sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Inimigas e rivais

Aquele amor a atrizes que interpretam atriz. Kim Novak e Elizabeth Taylor protagonizando um dos melhores catfights que o cinema já mostrou em A Maldição do Espelho (The Mirror Crack'd , 1980 de Guy Hamilton).

Não deixam de se elogiar sem perder o sorriso para os fotógrafos. Gentileza do tipo: “Há duas coisas que eu não gosto em você: A sua cara” e “Querida, erga seu queixo. Os dois!”.

Adaptado de um livro da Agatha Christie, não seria a mesma coisa sem o elenco estrelar satirizando a persona que interpretou na já distante era de ouro do cinema yankee. Liz Taylor usa até um chapeuzinho repleto de violetas, cor tão associada a ela pelo tom dos olhos.

Rock Hudson, evidente, é seu pacato marido. Pacato mas com possibilidades de cometer um assassinato, como cabe aos personagens de uma boa trama a ser desvendada pela Miss Marple.

Por falar nisso, tive a sensação de ter visto uma solução de crime idêntica em algum outro filme, novela ou série recente. Se alguém lembrar onde foi, por favor, não se faça de rogado.

11 comentários:

BB disse...

Sou super fã dela (Liz Taylor) mas nunca vi esse filme. É bom mesmo ?

Miguel Andrade disse...

BB, é divertidão. Bem simples e com um elenco estrelar!

BB disse...

Eu ouvi comentários negativos e no imdb não tinha grande nota e fiquei c/ pé atrás. Vou dar um jeito d assistir então.

Miguel Andrade disse...

BB, há, não é uma obra prima, mas é divertidão. Há coisas muito piores por aí.

BB disse...

Dos filmes da E. Taylor tenho vontade de ver aqueles filmes mais trash dos anos 70, tipo "X, Y & Z" (morro d vontade d ver), "Ash Wednesday" e "Identikit".. já viu algum ?

Leticia disse...

POis em verdade vos digo que cresci com a imagem dessa verdadeira touca de banho florida. Alguma imagem que vi em revista, provavelmente. Pensava: que horror americano!

Hoje eu já vejo com outros olhos: dependendo da situação (p.ex., cabelo sujo), eu usava, sim.

Miguel Andrade disse...

BB, não! Também queria. Já estive com um deles na mão. edição TOOOSCA, baratinho e não comprei!

Sabe aquele segundo que você olha, olha e dá preguiça? Nem preciso dizer que me arrependo hoje.

Letícia, sim!!! Eu também achava estranho. Minha mãe usava uma e a gente tirava sarro. Hoje acho tão luxo!

Leticia disse...

Sua mãe usava? Na rua?

Miguel Andrade disse...

Letícia, não! Hahahahah!!! Na piscina.

BB disse...

é? pensei que nem tivessem sido lançados aqui, mesmo em edição tosca. se bem que né, inacreditável q o melhor filme da Liz, virginia woolf, tenha sido lançado c/ áudio mono baixíssimo e d péssima qualidade, assim como vários outros clássicos da warner. acho que baby jane tb é assim. devem pensar: só idoso vê isso, nem vai reparar na péssima qualidade do produto. o Brasil definitivamente não é sério. não é. rs

Miguel Andrade disse...

BB, a nossa versão do virginia woolf está uma vergonha! Tela cheia, audio baixo...

Mas a Warner tem algumas boas edições de clássicos. Preserva a arte original nas capas e menus e ainda coloca um extra ou outro.

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