sexta-feira, 29 de junho de 2012

Sozinho de Mink

Chamar Leo Fuchs de fotógrafo das estrelas é pouco. Pelos registros inusitados pode ser chamado de amigo das estrelas.

Rock Hudson assim, vestindo apenas um casaco de pele, não é pra qualquer um registrar. A imagem (Alone with Mink) é datada de 1961, provável que nos bastidores de Volta Meu Amor (Lover Come Back de Delbert Mann).

Ainda s contratado da Universal Studios, Hudson deu a guinada em sua carreira de galã romântico fazendo uma série de papéis cômicos em filmes doces com Doris Day e Tony Randall. Fofuras registradas em celuloide.

Veja também:
Doris Day e Rock Hudson de 12 polegadas


[Ouvindo: Taraan-Taraan – Huun Huur Tu]

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O dia em que ninfas nuas salvaram o Tibete!

Melhor que ninfas nuas só o russo revelando que treinou 10 mil mulheres para serem espiãs. O povo 60’s não só consumia ficção de espionagem como vivenciava a emoção.

Aquela loira misteriosa que você conheceu no bar poderia ser uma agente inimiga? E que hábitos estranhos teria Marlene Dietrich para permanecer jovem?

Pelo teor da revista, banhos regulares em sangue de virgens. Sangue de espiãs russas virgens!!!

A belezura da capa é Layka Raki, cujo nome exótico esconde a origem alemã. Desde Dietrich o mundo não via tanta formosura germânica.

Raki, originária do teatro burlesco, ficou relativamente conhecida após trabalhar no cinema e TV da Grã-Bretanha nos anos 50. Não chegou a trabalhar em Hollywood, o que pode justificar ser pouco lembrada pela maioria agora.

A primeira imagem é um oferecimento The Pie Shops e a segunda All Star

[Ouvindo: Reach Out I'll Be There – The Spiders]

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Onde os tolos não tem vez

Em glorioso VistaVision, Rastros do Ódio (The Searchers, 1956 de John Ford) é obrigatório! Claro que pra quem se apega a cinema, não a gêneros.

Fui tardiamente prestar atenção ao faroeste. São os que melhor provam minha humilde teoria...

Aquela sobre arte e comercial no cinema. Fazer qualquer zoeirinha sem pé nem cabeça com uma câmera é fácil e será assistido por meia dúzia de bichas pingadas.

Fazer algo realmente de teor refinado e alcançar uma multidão é que são elas. Não foram poucos os bang bangs a alcançarem a façanha.

ExperimentalismosszzzzZZZZ...

[Ouvindo: Mr Wonderfull – Ann Margret]

terça-feira, 26 de junho de 2012

As fitas VHS favoritas da Xuxa

Junto ao boom do VHS 80’s vieram revistas temáticas tendo como pauta as fitas favoritas das celebridades. Vimos aqui antes a lista de John Waters e agora esta com a Xuxa, publicada na Fotogramas & Vídeo em 1987.

Na matéria principal, as preferências da apresentadora em termos de cinema passam por Woody Allen. O que é fácil de acreditar no dedinho de assessor na hora da entrevista.

Outra curiosidade é Xuxa ainda só ter em sua filmografia trabalhos de sua fase modelo de pouca roupa e Os Trapalhões e O Mágico de Oróz (1984 de Victor Lustosa e Dedé Santana). Estava prestes a aportar nas locadoras o inesquecível compacto do programa matinal pela Globo Vídeo.

Aí vamos à lista das fitas favoritas da apresentadora, tão rica que já tinha videocassete naquela época.


Sexta-feira 13 (Friday the 13th) - Toda a série de seis partes

Noite de Pesadelo (Nightnare on Elm Street) - Todos os três filmes

Profecia (-Profecy)

Amityville

A Mosca (The Fly) - "Fiquei com um pouco de trauma depois. Ficava apavorada quando entrava uma mosca no carro, mas adorei."

Sem Perdão (No Mercy) - "Gostaria de fazer esse lado de Kim Basinger, cabelos despenteados, super sensual, algum dia na minha carreira de atriz."

