quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Verão 1980 e alguma coisinha

Todas gatas, tigresas! GRRR!!! Não se sabe se é catálogo de moda ou de prostitutas de 20 dólares...

E a expressividade dessas moças? Chamo sua atenção especificamente para esta aqui:

Modelo e atriz nata! Biquinho de quem ta com cubo de gelo nas costas, comum nas manecas 80's, levado a sério!

Veja outras imagens arrebatadores do catálogo clicando aqui. Só filé!

[Ouvindo: Rockit – Gorillaz]

Orgão Saxual e o comércio de música estranha

No boom do CD, metade da década de 90, o povo se desfazia de vinil como se as pobres bolachas plásticas fossem portadoras da peste. E dessa experiência de ter acesso ao que dezenas de pessoas consumiram observei uma coisa.

Alguns artistas pavorosos realmente venderam zilhões de discos! Não eram só conchavo da indústria fonográfica com órgãos de mídia de má fé.

Muita Xuxa, Chitãozinho e Chororó a dar com um pau, completei a discoteca do Rei Roberto Carlos umas duas vezes. Tive um do Beto Barbosa cheio de pegadas, parecia que o LP andou pelo chão da lambateria...

Se todo aquele vinil com trilhas sonoras de novela da Globo fosse derretido e modelassem Barbies, não haveria uma só menina no planeta sem a boneca em versão afro descendente. E as dúzias e dúzias de RPM Rádio Pirata Ao Vivo?

Na Internet, dá pra sacar quem vendeu bastante e está esquecida pela frequencia com que é encontrado nesses blogs de MP3 lounge. Cruzei com Walter Wanderley infinitas vezes!

Se não me engano, aqui mesmo no La Dolce ele apareceu outras vezes. Um sucessão! ... E antes de navegar por estas playas, eu NUNCA tinha ouvido falar.

Orgão Sax Sexy foi gravado em parceria com o organista Portinho no ano de 1964. Uma mistura bizarra dos diabos!

O tecladinho kitsch dá umas baforadas cômicas na malemolência bossa-nova de Wanderley, ou melhor, uma mistura de trilha de sexplotation com baile de fantasias do Hotel Glória. Conheça lá no Loronix.

[Ouvindo: Together (Ultimate mix) – Pet Shop Boys]

Diálogo educativo

Creio que Joan Crawford nesta foto, mamãezinha querida que foi, estava ensinando o perigo de se brincar com facas... O pequeno Christopher teve muita sorte.

Sua irmãzinha Christina aprendia de forma bem mais dura. Pelo menos a JAMAIS colocar vestidinhos de 300 dólares em cabides de arame! Cabiiiiides de arame!!!

A foto P&B é um oferecimento Seraphic Secret.

[Ouvindo: Eine Alpensinfonie: Nacht (R. Strauss) – Staatskapelle Dresden

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Papo cabeça

Muito me estranha a moda da peruca, seguida fervorosamente por mulheres nas décadas de 60 e 70 nunca ter voltado. Não estou me referindo a apliques, megahairs ou similares, mas perucas mesmo.

Esses implantes atuais são praquelas que querem garantir estarem fardadas de mulherzinha, de cabelão escorrido. Perucas eram... Lúdicas!

E comuníssimas! Pelo menos na minha faixa etária, várias amigas relatam memórias de infância envolvendo o picumã da mamãe.

Esperta foi Eva Gabor que aproveitou a onda pra e investir numa fábrica! Repara que luxo essa embalagem!

Possuía mais faro para negócios do que sua irmã Zsa Zsa, mas menos jeito para o amor. Colecionou apenas cinco maridos, quatro a menos do que a irmã, talvez por falta de oportunidade.

Auto intitulada a única atriz da família, dizia que "casamento é uma experiência muito interessante para ser feita apenas uma vez." Eva tinha o que se pode chamar de força na peruca!

As imagens são oferecimento Stirred, Straight Up, with a Twist

[Ouvindo: Naturally – Sweetwater]

Minha nossa senhora!

