segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

RIP Jane Russell

Faleceu aos 89 anos a lendária Jane Russell. Descoberta pelo magnata Howard Hawks, estreou em O Proscrito (The Outlaw, 1943).

Graças a este filme ela é considerada por muitos como a primeira mulher a ter um papel relevante em faroeste. Foi para Russell que o aviador Hawks desenvolveu o sutiã de bojo, um hit da moda.

Nos anos subsequentes estrelou série de filmes noir ao lado de Robert Mitchum. Morena numa terra de loiras, se destacou como a garota festeira em os Homens Preferem As loiras (Gentlemen Prefer Blondes, 1953 de Howard Hawks).

Leia mais sobre Jane Russell clicando aqui.

A imagem é um oferecimento TikiLizzy

[Ouvindo: Dance And Shake Your Tambourine– Universal Robot Band]

Lobo em pele de semita

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O Lobo Mau disfarçado de mascate judeu. Consta no IMDB que esta ceninha foi devidamente deletada dos lançamentos de Os Três Porquinhos (Three Little Pigs) posteriores a 1933, inclusive em DVD.

Se for verdade, não é a mesma matriz lançada no Brasil! O DVD Walt Disney Treasures - Sinfonias Ingênuas o traz na íntegra.

Só adicionaram ao começo o historiador Leonard Maltin explicando que naquela época caricaturas raciais tinham muita graça. Ah, tá!

[Ouvindo: Conversation– Morris Albert]

Olivinha na sexta-feira

Após um período de quase 5 anos sem ser fotografada em público, Olivia de Havilland aos 95 anos participou da entrega do César, na última sexta-feira, 26. A @liliantrigo viu essa imagem e se lembrou de mim!

Eu já achava que ela e a irmã Joan Fontaine estavam vivendo reclusas a lá O Que Teria Acontecido a Baby Jane? (What Ever Happened to Baby Jane?, 1962 de Robert Aldrich). Reza a lenda que ambas nunca se suportaram.

Como foi a doce Melanie em ...E O Vento Levou (Gone with the Wind, 1939 de Victor Fleming) cultivou uma imagem serena. Incongruente com uma esperta e politizada atriz, que lutou contra os opressores contratos entre atores e estúdios na época de ouro de Hollywood.

Num tempo em que mulheres não possuíam voz ativa nenhuma na sociedade, imagina entre bonequinhas do cinema americano? O papel de Melanie mesmo, só fez após bater o pé na Warner, ao voltar a seu estúdio, foi obrigada a fazer uma ponta.

Entre as ex-colegas, conservou amizade com a também durona Bette Davis, com quem contracenou quatyro vezes. Havilland definia Bette Davis como “um vulcão benevolente”.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

“Queridinho do mês”

Corações derretidos para Don Briscoe numa revista qualquer para periquitas tietes. Consagração de um galã esquecido.

Após pequenas participações em séries de TV, incluindo um episódio de Jeane é um Gênio (I Dream of Jeannie), conseguiu papel de destaque na soap opera Days of Our Lives. Foi o segundo ator a interpretar Tony Merritt.

A novela que continua no ar após 44 anos, teve ao todo três atores vivendo Tony Merritt. Briscoe ficou apenas um ano.

Depois foi para a série gótica Sombras da Noite (Dark Shadows) onde trabalhou por três temporadas vivendo quatro personagens, incluindo gêmeos. A adaptação cinematográfica de Dark Shadows é o atual projeto de Tim Burton como diretor.

Em 1970, abandonou a série abruptamente ao ter um colapso nervoso. Voluntariamente abandonou a carreira e foi morar com sua família em Memphis.

Seu diagnóstico foi transtorno bipolar, psicose maníaco-depressivo além de problemas com drogas. Temendo surtos públicos, passou a viver de forma reclusa.

Em seus últimos anos de vida chegou a trabalhar num posto de gasolina. Pesando mais de 130 quilos, faleceu em 2004 de problemas cardíacos.

As imagens são um oferecimento Collinwood Inn B&B

Hitchcock em Bedrock

Alfred Hitchcock estava no auge da popularidade em 1961. Psicose (Psycho) no ano anterior tornou-se sua maior bilheteria e era um simpático conhecido dos lares americanos graças ao programa televisivo Suspense (Alfred Hitchcock Presents 1955/1966).