Filhos do Silêncio (Children of a Lesser God) - "Adoro a linguagem dos surdos mudos, faço o abecedário nos meus programas para meus baixinhos aprenderem."

Nove e Meia Semanas de Amor (Nine and a Half Weeks of Love) - "Adorei. É tão romântico e o Mickey Rourke é lindo. A Kim Basinger também."

E a publicação ainda errou os títulos em português e inglês! O óbvio do óbvio daquela época.

Tem até aquele em que a Kim Basinger quase faz “sena” com a cobra e a cabra. Perto do que a própria Xuxa nos brindaria na tela grande por décadas a fio, é tudo obra-prima.

Veja também:
10 fitas que John Waters desejou ter em casa



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Pelo menos não usaram Abba

Filme que fui rever tempão depois e achei morno: Delicada Atração (Beautiful Thing, 1996 de Hettie Macdonald). Certeza que o retido na minha memória era bem melhor.

Bonitinho, bem feitinho, engraçadinho... Datado, é muito “inho” pra um roteiro negativamente simples, que mais parece piloto pra série de TV de tão pouco resolvido.

[Ouvindo: Sex Dwarf – Soft Cell]

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Sonia Braga Vs. Joan Crawford

Gente!!! E a Joan Crawford que já usou um vestido igualzinho ao da Sonia Braga?

Brincadeira, evidente! Julia Mattos, personagem da Sonia na novela Dancin’ Days (1978), aparece numa das incontáveis festas com um figurino muito parecido ao da Joan em Grand Hotel (1932 de Edmund Goulding).

O vestido é uma criação de Adrian, figurinista da MGM responsável por boa parte do que vimos no corpo da atriz e de todas as estrelas do estúdio em sua fase áurea. Joan Crawford usou a roupa numa série de fotografias promocionais, não na película em si.

Se eu estiver bem lembrado, nesse filme (protagonizado por Greta Garbo), ela é uma secretariazinha que fica tentada com as investidas do patrão velho e endinheirado. A brasileira não se fez de rogada em dar a virada na vida numa situação parecida.

E no meio de todo o over look 70’s houve muita releitura da moda dos anos 30. Do mesmo jeito que na próxima década seria a vez dos anos 40 e coisas como ombreiras gigantescas voltarem.

A terceira imagem é um oferecimento Garbo Forever

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Amor em frames

Esse vídeo não é novo, mas como precisei reupá-lo, olha ele aqui de novo! Assista no player acima ou clicando aqui.

Ao todo usei trechos de 10 filmes, sendo que alguns se repetem com cenas diferentes. A música é “O Amor”, a minha favorita do Secos & Molhados.

[Ouvindo: Musashi e L'amicizia – Ennio Morricone]

Cor do luxo

Revista de decoração de 1956, mas poderia ser atual. Esse tom de azul está voltando com tudo aos lares, pelo que andei vendo.

Aquela cor que nós leigos chamamos de azul calcinha. Na verdade, pode ser chamada de Tiffany Blue, cor oficial da joalheria.

No passado, embora seja marca registrada da Tiffany & Co., esteve tão em voga que gerou muitas outras similares. Pode-se dizer que a variável gama coloriu os anos 50 e a primeira metade dos 60.

Foi destinada aos mais diversos usos (culinária, decoração, moda, etc.) sem ferir leis. Afinal, parecido não é igual, ainda mais em se tratando de um tom.

Em Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany's, 1961 de Blake Edwards), como não poderia deixar de ser, está por toda parte. É ainda a cor de destaque na capa da trilha sonora lançada junto ao filme, embalagem ideal para o trabalho precioso de Henry Mancini.

Tiffany Blue, escolhido pelo fundador Charles Lewis Tiffany, lembraria certo brilho dos diamantes. Além do material base das vitrines, é empregado tradicionalmente nas caixinhas com que embalam suas joias.

Por ser particular, com direitos requeridos, ele não aparece na lista de cores Pantone embora sua referência seja 1837. O número é o mesmo do ano em que a joalheria foi fundada em Nova York.

A capa da revista é um oferecimento PopKulture

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Lana Turner nas garras do LSD

Ou Lana Turner nas garras do baixo orçamento! Muito amor ao fantástico cinema dos anos 60 que reaproveitou grandes divas do passado em filmes com argumentos absurdos.

