segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Momento histórico da vida privada: Festa de casamento


Pela quantidade de fotos de casamento de gente desconhecida que tenho entre as de família, creio que era comum ofertar os convidados mais íntimos com elas. Ou devem ser primos dos meus pais...

Primos de segundo, terceiro, quarto grau! Anualmente corre uma lista entre nós com os aniversários de todos, mais a inclusão dos que casaram, nasceram, assim como a exclusão de alguns nomes.

E geralmente nestas fotos tem algo semelhante ao que se vê aí: Uma fila de moças embaixo do véu da noiva. Isso era uma tradição mundial ou restrita aos brancos africanos?

A sexta mocinha (da esquerda pra direita) é a minha mãe! Por acaso é a mais bonita de todas, tentando ser imparcial.

Também existe uma fotografia do casamento dela assim, com as garotas resguardadas em seu véu. Não sei se todas elas estão de branco ou eram cores clarinhas que na imagem em B&P parecem brancas.

Tô achando que aí já tinha caído aquilo das que eram pra casar (se é que você entende) participarem de eventos sociais vestindo branco, além da noiva. Muito Jezebel pra 60 e pouquinho.

6 comentários:

Leticia disse...

Ah, que foto bonitinha! Nem precisava dizer que era sua mãe, não? Realente, é a mais vistosona do conjunto.

Quanto à simpatia do véu, não tenho em meus registros de costumes. Isso foi em Portugal?

Miguel Andrade disse...

Letícia, Angola. Então pode ser uma tradição portuguesa.

Leticia disse...

Pode! É muito bonitinha!

Aqui, até onde sei, é a baixaria de jogar o buquê. E é coisa historicamente recente, como tudo na cerimônia de casamento brasileira.

Miguel Andrade disse...

Letícia, pelo menos aqui se perdeu o estilo merengue trufado da noiva, que creio, veio a partir da Lady Di.

Faz tempo que não vejo. Se bem que faz tempo que não vejo uma noiva.

Leticia disse...

Olha, a última vez que entrei num casamento pra valer foi quando minha irma casou. Fui madrinha, daí era mais sério, e tal.

Depois, só fui com o Marcelo (aquele meu amigo que você conheceu) vadiar num sábado à tarde na Igreja de São Luiz. Zoamos de tudo o que pudemos e fomos embora. Um casamento só. Perdemos a paciência.

Miguel Andrade disse...

Letícia, isso na década passada? Por mais que deve ter planinhas dizendo o contrário, o ato de casar tradicional está morrendo pelo que eu sinto.

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