A TV Aparecida, emissora obviamente católica, criada para adorar a padroeira do Brasil, está anunciando seu pacotão de filmes para 2011. Entre eles... GAMERA!!!

Na chamada, repleta de hits cinematográficos que a gente nunca ouviu falar, eles terminam falando que o primeiro será o da tartaruga gigante que voa e solta fogo pelo rabo, mas não dão a data de exibição.

Gamera foi a resposta da concorrência ao fenômeno Godzilla da Toho. Nunca alcançou a mesma popularidade, mas mesmo assim, é um ícone entre os monstros gigantes japoneses, esquecidos das grandes das emissoras brasileiras.

O lagartão volta e meia ainda passa no SBT (só podia), pelo menos as produções mais recentes. Gamera, pobrezinha, pelo menos está melhor servida em DVD com três (!!!) filmes lançados aqui: Gamera, O Monstro Invencível (1965), Destruam Toda Terra (1968) e A Batalha dos Monstros (1969), todos pela finada London Films.

No santo canal será Gamera, A Guardã do Universo (Chiisaki yusha-tachi: Gamera, 2006 de Ryuta Tazaki). O mais recente dos 12 filmes já feitos.

[Ouvindo: Sit Down – James]

.

As Certinhas do La Dolce

Florinda Bolkan
Cosa nostra.


[Ouvindo: Pense Dance – Barão Vermelho]

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Aquele em que Phoebe faz pornô

Um dos meus episódios favoritos de Friends! Aquele Em Que Chandler Não Consegue Chorar (The One Where Chandler Can't Cry, 2000 de Kevin Bright), 14° da 6ª temporada.

Depois que um gordinho (com cara de tarado) pede autógrafo para Phoebe Buffay (Lisa Kudrow), Joey (Matt LeBlanc) fica com a pulga atrás da orelha. A loira, claro, acha que é um fã de suas canções folk.

Ela havia virado uma sensação da indústria pornô sem saber! Estrela de Buffay, The Vampire Layer, paródia pornográfica do seriado Buffy, A Caça Vampiros (Buffy the Vampire Slayer).

Enfim, Joey aluga o VHS e leva pra galera ver sua descoberta. Ver, não assistir! É o único dos cinco que se opõe a assistir a fita por respeito à amiga.

Esteticamente mudou tanto de lá pra cá, mas naquele tempo as atrizes hardcore usavam o cabelão igual ao que ela está usando. E unhas de tamanduá vermelhas!

O naturalismo que as platéias de agora exigem na ficção se estende ao sexo explícito. Não há espaço para falsas aparências entre essa geração de imaginação limitada.

Bizarrices à parte, Rachel (Jennifer Aniston) repara que Phoebe não tem tatoo no tornozelo. Por tanto, tratasse de Ursula, a irmã gêmea mau caráter!

Tão idênticas, que se Phoebe topasse alugar seu nome como a irmã propõe, poderia ter ganhado bons trocos. Sem suar a camisa!

[Ouvindo: I Wanna Be Your Dog – The Stooges]

Com ou sem cobertura?

Pra ser estrela de Hollywood precisava ter aquele “it”, e algumas mudancinhas visuais. Clark Gable arrancou todos os dentes conforme já contei aqui, Margarita Carmen Cansino levou dolorosos eletro-choques na testa para se tornar a estonteante Rita Hayworth ...

E que boa alma deve ter sugerido ao Yul Brynner rapar totalmente os cabelos? Ficou mil vezes melhor do que na época em que trabalhava como modelo!

Ele ficou careca em 1950 para ser o Rei do Sião na montagem teatral de O Rei e Eu. Antes de ser o astro de primeira grandeza que se tornou.

Brynner só entraria para o cinema em 1956, na adaptação cinematográfica de O Rei E Eu (The King and I de Walter Lang). Ganhou o Oscar de melhor ator logo no papel de estréia!

Interpretou um monte de chefes de estado, reis e faraós graças ao talento e classe nata. E inegavelmente à cabeça lustrosa, claro!