The Big Cube (1969 de Tito Davison) faz sensacionalismo em cima dos psicotrópicos daquela época. Turner é a ex atriz que se envolve numa trama envolvendo ácido lisérgico e suas bad trips.

Ah, sim! E ainda tem um enteado que disputa com ela uma fortuna estratosférica. Fora isso, são aqueles clichés de sempre quando se fala em drogas: Gritaria, vilania e efeitos óticos over.

Estou falando pelo hilário (MESMO!) trailer que assisti aqui. Nunca encontrei legendinhas em nossa língua pra poder assistir sem maiores esforços.

[Ouvindo: Perfidia – Lupita Palomera]

Os vivos e os mortos

A adorável noiva do Monstro de Frankenstein sendo utilizada em estampas de camiseta da marca gringa Fright Rags. Com tiragem limitada, parte da renda foi destinada a ongs que combatem o câncer de mama.

O slogan da campanha foi "We Belong Alive", algo como “Nós pertencemos à vida”. Referência à frase “"We belong dead!", dita por Boris Karloff na obra máxima A Noiva do Frankenstein (Bride of Frankenstein, 1935 de James Whale).

Outra citação clara é a capa da revista Rolling Stone de 1993 com a Janet Jackson. Do tempo em que capas de revista ainda causavam buchicho e a caçula dos Jacksons era uma das maiores promessas da música pop .

Falando nessa imagem específica, no Brasil tivemos uma tardia versão com a Cinderela Baianinha Carla Perez na Playboy. Relembre clicando aqui.

A campanha das camisetas já não existe mais, mas fica aí a boa ideia para conscientização e arrecadação de fundos. Não deve ser difícil convencer alguém (inclusive a comprar) algo tendo uma ilustração assim.

[Ouvindo: Amor, Meu Grande Amor – Ângela Rô Rô]

terça-feira, 19 de junho de 2012

O outro lado de Mortville

Toda imbuída pela personagem, Mink Stole nas filmagens de Desperate Living (1977 de John Waters). Que, pelo que se lê na claquete, iria se chamar Mortville.

Mesmo nome da cidade/favelinha de papelão pra onde os desajustados, assassinos, ladrões e nudistas de Baltimore fugiam. Mas o filme não é (a princípio) conduzido por Mortville, mas pela paranoica dona de casa de Mink Stole.

Outra diferença do projeto original, e que todo mundo sente falta, é a presença da Divine. Como ela estava com a agenda lotada, este acabou sendo o único de Waters sem a sua presença (enquanto estava viva, evidente).

Interpretaria a lésbica Mole McHenry, papel que ficou com Susan Lowe, outra habitué das produções do diretor. Interessante imaginar Divine e Jean Colina (a empregada Grizelda da imagem ao lado), debaixo do mesmo teto ou fazendo par romântico com Liz Renay...

A primeira foto é um oferecimento Robert Maier

[Ouvindo: O Pastor – Madredeus]

Um beijo é só um beijo?

Melhor trocadilho em nome de literatura barata: Kiss My Assassin! Mais uma aventura da espiã Lady Eve, pertencente à organização L.U.S.T., cuja abreviação não tenho ideia do que se trata.

É provável que nada! Apenas pra remeter à luxúria, coisa indissociável às versões femininas de James Bond que inundaram livrarias nas décadas de 60 e 70.

A capa é um oferecimento suspense and mystery

[Ouvindo: Prayer – Jodphur Sikh Temple Congregation]

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Oh, que maravilha de vedete!

Diana Morel é dos rostos e vozes mais conhecidos do Brasil. Principalmente para a geração que foi criança na década de 80, ou seja, quem está na faixa dos trinta e tantos hoje.

Como atriz ela foi a obstinada mãe da Paula, a antagonista da Jô Penteado em A Gata Comeu (1985). Novela reprisada não sei quantas vezes de lá pra cá...

Antes, na TV foi a altruísta assistente social da mocinha Julia Mattos na novela Dancin’ Days (1978). Não foi um grande papel, mas conseguiu destaque graças à avidez ao peitar a vilã Yolanda Pratini.

