quinta-feira, 28 de abril de 2011

Retratos imediatos de primeiro grau

Tô aqui boquiaberto, hipnotizado com o senso estético disto! Poderia escrever uma tese de mestrado inteirinha analisando esta capa.

Não preciso (nem quero!) conhecer que música se trata. Só de como elástico de calcinha reage à falta de gravidade seriam páginas e páginas, porque vou te contar...

A mocinha tá praticamente um Hubble! Tirando fotos e mais fotos do espaço. É só olhar e dizer "cheese"!

Nos comentários de onde foi originalmente postada alguém reparou que a arma laser dele é bem maior que a dela. Típico estereótipo intergaláctico!

[Ouvindo: True Love - Bing Crosby And Grace Kelly]

8 comentários:

Leticia disse...

"Westimnster gold series"!!!!!!

Rá rá rá rá rá!!!!!

Miguel Andrade disse...

Letícia, luxo, luxo!

Ricardo A.M. disse...

Eu fiquei aqui imaginando como seria a contracapa e um possível encarte dessa pérola...

Miguel Andrade disse...

Ricardo, deuzolivre!!! Pior que uma busca por Sir Adrian Boult chega-se ao seguinte senhor:
http://www.dcu.org.uk/Images/Archive_pics/Adrian_Boult.jpg

Ricardo A.M. disse...

Pior é que eu fiquei encanado com aquele "Gustav Holst" e fui xeretar. Sir Adrian Boult era um maestro - ele conduziu a primeira apresentação da peça "The Planets", em 29 de Setembro de 1918. Adrian Boult era amigo de Gustav Holst - que foi o compositor da coisa toda.

"The Planets", aliás, é uma suíte (sequência de peças) de música clássica, composta por 7 peças, cada uma representando um planeta, com exceção da Terra. Ah, sim, quando Holst escreveu "The Planets", Plutão ainda não tinha sido descoberto.

Amostra de Júpiter: http://www.youtube.com/watch?v=L6NopU9K_8M

Portanto, Miguel, mande bala na sua tese de mestrado! Além do senso estético peculiar, a capa merece uma análise pelo fato de o contexto dela não ter nada a ver com a música que ela embala. Diretorzinho de arte/criação vagabundo...

Miguel Andrade disse...

Ricardo, mas é como desconfiei, mais uma capa tentando rejuvenescer o material original. Como aquela 60's do Xavier Cugat.

Ricardo A.M. disse...

Orra, Miguel, mas bota "tentando rejuvenescer" nisso! A julgar pela capa, o conteúdo tá mais pra uma "ópera-discothéque" de quinta categoria do que pra música clássica!

Sem contar que você bate o olho num geral e a referência imediata é "The Planet of the Apes". Mais brega, logicamente. :P

Miguel Andrade disse...

Ricardo, pra mim parece trilha daqueles sexplotation sci-fi dos anos 70/80. Tipo Flesh Gordon.

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