quarta-feira, 30 de março de 2011

Pausa para nossos comerciais

Un caguro? No, un ragazzo "pon-pon"

Desde a invenção do bambolê, aquela roda plástica álibi para qualquer rebolado, que inventores quebram a cuca afim de algo tão simples e que cole na gurizada. Febre mesmo só o Cubo de Kubrick, aka Cubo Mágico, e o ioiô conseguiram.

Fora isso foi um tal de mola maluca, chaveirinho de fio de telefone que vira colar, vai e vem e o flop Pogobol. Uma bobagem de plástico cara que a Estrela tentou transformar em algo cool na década de 80.

Ragazzos “pon-pon”, assim como qualquer outra brincadeira propensa a virar coqueluche, vai e volta. Lembro-me da Christina Applegate saltitando nele em Viva! A Babá Morreu (Don't Tell Mom the Babysitter's Dead, 1991 de Stephen Herek).

Meu sobrinho teve sua fase ragazzo “pon-pon”! A contragosto do pai, que olhou de soslaio, evidentemente.

A imagem é um oferecimento Sonobugiardo

[Ouvindo: Ouriço – Serguei]

4 comentários:

djalma disse...

Nossa, como eu detestei o pogobol! Brinquei na casa de uma amiguinha só pra saber como era. Morri de medo de me esborrachar no chão!

Disso tudo dos 80s, só lembro de ter sido pego pela mola maluca, pela geleca (tudo bem que quase vomitei na primeira vez que peguei naquilo), pelos pirocópteros (eu tinha uma coleção, aff) e pelo fluf. Meus flufs eram de borracha vagabunda, todos literalmente se esborracharam, derreteram com o tempo, que nem a Bruxa do Oeste.

Ah, já ia esquecendo de uns chaveirinhos infernais do Paraguai que pareciam controle remoto de portão de prédio e tinham oito botõezinhos coloridos, cada um acionava um efeito sonoro (e todos dignos de um Atari 2600)... criança gosta de cada porcaria!

Miguel Andrade disse...

Djalma, os chaveirinhos do Paraguai!!! Sempre quis ter um.

Minha mãe tentava frear minha sede por ter o que os outros tinham. Já minha irmã caçula foi presa fácil.

Daniel Tavernaro disse...

Tinha um macaco que, se não me engano, fazia sons estranhos ou dava murros, algo assim. Porém, o que me lembra anos 80 é o Castelo do Heman e o Corvette rosa da Barbie. Quando fiz 4 anos, louco por design de automóveis e pelos carros em si, lógico que escolhi o carro da Barbie. Era gigante! Mas rosa.... Anos depois que entendi a minha escolha (mas sefosse hoje, não o faria, rsrs!)

Miguel Andrade disse...

Daniel, o Murphy, né?

Gozado que hoje em dia me apego muito mais em carros antigos. O design especificamente.

Amaria dirigir um bem 70's.

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