terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Entre a cruz e a caldeirinha

Chupa, todo grande olimpo das deusas da tela prateada! A primeira parceira de dança do Fred Astaire (no cinema) foi Joan Crawford, não Ginger Roger.

Em Dancing Lady(1933 de Robert Z. Leonard) senhora Crawford não só dança como canta, sapateia e mergulha. ... E samba na cara da sociedade!

De ficar estarrecido com seu talento. E certeza, ou melhor, duvideodó que se resolvessem refilmar esse roteiro existisse outra moça com tantos predicados.

E ainda linda... E loura! Um dos únicos momentos em que podemos apreciar sua beleza platinada!

Se bem que um texto destes hoje não faz o menor sentido. A lindeza em questão fica entre o produtor (Clark Gable) bonitão e casca grossa e o grã-fino bonitão de cartola prometendo um casamente.

Em 33 não dava nem pra cogitar conciliar casamento e o teatro rebolado. Riqueza sem fim versus céu estrelado das artes burlescas... Oh, dúvida cruel!

[Ouvindo: Yes sir that's is my baby – Eliana e Booker Pittman]

2 comentários:

Dino Napoleão disse...

Adoro esse filme Joan Crawford brilha em cada cena.

Miguel Andrade disse...

Dino, bem dito! Impressionante!

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