Pela Wikipédia, começou a trabalhar como vedete do lendário Carlos Machado aos 15 anos. Para superar a forte oposição familiar teria ameaçado se jogar do alto de um prédio.

A grande virada nessa fase foi no espetáculo É Fogo na Jaca em 1957. Graças à participação entrou para a lista das Certinhas do Lalau, sonho de 10 entre 10 bonitonas de ontem.

Ainda segundo seu verbete emprestou dublou Angie Dickinson em Policewoman, Greta Garbo, Ingrid Bergman e Bette Davis. A última teve Ida Gomes como representante brasileira mais marcante.

Em 1998, aos 68 anos, Diana Morel sucumbiu a luta contra o câncer. Seu trabalho, sobretudo o de dubladora, permanece vivo em DVDs e reprises da TV paga.

Veja também:
Norma Bengell sem autorização
Virgínia Lane pê da vida


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Aquele uniforme de modernos

Matéria encontrada pelo amigo de Vivir en Tucson numa Penthouse de 1979. A nata da descolandia mostrando como usa... Camiseta!

Debbie Harry, Andy Warhol, Grace Jones, Glenn Close, inevitáveis Penthouse Pets e mais um punhadinho de gente que estava na crista da onda. Pode-se dizer que os anos 70 foram a consagração das camisetas.

Tornaram-se tão banais no guarda-roupa de todos nós que parece que sempre existiram. Ou é difícil de imaginar que elas já foram símbolo de contemporaneidade ou de qualquer coisa que seja.

Pode-se dizer que é a roupa que deu a volta por cima. De mera peça pra não deixar a camisa em contato com a pele (para não suar) a estrela principal.

Era quase um sutiã masculino! Abolido historicamente dessa função quando o galã Clark Gable se despe numa cena de Aconteceu Naquela Noite (It Happened One Night, 1934 de Frank Capra) e está sem camiseta branca por baixo.

Nas próximas décadas voltaria a ser vista por baixo apenas das jaquetas dos rebeldes. O que nos remete ao figurino de Marlon Brando em O Selvagem (The Wild On, 1953 de Laslo Benedek).

O que nos ajuda a compreender a trajetória da T-shirt até a década de 70 e o referido editorial da Penthouse. De lá pra cá nem há muito a ser dito.

[Ouvindo: Sucesso Aqui Vou Eu – Rita Lee]

As Certinhas do La Dolce

Cyd Charisse
Escalena


um oferecimento Hollywood Junk Yard

[Ouvindo: Blame It On My Youth – Ann Margret]

Carlos Reichenbach, o Carlão

O Brasil perdeu nesta quarta-feira (13) o cineasta Carlos Reichenbach. Com o perdão do trocadilho, nosso mais vivo cineasta.

Ativo em várias fases por qual nosso eternamente cambaleante cinema teima em vingar, Carlão dedicou sua existência à sétima arte. De forma ampla.

Mesmo em tempos de Internet, manteve um blog apontando películas obscuras que todos nós tínhamos que ver, e depois, em seu perfil no Facebook. Repleto de memórias e sentimentos, ele entendeu o sentido amplo do compartilhamento virtual.

Seu nome aparece volta e meia de forma positiva nas biografias de gente como José Mojica Marins, Rogério Sganzerla e Guilherme de Almeida Prado. Um homem de cinema além da filmografia que produziu.

Sua morte aos 64 anos tem uma dimensão colossal para a trajetória do cinema do Brasil. Do Marginal ao distribuído via mediafire.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O monstro que nasceu pra ser feliz

Se filme nacional decentemente distribuído era um upa, imagina em se tratando de curta metragem em animação? Ainda assim, Frankenstein Punk (1986 de Eliana Fonseca e Cao Hamburger) ficou célebre.

Daqueles mais comentados do que assistidos. Comentados porque ganhou alguns prêmios, além de muitas críticas positivas na imprensa.

Principalmente pelas incontáveis referências ao cinema clássico e a técnica do Stop Motion, considerada quase morta na época. Lembrando que quatro anos antes um desconhecido chamado Tim Burton estreou com o curta similar Vincent.

