quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O melhor de Golpe Baixo

Tai! A ceninha que não me permite dizer que tudo em Golpe Baixo (The Longest Yard, 1974 de Robert Aldrich) é enfadonho. Sou muito liberalzinho pra cinema, mas tem coisas difíceis de engolir.

Filme sobre esporte já é chato, se envolver superação de limites é mais chato ainda. Se, como no caso, tratar-se de um esporte que não entendo lhufas (futebol americano), triplique a chatice.

E já comprei o DVD consciente disso. Numa daquelas lojas mercenárias espantosamente estava custando apenas 5 mangos e tinha o Burt Reynolds na capa.

Não tá joia? Descobrir em casa que se tratava de um Aldrich fez com que o dinheiro investido virasse quase zero.

Na estante ficará logo depois de O Que Aconteceu com Baby Jane? (What Ever Happened to Baby Jane?, 1962) e Sodoma e Gomorra (Sodom and Gomorrah, 1962). Pode ser aborrecido, mas tem pedigree.

Só a participação do senhor Reynolds mesmo ficou a desejar. E nem estou me referindo ao seu talento para as artes dramáticas, se é que você me entende.

[Ouvindo: Prima Daisy – Eduardo Araújo c. Clube do Rock]

2 comentários:

BBardot disse...

Tb sou bem liberal pra filme. Acho que o filme mais tosco e clichê que eu gosto é "Switch" do Blake Edwards... kkkkkkkk, racho d rir.. adoro..

Miguel Andrade disse...

BB, e eu nunca vi esse. Mas gosto de cada coisa freak.

Basta me surpreender que já estou amando!

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