[Ouvindo: Symphony No.4 In E Flat: I. Bewegt. Nicht Zu Schnell (Bruckner) – Staatskapelle Dresden]

Dois coelhos numa cajadada só!

Duvideodó que a coluna Gente da Veja , aquela que tenta alçar fofoca ao posto de notícia, foi tão histórica quanto na edição de 29 de julho de 1998! Pelo menos duas notinhas são clássicas!

Registrou o nascimento de um dos bordões mais inolvidáveis da alta sociedade carioca! Quando Narcisa Tamborindeguy criou o lema “Ai, que loucura!”, que viria a ser título do seu primeiro livro.

Num episódio do extinto Você Decide, quando estreava como atriz, fez uma dondoca estrangulada por serial killer. Como não tinha texto, e Narcisa não é moça de entrar muda e sair calada, improvisou “Ai, que loucura, que loucura!”.

Histórico, hein? A notinha conta maldosamente que gravaram a cena com a frase e sem a frase, mas sabemos qual versão acabou indo ao ar...

Logo a baixo, a revista conta o lance da Isis de Oliveira com o George Clooney! A irmã da Luminha alardeou ter fisgado o mais convicto dos solteirões hollywoodianos.

Mais tarde foi choramingar ao Fantástico que havia caído no golpe de uma “amiga” médica, de cabelo repicado a lá Simone. Esta teria lhe pedido para bancar a farsa sabe-se lá por que motivo, e ela topou também sabe-se lá porque motivo.

Mexericos nebulosos da luta das celebridades em se manterem na mídia surgem todos os dias. Pouquíssimos com o mérito de ficar para a posteridade.

Veja também:
Nos anais da fofoca nacional


[Ouvindo: Digital Versicolor – Glass Candy]

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Pausa para nossos comerciais

Father will go overboard for these! – Wilson Brothers

Anúncio de dia dos pais com senhores em idade avançada... Se eu não lesse com atenção diria que é pro dia dos vovôs!

E o que a sunguinha amarela tem de elegante, com cintinho e tudo, a lá boneco Falcon, aquela florida tem de escandalosa. Bacana se seu papai não se importar em ir à praia de samba-canção!

A do dono do barco é a melhor, sem dúvida. Calça social cinza, embora sem pernas, é coisa de gente bem sucedida!

A imagem é um oferecimento Christian Montone

[Ouvindo: It's A Sin – The Pet Shop Boys]

Calendário símio 2011

Brindinho distribuido pelo pessoal do Hunter’s POTA Archive: Calendário comemorativo aos 40 anos de A Fuga do Planeta dos Macacos (Escape from the Planet of the Apes, 1971 de Don Taylor).

Baixe em PDF, preparadinho para imprimir, clicando aqui. Abra numa nova aba, ou use o botão direito e “salvar link como”.

Se tinta de impressora eu tivesse, arriscaria imprimir! Os dias são marcados com o nascimento do elenco e equipe do filme. E a gente nunca lembra que Sal Mineo (10 de janeiro) é o macaco astronauta Milo!

Dizem que ele deu chilique com a desconfortável máscara, e é por isso que seu personagem não dura muito em cena. E aqui, aos 31 anos, encerrou sua carreira cinematográfica!

E Já faz 40 anos que estreou o terceiro capítulo da saga, não? Quatro décadas!!!

Até contei nos dedos pra ver se era isso mesmo... Não foi outro dia mesmo que estavam vendendo o VHS comemorativo aos 20 anos da macacada?

Do jeito que chipanzés duram, Kelly, o bebê que interpretou Milo/César , filho de Zira e Cornelius, deve estar uma senhora macacona! Não encontrei nada sobre sua vida atual, como tantos atores mirins que não conseguem continuar sob as luzes da ribalta ao crescer...

[Ouvindo: Positivismo – Noel Rosa]

Drácula 100% made in Brazil

Separados na maternidade da Transilvânia! Cristopher Lee e o brasileiro Paulo Villaça!

