terça-feira, 22 de novembro de 2011

Para bom fisionomista

Olhai que coisa! Mas NUNCA que eu reconheceria o caipira gosmento adepto de alimentação canibal de Motel Hell (1980 de Kevin Connor) tratava-se de Rory Calhoun!

Aquele mesmo cujos olhos claros e a herança familiar fizeram Betty Grable tremer em Como Agarrar Um Milionário (How to Marry a Millionaire, 1953 de Jean Negulesco). Irreconhecível mesmo.

Não estou aqui mostrando um antes e depois pra repararmos nas rugas, já que todos nós partimos para igualmente envelhecer. Isso é natural e comum, não sei como ainda se espantam com o passar do tempo num rosto.

A imagem dele como galã foi espatifada instantaneamente na minha cabeça, e nem precisou de serra elétrica. Entrou no lugar um tiozinho doido usando cabeça de porco como máscara...

[Ouvindo: On My Own – Patti Labelle And Michael Mc Donald]

19 comentários:

Diogo disse...

Essa loira da segunda foto traduz bem meu sentimento pela Marylin como uma "caipirona na cidade grande e jeito de nova-rica", posso estar errado. rs

Miguel Andrade disse...

Diogo, está errado! rs

Diogo disse...

Miguel, algo nela não me desce, não acho ela "cool" entende, como a Dietrich ou a Bette.

Miguel Andrade disse...

Diogo, Bah! Você precisa conhecê-la melhor...

Leticia disse...

Diogo, em verdade vos digo que caipirona na cidade grande não tem rosto específico. Vai por mim.

Miguel Andrade disse...

Letícia, assinando embaixo! Cada uma que eu já cruzei...

Leticia disse...

Uêpas!

Miguel Andrade disse...

Letícia, e não se identifica geralmente à primeira vista. Este é o problema com elas.

Leticia disse...

Esses são os piores. Fazem de um tudo pra sair da terrinha mas a terrinha não sai deles.

Mais dia menos dia, numa situação extrema, a coisa aflora em todo seu esplendor...

Miguel Andrade disse...

Letícia, tenho silenciosamente acompanhado algumas. Deslumbre total que sei bem pra onde vai...

Leticia disse...

Hahahahahá!

Eu também. Acompanho silenciosamente. Às vezes nem isso.

Miguel Andrade disse...

Letícia, se encaixa também (ou muito) na nossa conversa recente sobre pessoas estranhas em cargos com visibilidade. AMAM!

Leticia disse...

E os valores, Miguel! Os valores!

Uma calça Diesel? Bloquear no Facebook? Trabalhar numa empresa grande (com salário merreca)?

E conseguir apagar o sotaque nativo? Acho essa a melhor.

Miguel Andrade disse...

Letícia, Hahaha! Incapazes de comprar um livro fuleiro que seja, mas com o último modelo de celular em punho!

E mantêm um relacionamento estranhíssimo com as tais redes sociais. Um tal de segue e deixa de seguir, bloqueia daqui, libera de lá....

Leticia disse...

Falando em celular, o destino me obriga a comprar um, porque meu aparelho velho o ladrão levou. Estou há mais ou menos um mês sem usar minha linha e não morri, veja você! Só dúvida sobre que modelito comprar. Acho que simplesmente não existe mais um que seja só telefone...

Redes sociais são o afloramento de todas as neuroses. Criatura debulha sua vida publicamente e depois reclama do que ela própria fez. Voltamos ao que mamãe esqueceu de ensinar.

Miguel Andrade disse...

Letícia, exato! Sem falar em entrar nessas coisas, expor qualquer tipo de miséria e depois clamar por normas de privacidade.

Como se expor a vidinha ordinária na internet fosse uma obrigação. E os destinatários (na imaginação da criatura ávidos por suas novidades) tiverem que ser quem elas querem.

Quanto ao "celulá", o meu jaz em alguma gaveta sem bateria nem nada. Tai uma tecnologia que não me seduz.

As vezes lembro dele, boto pra carregar e depois desencano. Não morro nem me tornei uma sub criatura por isso.

Leticia disse...

Opa, nem eu! Filosofia de vida para a maioria das ligações: quem me procura acha.

Não preciso estar a postos cada vez que a criatura quer falar uma bobagem qualquer. Tenho agenda, prioridades, e todo mundo também deveria ter.

Miguel Andrade disse...

Letícia, sem falar que hj basta mandar um e-mail. Não precisamos de um contato direto.

Leticia disse...

Grande e-mail!!!! É meu principal canal.

Coisa meio ultrapassada para a molecada, não? Parece que não tem graça se todo mundo não ficar sabendo.

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