sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Vinyl Killer: Som arrasador

Essa pequena maravilha do vídeo acima (ou clicando aqui) só poderia existir graças ao talento japonês para miniaturização, assim como para o kitsh. Vinyl Killer provavelmente é o menor toca-discos que já existiu.

Criado no Japão na década de 70 no formato de mini combe (perua), foi vendido nos EUA pela Volkswagen. Fez relativo sucesso e agora existem colecionadores e vários vídeos no You Tube.

Funcionando a bateria (9v) sua excentricidade (além de ser super portátil) consiste na agulha que roda sobre o disco, não o contrário. O porém, como o nome sugere, é que detona o vinil!

Originais 70’s chegam a custar no eBay 140 pratas norte americanas. Na onda retrô, existe uma empresa nipônica comercializando novos modelos além das peruas, mas que funcionam do mesmo jeito.

[Ouvindo: I'll Be Seeing You– Kraftwerk]

16 comentários:

Leticia disse...

Bem, vi algo semelhante quando, num 31 d dezembro, desfolhando uma alface, encontrei um sapinho. Uma pererequinha pequenininha, bonitinha, verdinha. Como iria passar mais tarde no meu irmão, guardei o bichinho todo umidificado e com comidinha para os meus sobrinhos.

Lá chegando, fizeram o diabo, inclusive colocando o bicho pra rodar no toca-discos. Não durou nem cinco minutos. Morreu seco.

Miguel Andrade disse...

Letícia, tadiiiiiiiinho!

O último cacareco que me fez rir como esse carrinho foi um cavalinho de plástico vendido por camelo no viaduto Santa Efigênia.

O bicho a corda ficava trotando em círculos, preso a uma haste. Muito engraçadinho.

Depois, aqui em casa, eu o imitava e todo mundo ria. hahaha!!!

Leticia disse...

Óia!

Agora lembrei tb. que pra driblar os arranhados do LP a gente colocava uma caixa de fósforos em cima da agulha pra música não pular...

Miguel Andrade disse...

Letícia, eu também! hahaha!!! Pensei que só eu soubesse dessa manha.

Daniel Tavernaro disse...

Duvideodó que ele estraga mais o disco que deixar o próprio no sob sol quente por 15 minutinhos somente, rs!

Miguel Andrade disse...

Daniel, mas quem deixa ao sol em sã consciência?

Daniel Tavernaro disse...

Meu irmão! Em sã consciência, ele achou que, deixando-os lá um pouquinho, evitava aquele cheiro de papel velho que as capas tem depois de um certo tempo. E assim, foram-se uns 10 discos.....

PS.: Brincar de "loja de carros" (colocando aqueles carrinhos tipo "Hot Wheels") em cima dos discos, enquanto rodavam, também era uma brincadeira super curtida por mim, meu irmão e um primo. Minha mãe tinha uma mini estante de vidro, que já dava um certo ar de "chique" para a tal loja; assim, só faltava os carros ficarem expostos "rodando"! Lógico que brincávamos enquanto mamãe estava ausente, rs. Mas não chegava a ser escondido; nem sei se ela ainda lembra disso.

Detalhe: mesmo com brincadeiras, sol e outras coisas, alguns vinis não deram problemas maiores. Agora tenho cd's que nunca nem foram tocados direito e... estão arranhados. Um saco! Foras que descascam! Já aconteceu com vocês? ter um álbum legal e ver ele ir descascando aquela parte laminada? tenho vários assim!

E depois as gravadoras falam em pirataria... Lógico, os que aconteceram isso, baixei o arquivo. Não comprei outro original de jeito nenhum. Birra define!

Miguel Andrade disse...

Daniel, teu irmão não sabe o que é bom. AMO o cheiro adocicado do vinil velho...

Refer disse...

Vcs são todos vinyl killers desalmados. Vou denunciar todos para a Sociedade Protetora do Vinil.

O CD foi a maior vigarice da indústria fonográfica. Eles apresentaram (venderam) o CD como "mídia indestrutível", e a josta estraga sozinha em 10 anos.

Juntar vinil é sexy e emocionante. Acabei de arranjar um LP que nem sabia que existia: o 1º disco de Sheila, edição americana. Não sabia que tinha sido editado nos EUA. Podem dizer que Sheila é coisa de viado — não tô nem aí.

Aqui, L'École Est Finie
http://www.youtube.com/watch?v=wQ3iXf7F19Q&feature=fvst

Miguel Andrade disse...

Refer, verdade!!! Na época do lançamento era lenda de que ele não duraria.

Muitos dos meus estão morrendo, ao invés do vinil, inteirões.

Isso, continue dando o que falar na vizinhança com Sheila de baixo do braço...

Refer disse...

Vc está sendo debochado, mas a verdade é que basta falar em Sheila que vejo gente com aquele sorrisinho no canto da boca que só 'entendido' sabe dar.

Aqui:Comme Les Rois Magues
http://www.youtube.com/watch?v=JSZkaIaVIpE&feature=related

(essa música teve uma versão em português, acho que gravada pela Giane)

Miguel Andrade disse...

Refer, mas hoje é descoladinha. Ninguém diz...

Leticia disse...

Uma vez achei em casa, lá no Rio, um álbum com vinis antiquíssimos. Botei pra tocar Feitiço da Vila, com Aracy de Almeida. Era uma vitrolinha portátil, e a esqueci no quintal. Pra quê? Pegou sol e o LP ficou parecendo uma fruteira de murano. Jamais pensei que a interpretação dengosa de Aracy pudesse se potencializar daquele jeito...

Quanto á caixa de fósforos, Miguel, a gente tinha engenho... Hoje? Humpf!

Miguel Andrade disse...

Letícia, players de DVD, CD e similares são fraquíssimos. Nem caixinha dá pra usar.

Portinhas logo desandam.

Daniel Tavernaro disse...

Ri alto! "Pegou sol e o LP ficou parecendo uma fruteira de murano."

Justamente o que aconteceu com um LP da Gal Costa que eu ouvia todo santo dia, hahaha!

E sobre os leitores de CD/DVD que dão problema no canhão a laser.... É só colocá-los de lado (isso, põe o equipamento na vertical) ou de cabeça para baixo! Aqueles que são tipo gavetinha são ainda mais chatos, pois alguns não seguram o disquinho como deveria, então nada de tombar o equipamento....

E se alguém tiver aqueles tipos de players que cabem mais de 3 disquinhos... Olha, sinto muito dizer, mas ele não durará! A não ser que seja um JVC!

Miguel Andrade disse...

Daniel, mais fácil trocar quando puder! Trens são descartáveis.

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