Natural que fosse homenageado na série Os Flintstones naquele ano. Fred o Detetive (Alvin Brickrock Presents), quarto episódio da segunda temporada, brinca com todos os clichês policiais difundidos pelo gorducho.

Fred e Barney se postam sentados à frente da janela para acompanhar a briga dos novos vizinhos, senhor Alvin Brickrock e esposa. A referência a Janela Indiscreta (Rear Window, 1954) é óbvia.

O espetáculo falha quando os vizinhos fecham a janela com cortinas. Logo depois, o baixinho com ar esnobe aparece na casa dos Flinstones para pedir uma pá emprestada.

Fred, viciado em revistas de histórias policias, não demorará a desconfiar dos hábitos soturnos de Brickrock. Ainda emprestou sua pá, portanto, poderá ser acusado de cúmplice!

Revistas pulps, com contos policiais, eram bastante populares na época inclusive no Brasil. Havia a X-9, Detetive e muitas outras, inclusive uma endossada por Hitchcock, claro!

O desenho tem momentos bem engraçados como quando Fred e Barney ficam diante de um baú, onde estaria o suposto corpo da vizinha. Cada qual bate em um lado, ficando com a impressão de que alguém está respondendo dentro dele.

Pode parece estranho um tema forte como assassinato passional numa animação, mas a “família da idade da pedra” era exibida em horário nobre. Outro sintoma disso percebe-se nos diálogos, como quando todos estão jogando baralho.

Fred: Barney, o que você faria se ficasse só com uma rainha?

Barney: Não sei! Isso dependeria da hora em que o rei vota-se pra casa!

Há alguns indícios da época em que foi produzido por algum tom politicamente incorreto, como a Wilma chamando o esposo de chefe da casa. Também não se indignam muito pela violência doméstica que ocorre na casa ao lado, pelo contrário, tratam como espetáculo.

Fora do You Tube, o episódio está incluso no box com a segunda temporada completa distribuído em DVD pela Warner. Dá pra caçar outras celebridades, como Rock Hudson (rebatizado Rock Quarry) deixando Betty e Wilma DOIDAS no sexto episódio.

[Ouvindo: Corcovado – Everything But The Girl]

A lenda da rádio fantasma

Bem interessante o site Horror Theatre, dedicado a transmitir histórias de terror radiofônicas de épocas remotas. Remotíssimas!

Dá pra sentir o espírito dos que tinham apenas as ondas de rádio como forma de entretenimento doméstico. Este avô de todas as mídias eletrônicas exigia apurada imaginação dos ouvintes, por isso era tão bem sucedido para dar calafrios.

Está em inglês, e pode ser reproduzido em diversos formatos e players. Atente que programação (playlist)ininterrupta segue fuso horário dos EUA.



[Ouvindo: Valentino's Had Enough– Expressos]

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Bruna Surfistinha nos cinemas. Oi?

Capaz que eu vou sair de casa pra assistir Deborah Secco num arremedo de pornochanchada... Com zilhões de outros filmes pra serem vistos, é ruim perder tempo assistindo à (batida) biografia de alguém chamado Bruna Surfistinha.

Pela primeira vez saquei a lógica dos americanos em separar bem o que são atores de cinema e de TV. La Secco não interpreta a bisca asmática ofegante há décadas na televisão?

Pagar pelo que se tem de graça e nem é lá essas coisas... Se ainda fosse pra vê-la interpretando a vida da Irmã Dulce, aí sim, valeria a pena.

Já a vi atravessando fronteiras internacionais dentro de uma caixa de TV. O que é que a fulana pode fazer que seja mais exótico?

[Ouvindo: Countess Dracula – Harry Robinson]

Nerds 80’s também amavam

Tinha cá pra mim que X Man era lenda! Daquelas lorotas que os coleguinhas de escola contam pra contar vantagem.

Só fui descobrir a veracidade pela internet, quando baixei o emulador de Atari 2600. E como qualquer game da época, carece de certa imaginação para entender o que se passa.

Mas nem devia ser tão lendário assim, inclusive aqui no Brasil. Encontrei no Atari Mania este anúncio na nossa língua .

