (Psycho de Alfred Hitchcock). Tai alguém que nem bonita era, mas ficou na história do cinema.

A imagem é um oferecimento Matt Frost

Atriz e coelhinha condenada por tentativa de homicídio

Para sempre Victoria Vetri será lembrada como a moça de pingente com raiz de Tannis que espatifou a cabeça. O que inverte a situação real de quando filmou O Bebê de Rosemary (Rosemary's Baby, 1968 de Roman Polanski).

Ela era conhecida do grande público, tanto que a protagonista confunde a personagem com a real Victoria Vetri. A pobre ex-viciada em drogas e adotada pelos velhinhos Castevet, corre explicar que a confusão sempre acontece.

Vetri havia feito várias participações em programas de TV, inclusive Batman, Bonanza, The Big Valley entre outras séries populares naquela época. Ainda havia aparecido duas vezes na capa da revista Playboy.

Quase sempre loira, de cabelos longos, é vista no filme de Polanski morena de cabelos curtos. Ainda é creditada como Angela Dorian, nome que adotou quando foi playmate e agora aposentada.

Uma das coelhinhas 60’s mais populares voltou infortunadamente há mídia em 2010 nas páginas policiais. Aos 66 anos de idade foi acusada de atirar no homem com quem se relacionava há 25 anos.

Aos policiais que atenderam a ocorrência ela alegou que havia sido um traficante que invadiu a casa e atirou no rapaz. Mais tarde a vítima disse que a briga começou quando foi acusado de infidelidade.

Detida sob uma fiança jamais paga de 1,53 milhões dólares, Vetri permaneceu na cadeia até ser julgada em 2011. Livrou-se de perpétua, mas cumprirá pena de nove anos em prisão estadual.

A terceira imagem é um oferecimento au carrefour etrange

Veja também:
Star 80: A coelhinha assassinada
De pin-up dos infernos à marco científico
Victoria Vetri, Certinha do La Dolce


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Pausa para nossos comerciais

Os novos carros de fabricação Ford para 1957... Atraem a Atenção do Mundo!

E sou dos que não acham lá muita graça em carro. Passei com a idade a prestar atenção a carros vintage.

Principalmente porque não há reflexo maior dos tempos tristes e pouco imaginativos que vivemos do que a frota de veículos em circulação. Designe e cores de pobreza franciscana.

Ou são brancos ou pretos, ou prata. No máximo vermelhos. Pra quem não se liga em maiores detalhes, todos são iguais, padronizados...

A síndrome de manada elevada a quatros rodas! Se fosse pra eu aprender a dirigir e ajudar a escangalhar as vias públicas, procuraria algo num ferro velho, evidente.

[Ouvindo: Beautiful World – Devo]

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