Animar bonequinhos quadro a quadro era um disparate até para os norte-americanos que possuem bem mais facilidade em segmentações do que a gente. Frankenstein Punk ainda tem um roteiro bacana.

O monstro é concebido enquanto o disco de I'm happy again toca. Com a entrada do raio a agulha pula ficando presa na frase “I’m Happy again”, e assim ele sai pelas ruas atrás da felicidade.

Preste atenção a trilha reaproveitando temas da Hammer Films. Assista no player acima ou clicando aqui.

[Ouvindo: Namida Ga Kirari – E-Pak-Sa]

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Pausa para nossos comerciais

Kenner's Daddy Saddle

Todos os educadores com calafrios! Sele o papai e tenha seu próprio cavalinho...

Deve ser bem legal andar de quatro pela casa após um dia de trabalho. Como é uma ideia obvia, mas a gente nunca tinha visto, eles não devem ter visto a menor graça nisso aí.

Até o colecionador de brinquedos Kenner teve dificuldade em encontrar um, pelo que li em seu site. Achou depois de muito tempo um na caixa ainda em bom estado (o produto é de 1965!).

O diferencial é que algum pai adicionou um cinto de couro com fivela, pro pimpolho fazer upa upa com mais segurança. Veja na imagem ao lado como é diferente do anúncio.

Cowboy como herói infantil é típico das décadas de 50/60. Com a popularização da TV nos lares americanos, muitos filmes antigos de bang-bang passaram a preencher a programação.

Nasci bem depois e cheguei a ter duas armas que funcionava a espoleta. E mais jogos de indiozinhos de plástico a serem dizimados pelos desbravadores pelos fortes Velho Oeste.

[Ouvindo: Aloha Oe – Alvino Rey]

Que sorte danada, Bundy!

Sonhos são sempre sonhos. Imagino as possibilidades de um hétero receber a visita de uma técnica de geladeiras... E gostosa ainda!

Al Bundy teve esse lampejo de bons auspícios. Logo ele, acostumado a calçar senhoras acima do peso para ganhar a vida...

Veja também:
Vida de proletário
No conforto do seu lar!


[Ouvindo: Yamanaka-Bushi – Hideo Shiraki Quintet + 3 Koto Girls]

terça-feira, 12 de junho de 2012

Dollynho que se cuide

O mascote dos refrigerantes Del Rey é absolutamente 60’s e ainda em atividade! Segundo o site da empresa, ela existe há meio século.

E é bem provável que eles não trocaram o personagem desde então. A gente nunca viu o reizinho direito porque é uma empresa tradicional de Minas, que foi se expandindo.

Não lembro direito de qual bebida consegui a tampinha (que guardei pra fazer este post), mas tem jeito de ser genérica para todos os refrigerantes Del Rey. Lembro bem que o sabor não era tão simpático quanto o logo.

[Ouvindo: Fun – Dent May]

Atriz de ...E O Vento Levou morre aos 94 anos

Faleceu, aos 94 anos, a atriz Ann Rutherford. De extensa carreira no cinema norte-americano é mais lembrada pela participação em ...E O Vento Levou (Gone with the Wind, 1939 de Victor Fleming), do qual era uma das últimas sobreviventes.

Reza a lenda que ela conseguiu o papel de irmã da Scarlett Ohara porque a (então, relativamente novata) Judy Garland estava filmando O Mágico de Oz (Wizard of Oz, 1939). A própria disse à revista Time em 2010 que por pouco ficou de fora do maior romance de todos os tempos.

Louis B. Mayer, chefão da MGM, não a queria no papel por ser muito pequeno pra uma estrelinha que pretendia investir. Como tinha se empolgado lendo o livro, Rutherford começou a chorar com a hipótese na frente do chefe, o que teria surtido efeito.

Dizia que, assim como todo o elenco, estava consciente de que não importaria o que fizessem, em seus obituários seriam lembrados como atores de ...E O Vento Levou e tinham orgulho disto. Assim o é.

Informações e imagem maior são um oferecimento Huffington Post, a segunda imagem é de Zap to it.

Veja também:
Olivia de Havilland aos 95 anos


[Ouvindo: We're Just A Kiss Apart – Frank Sinatra]

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