O jogo em si segue a linha Pacman. Você joga comandando uma espécie de Kid Bengala por um labirinto simples e aleatório.

Escapando sempre de uma tesoura ou de uma boca dentada da melhor maneira possível, embora isso não seja fácil pelas limitações dos caminhos. O objetivo é chegar até a portinha vermelha ao centro e só aí entramos na fase bônus pornográfica.

Aí é só movimentar o joystick pra cá e pra lá pronto! Volta-se ao labirinto para mais uma rodada, sendo que, da próxima vez que chegar ao quadradinho vermelho, a posição do casal será diferente....

As tarjas nas imagens deste post foram postas por mim. Não que eu tenha algum problema com um monte de pixels, mas há gente tão doida e pudica nesse mundo, que vá saber se não vão se chocar...

Clique nas imagens para ver sem a “censura”. Ou melhor, clique aqui para jogar X Man online, direto do seu browser.

Depois volta aqui e conta se foi bom pra você...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

As Certinhas do La Dolce

Lili St. Cyr
Perfeita!

Um oferecimento Hell's Kitchen

[Ouvindo: Come Under My Spell – Fernando's blues]

Pessoas que não estavam lá

“Em março dêste ano, esteve no Brasil, durante algumas semanas, o diretor cinematográfico Henry Levin acompanhado de uma equipe de filmagem. Andaram pelo Rio e São Paulo, rodando alguns milhares de metros de película, com um vistoso equipamento. Seu objetivo era tomar as cenas que serviriam de fundo para uma produção em Cinemascopio, "Holyday for Lovers", comédia romântica com Clifton Webb e Jane Wyman nos principais papéis. Levin ficou deslumbrado com os panoramas cariocas, e decidiu aproveita-los ao máximo. De volta a Hollywood, filmou nos estúdios da Fox, usando o sistema de "back-projection" (projeção de fundo). Esse sistema é um dos grandes recursos da técnica cinematográfica, uma vez que, levando ambientes naturais para o "set”, permite os mais variados efeitos técnicos, com uma economia considerável nos orçamentos. O "back-projection" é tão velho quanto o próprio cinema, mas, hoje, extremamente aperfeiçoado, tornou-se indispensável as produções menos ambiciosas. No caso de "Holyday for Lovers", a ação decorre em boa parte no Brasil, sem que os artistas tivessem sequer pisado nosso solo.

A estréia mundial de Amantes em Férias" aconteceu esta semana no Rio de Janeiro. Henry Levin declarou que voltara ao Brasil em dezembro próximo, provavelmente, para iniciar os preparativos da filmagem — com cenários verdadeiros — de uma historia inteiramente desenrolada em diferentes regiões do País, e interpretada por artistas americanos e brasileiros.” Revista Manchete, agosto de 1959 (clique para ler no original)

O diretor Levin não estava fazendo média quando disse que queria rodar um filme realmente tendo o Brasil como locação. Em 1966 dirigiu Operação Paraíso (Se tutte le donne del mondo), sátira a James Bond que se desenrolava no Rio de Janeiro.

Pensei que a “mágica” da retro-projeção (ou back-pojection) fosse tão comum antes que as pessoas nem a notassem. Raramente Hollywood manda uma equipe toda aos confins do mundo se podia usar esse recurso tão mais em conta, além de rápido.

Dentro de carros era obrigatório, até pelas limitações impostas pelo tamanho das câmeras. Com ação correndo em primeiro plano, dava pra apostar que ninguém repararia no fundo.

Como todos os efeitos especiais não digitais, tudo eram feito “ao vivo”, durante as filmagens. Grosso modo, atrás dos atores havia uma tela e atrás dela o projetor para a paisagem.

Alternativa à retroprojeção, o matte tinha resultados mais realistas, mas exigia um trabalhoso processo para a junção dos dois negativos a serem combinados depois de filmados. Complexo, dispendioso e demorado, pode ser visto tanto no Kink Kong de 1933 quanto nos vôos do Superman de 1978.

Com o passar dos anos, as câmeras diminuíram e o recurso foi abolido. Ao invés de retro-projeção usou-se chroma-key, recurso que inseria cenários na pós-produção no lugar do que havia sido gravado com um fundo de uma só cor.