Tão parecido com o inglês que ele foi o nosso Conde no episódio “Drácula Não Morreu” do seriado Armação ilimitada em 1988. Pena que o pessoal da maquiagem se esforçou bastante para desfazer a similaridade!

Villaça ta muito mais Christopher Lee em O Bandido da Luz Vermelha (1968 de Rogério Sganzerla ) do que aqui! Que sobrancelhas são essas, minha gente?

Pode parecer mais vampiresco também em Os Embalos de Ipanema (1978 de Antonio Calmon). A tiazona se esbaldando nos encantos juvenis de André de Biase, por coincidência (?) o mesmo Lula de Armação!

No começo, Luiza Tomé (futura Teuda e Manteúda do Seu Modesto Pires) corre de uns huskies siberianos (lobos?) em noite de lua cheia. É O mote do episódio, quando Lula e Juba (Biase e Kadu Moliterno) são contratados por misterioso empresário para encontrar a garota.

Enquanto isso, Zelda Scott (Andréa Beltrão) parte para Sensilvania a fim de fazer reportagem sobre clínica de emagrecimento que promete milagres. A intrépida reportar do Correio do Crepúsculo descobrirá que Lobo Cordeiro, dono da clínica, não é quem parece ser.

Há momentos bons como a participação da Enriqueta Brieba. Ela é Agatha Van Helsing, neta do lendário caçador de vampiros, e será responsável por equipar o pequeno Bacana (Jonas Torres) com as armas necessárias (água benta, estaca, etc.), que como cabe às sátiras, não irão surtir efeito.

E para não haver dúvidas da inspiração Hammer, ela mostra o retrato do vovô na parede. É Peter Cushing, ator que foi Van Helsing, algoz de Christopher Lee, em vários filmes da produtora inglesa!

Uma das marcas do programa era a brincadeira com os clichês televisivos. Produções da Hammer eram reprisadas á exaustão pela TV do Brasil naquela época, embora a trilha sonora utilize músicas do Drácula de 1978, com Fank Langella.

Além da péssima maquiagem que usaram em Villaça, “Drácula Não Morreu” pertence ao último ano da série, sofrendo com o desgaste de idéias dos roteiristas. O desfecho mesmo dá pena, com o bebê da Ronalda Cristina (a loba Catarina Abdala) resolvendo facilmente tudo com seus poderes sobrenaturais.

Não está entre os nove episódios incluídos no DVD duplo lançado pela Som Livre . Mania da TV Globo de comercializar suas produções picadas, capas e menus feios, bônus irrisórios, ao invés de boxes caprichados como as majors norte-americanas fazem.

[Ouvindo: Stop The Dams – Gorillaz]

domingo, 26 de dezembro de 2010

Reencarnações literárias

A vida ta fácil! Antes, pra rever as emoções de um filme, precisávamos ouvir a trilha sonora ou ler os livros dos quais foram adaptados, agora basta pega-lo na estante e assisti-lo... Na pior das circunstâncias, ir até a locadora.

Imagino a broxada homérica de quem assistiu a um Alfred Hitchcock e depois quis ler o livro do qual foi adaptado. Não eram adaptações no sentido literal da palavra, mas inspirações.

Geralmente ele captava a essência e jogava todo o resto no lixo! Daí, editoras relançavam obras fazendo referência às películas.

Por exemplo este “D'Entre Les Morts” de Pierre Boileau e Thomas Narcejac, com o título alterado para Vertigo (Um Corpo Que Cai, 1958)... Historicamente foi um fracasso de crítica e bilheteria do Gorducho, mas deve ter aumentar seu valor comercial nas livrarias.

O romance teria sido escrito especialmente para o diretor após ele ter tentado sem sucesso comprar os direitos de outro dos mesmos autores. “Celle mais qui n'était” foi filmado por Clouzot como As Diabólicas (Les Diaboliques, 1955), obra prima com visíveis respingos em Psicose (Psycho, 1960).

