terça-feira, 6 de setembro de 2011

Bicho de uma cabeça

Nessas horas sinto ainda mais saudade da minha finada vovozinha! Como não querer um fabuloso parasita cerebral interplanetário em croché!!!

Chegar a uma festa com isso na cabeça é de impressionar a todos! Se bem que alguns parecem que já possuem um, mas de material invisível, né?

O mais importante diante de um hospedeiro é simular naturalidade de ambas as partes. Eles costumam ficar furiosos ao menor sinal de apontamento da condição.

Pra quem tem avó ou os dons e gosta de Futurama, pode visitar este blog aqui pra fazer um igualzinho. Tá em inglês, mas acho que pra quem manja deve dar pra entender.

Veja também:
Divine de croché


[Ouvindo: Mad About The Boy - Renee Raff]

21 comentários:

Mahal disse...

Miguel...eu vi uma foto de um Cthulhu de crochê e tô quase doida aqui pq não acho ninguém que faça!
Trágico.

Miguel Andrade disse...

Mahal, aprenda croché!!!!

Leticia disse...

Ah, mas é muito fácil de fazer. Quem tem crochê básico faz em meia horinha... mas precisa ter o ponto apertadinho, senão não dá o mesmo efeito.

Miguel Andrade disse...

Letícia, esqueço que você manja do riscado. Pareceu ser fácil também, mas não faço ideia disso na prática.

Mahal disse...

Ah, é meu sonho aprender a trabalhar com linhas e agulhas...meu negócio é a massinha de biscuit.

Miguel Andrade disse...

Mahal, um tempo me arrisquei na massinha. Era muito divertido.

Como voltar ao prézinho, com a vantagem de que os boizinhos não se desmanchavam depois.

Leticia disse...

Tudo começa com um pequeno círculo em ponto baixo, aí você vai juntando os pontos, meio que "franzindo" o círculo. Daí é só ir modelando conforme...

Miguel Andrade disse...

Letícia, isso é grego!

Mahal disse...

Miguel, tem fotos dos meus trabalhos no facebook, dá uma olhadinha lá depois e vê se vc aprova!

Miguel Andrade disse...

Mahal, verei!

Mahal disse...

eu sei o que é ponto baixo, mas daí a fazer círculos e franzir...vixe!

Miguel Andrade disse...

Mahal, boio total nisso!

Leticia disse...

Ô, gentche, ponto baixo, em forma circular, daqueles que você vai acrescentando pontos a partir do miolinho. A partir de certo momento intuitivo, vai fazendo reto umas duas ou três carreiras, e depois vai fechando.

Miguel Andrade disse...

Letícia, a sinhá tem o dom do artesanato. Tudo é fácil!

Refer disse...

Já editei revista de crochê e não sei diferenciar um ponto cruz de um ponto de umbanda. Eê zi-fio de algodão 100% mercerizado!

Igualzinho ao Mino Carta, que editou a 4 Rodas mais de 10 anos e até hoje não sabe dirigir!.

Miguel Andrade disse...

Refer, Hahaha!!!! Melhor comentário que vc já fez aqui!

Leticia disse...

Putz, Refer! Você imagina revisar uma revista de crochê!... Eu tenho colega que faria o trabalhinho junto pra conferir se o texto está certo...

Miguel Andrade disse...

Letícia, devia ser como revisar edital nos meus tempos de jornal. O demônio impresso!

Coisa que eu jamais nem chegaria perto como leitor!

Refere disse...

Letícia e Miguel, diante de revisar revista de crochê, antigamente eu exclamaria "que puta trabalhinho de corno!"

Hoje, em tempos politicamente corretos e otimismo forçado, deve-se dizer "adoro desafios!"

Refer disse...

"Refere"? Refer — baby that's me.

Miguel Andrade disse...

Refer, é! Os tempos são outros! Hahahaha!!!

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