Chroma-key tinha resultado não muito limpo, borrando as bordas dos atores com as cores do fundo, quase sempre azul (depois passaram a usar o verde). Dessa forma, era utilizado muito mais em produções baratas de TV do que no cinema.

Hoje voltou a ser empregado em larga escala tanto na TV quanto em filmes graças a programas de edição digital. É possível concertar qualquer imperfeição da sobreposição, tanto do recorte, quanto equivaler a iluminação dos atores com o cenário falso.

A cada vez mais comum Green-Screen causa controvérsia embora seja amplamente utilizada. Inimaginável qualquer blockbuster de 2011 que tenha aberto mão dela.

Veja também:
O faroleiro de Acapulco
Copacabana me engana



Brincando com tecnologia

Reloginho oficial de O Elo Perdido (Land of The Lost, 1974). Reloginho não! Máquina do tempo.

A fivelinha plástica é idêntica a de qualquer reloginho que vinha em doce. Nem funciona de verdade, mas precisava? Gurizada não sabe ver horas mesmo.

Idealize se uma criança de 1974 ficasse cara a cara com um reloginho Ben 10 de agora. Ele projeta (de verdade!) aliens na parede!

Uau! A gente morria de tentar projetar o Bat símbolo pintando um morcego com canetinha Silver Pen numa lanterna.

Fico vendo os anúncios de brinquedos no Cartoon Network e até eu, longe de usar calças curtas, B-A-B-O! Principalmente num conjuntinho de infravermelho pra proteger seu quarto da entrada de algum espião desavisado.

Tem também um projetor manual pra desenhos do Ben 10. Dá pra fazer cineminha, sem precisar de caixa de papelão com desenhos próprios enrolados em tubo de papel higiênico.

Relógio O Elo Perdido é um oferecimento mrkane3000

Veja também:
O último a sair do armário apaga a luz



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Bond apócrifo

Em foto inédita de 1963, a belezura Honor Blackman mais provocante do que nunca como a Bond Girl Pussy Galore. O nome da personagem já era ousado demais para expô-lo assim, na imprensa da época.

A imagem foi recém-desenterrada do acervo do fotógrafo Terry O'Neill para comemorar seus 50 anos de carreira. Junto a outras também raras, estará na exposição “Terry O'Neill: 50 Years At The Top”.

Top mesmo! Não há celebridade internacional relevante a partir dos anos 60 que não tenha passado por suas lentes.

O’Neill deu o aspecto transgressor às tradicionais fotos posadas das estrelas de Hollywood. Parecem atuais e não geram saudosismo glamoroso como as das décadas de 30, 40 e 50.

Em entrevista à Photographer, ele se diz feliz em ter estado no lugar certo, na hora certa e grato pela liberdade que desfrutou nos sets. “Agora, a imagem é tudo; As estrelas são marcas e tudo o que é publicado é controlado pelos agentes, para que nunca cheguemos a vê-las como elas realmente são no trabalho, descanso ou lazer".

[Ouvindo: Quiet Sound– Liz Damon's Orient Express]

Quando os fracos não tinham vez

Galera de Fortaleza (CE) tem programão no próximo sábado (26)! Filmes Malditos da Meia-Noite, mostra de cinema alternativo, dedica sua edição de fevereiro ao Blaxploitation.

Oportunidade especial e rara de assistir ao subgênero na tela grande! Serão exibidas três produções em sequência: Foxy Brown (1974 de Jack Hill), Blácula (1972 de William Crain) e Black Dynamite (2009 de Scott Sanders).

A maratona black, com muita soul music na trilha sonora, acontece no Cine Majestick, histórica sala do centro da capital. Maiores informações sobre o evento ou filmes poderão ser encontradas na página deles ou no Facebook.

[Ouvindo: Funky Planet [From "Space Mission Nr. 12"]– Stereophonic Space Sound Unlimited]

E sem achocolatado

Impressionante sequência de Nunca Fui Santa (Bus Stop, 1956 de Joshua Logan), logo no começo, quando o matuto Bo toma numa golada só 1 litro de leite. Sem cortes de câmera nem nada!