Mesmo assim, Hitchcock alterou pontos cruciais do enredo. Inclusive no desfecho sacralizante, deixando que a justiça seja feita nas mãos divinas, não nas do herói.

A capa é um oferecimento Boy de Hass

[Ouvindo: Bailaré Sobre Tu Tumba – Siniestro Total]

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Astro Boy de metal, carne e osso

Nem Astro Boy (Tetsuwan Atom/鉄腕アトム), quem diria, escapou de ter uma versão live action em seriado! Produzido em 1960, é anterior ao seu festejado anime.

Deve ser bem pouco conhecido até no Japão, porque só no ano passado começou a ser comercializado em DVD. Dos 65 episódios, apenas 58 sobreviveram ao tempo.

O menino robô, a mais célebre criação de Osamu Tezuka, surgiu no começo da década de 50 em mangá. Na década de 60 virou um dos primeiros seriados em animação do Japão, o primeiro a ser considerado “animé”.

Com o sucesso estrondoso em seus país, foi o produto do gênero pioneiro a ser exportado. Tezuka é conhecido e reverenciado como “Deus do Mangá”, e isto não é exagero algum.

Responsável pela criação de muitos conceitos utilizados até hoje, seus trabalhos são apontados como seminais da milionária indústria nipônica. Olhos grandes dos personagens(para expressar sentimentos de forma clara), traços apontando movimento brusco ou cabelos estilizados com pontas, tudo coisa dele.

Transformado em live action, parece evidente que Astro Boy foi inspirado no Mickey Mouse, com as orelhas adaptadas. O “Deus do Mangá” jamais negou a admiração por Walt Disney, embora seus herdeiros tivessem reclamado quando encontraram muitas semelhanças entre O Rei Leão (The Lion King, 1994) e Kimba, O Leão Branco.

Há um episódio inteiro no You Tube (assista clicando aqui) em áudio original. Lembra bastante os seriados de aventura feitos por Hollywood na década de 40, com vilões caricatos de máscara,criancinhas em perigo e o herói surgindo nos últimos minutos, quando parece que a situação não tem mais jeito.

Os poucos minutos da abertura seriam a estréia do herói em animação. Em 2009, Astro Boy virou um malfadado longa em computação gráfica, produzido pelos americanos.

Veja também:
Perigos do fogo por Osamu Tezuka


[Ouvindo: Anlamazdın – Ayla Dikmen]

Jeito rápido de fazer cinema

Sempre me encafifou nos filmes das décadas de 30, a velocidade com que o texto era dito. Principalmente nos de gangster da Warner Bros. com James Cagney.

Às vezes chega a ser um upa conseguir acompanhara legenda em português. As pessoas falavam mais rápido naquele tempo? Atores interpretavam assim mesmo?

Descobri nos extras destas ótimas edições de DVDs. Um historiador explica se tratar do chamado estilo Warner, exigido pelos chefões do estúdio.

A lógica é simples: Quanto mais rápido o texto fosse dito, mais o filme teria duração menor , menos rolos de película seriam gastos, mais dinheiro economizado! Por incrível que pareça era só por isso!

O motivo era econômico, não estético ou artístico. Década de 30, EUA ainda se livrando do catastrófico crash da bolsa de NY de 29.

Reza a lenda que o cinema noir também foi criado no mesmo período oportunamente para economizar iluminação. Embora bastante difundido, não sei se isso é mesmo verdade.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ambição loirinha

A guria de A Tara Maldita (The Bad Seed, 1956 de Mervyn LeRoy)! No mínimo tá passando Bom Velhinho na conversa. Ahá!

Rhoda Penmark é aquela que por inveja até matar o coleguinha ela matou! E usando os sapatinhos de sapateado!

Tai menina verdadeiramente má que merece uma boa noz podre dentro da meia na manhã de natal. Cota de nozes podres pro resto da vida, aliás!

Um oferecimento Hilly Blue

Veja também:
Essa garota é uma peste!


[Ouvindo: Common People – Pulp]

Related Posts with Thumbnails