Na verdade era um truque ótico, muito bem realizado pelo departamento de efeitos da Fox. O próprio ator Don Murray explicou numa entrevista que a garrafa não era comum.

Havia uma divisão dentro dela, que mostrada por apenas um ângulo aparentava ter 1 litro, quando na verdade possuía metade disso. Acho que meio litro ainda é líquido pra chuchu...

Veja também:
Quando Hollywood só podia contar com a criatividade


[Ouvindo: Heavy Changes – Gene Page]

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Isso dá samba!

Pelo quanto os temas criados por Henry Mancini são populares até hoje em bossa nova, esse disco deve ter vendido bem. Mancini Também É Samba foi lançado pela extinta gravadora Mocambo em 1962 sob a batuta do maestro Waltel Branco.

O brasileiro teria tido a ideia para o LP enquanto trabalhava com Mancini na Paramount , participando da equipe dos arranjos de A Pantera Cor de Rosa (The Pink Panther, 1963 de Blake Edwards). A intenção era cruzar os mais populares temas a um ritmo dançante.

Faixas liberadas, Branco veio ao Brasil selecionar o que muitos consideram a nata dos músicos. Aliás, ele é tido como um dos melhores intérpretes do compositor de Moon River.

O samba aqui não é o samba que conhecemos hoje, evidentemente. Assemelha-se mais a um jazz com influências latinas, um pouco mais veloz que Bossa Nova.

Super recomendo! Conheça mais este disco e sua história no Sacundinbenblog.

Veja também:
Rocambole 60’s
Filmes B trilhas sonoras A


[Ouvindo: Come On A My House – Rosemary Clooney]

Escândalo! Em sociedade tudo se sabe

“Numa boate em Roma, Baby Pignatari jantava com a atriz Rosanna Schiaffino e sua mãe. A cena foi rápida. O “playboy” se dispôs a beijar a filhinha da mamãe, antes de tomar o café, mas a senhora Schiaffino, que não é de brincadeira, deu-lhe uma bofetada, deixando o rapaz desnorteado por um instante. Depois, é claro, fizeram as pazes.” Revista Manchete, agosto de 1959

Será que alguém acreditou que esta “notícia” era real? Mas também, é inofensiva!

O bilionário ítalo brasileiro mantinha sua fama de conquistador no jet set internacional, e a atriz Rosanna Schiaffino ganhava uma notinha internacional, em plena invasão de beldade italianas em Hollywood. E os leitores podiam se divertir com uma vida inalcançável.

Francisco Matarazzo Pignatari, conhecido na alta como Baby Pignatari, era neto do conde Francesco Matarazzo. Até seu falecimento em 1977 acumulou uma estrondosa fortuna e muitas histórias para colunas de mexericos.

Conforme conta Luis Nassif no artigo O Playboy Empreendedor, no mundo, fazia parte do primeiro time dos playboys internacionais, ao lado de Ali Khan, Aristóteles Onassis e Howard Hughes. Nunca se sabe o que era verdade, ou história da carochinha para vender revistas, como se vê nas fotos acima.

Rosanna Schiaffino nunca emplacou em Hollywood como as conterrâneas Sophia Loren e Gina Lollobrigida. Predestinada a Cinderela, no começo da década de 80, causou estardalhaço na imprensa de seu país ao se separar para casar com um magnata herdeiro de indústria siderúrgica.

A foto de Rosanna Schiaffino é um oferecimento Truus, Bob & Jan too!

Veja também:
Jorginho Guinle - O sedutor fanfarrão


[Ouvindo: Maman...la grève barré moin – Léona Gabriel]

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Insustentável leveza

E olha aí eu engolindo minha ironiazinha quanto ao peso desses televisores “portáteis” de antes. Pelo menos os daí podem ser erguidos por balões... Pra alguns padres poderem acompanhar a novela!

O povo tinha uma fixação por TVs portáteis, não? No mínimo era pra levar aos piqueniques e rebus em geral... Como se as analógicas pudessem sintonizar em qualquer biboca.

Na verdade, só nos interessa o peso da TV na hora de joga-la fora. Se você não for um entregador, lógico!

A imagem é um oferecimento Visualretro

[Ouvindo: Like cats– Bear]

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