quinta-feira, 30 de setembro de 2010

I love night live

Paulette Pink sob as lentes da fotógrafa Célia Saito. Imagem de rápida associação com a primeira metade da década passada!

A foto faz parte da exposição que começará a partir desta sexta-feira (01) celebrando quatro décadas de vida noturna paulistana. Patrocinada por conhecida marca de vodka, acontece também em outros 13 países, onde cada qual busca representar o que tem de melhor existe em termos de balada, ou rebu, como diziam nos anos 70.

Essa mostra de São Paulo reunirá além de fotos, objetos, música e provavelmente, os seres iconográficos dos períodos. Cada cômodo do castelinho da Brigadeiro Luís Antônio será dedicado a épocas específicas, inclusive com o som que se ouvia.

Como haverá bar relembrando também o que se bebia, o evento é restrito aos maiores de 18 anos. Na página da Vejinha há algumas outras informações interessantes.

[Ouvindo: Sukidakara – Nobora Inoue]

Apavorando miss Fontaine

Daí você pensa: Meu Deus, o que deixou a cética doutora com os nervos em frangalhos desse jeito?

Daí entra o monstro... Primo não muito distante da galerinha de Where the Wild Things Are.

Esse é o comecinho de Bruxa, A Face do Demônio (The Witches/The Devil's Own, 1966). Um dos resultados do quiproquó que virou o “Olimpo das Grandes Damas da Tela Prateada” pós 1962.

A indicação ao Oscar de Bette Davis por O Que Aconteceu com Baby Jane? (What Ever Happened to Baby Jane?, 1962) deu novo sopro a carreiras adormecidas pelo passar do tempo. Todas perceberam que ainda dariam um bom caldo se aproveitadas em películas de terror.

Até a sisuda Joan Fontaine saiu da aposentadoria para participar da onda. Sua irmãzinha Olivia de Havilland já esteva nessa faz tempo, e não seria logo Fontaine que ficaria pra trás!

Veja também:
Joan Fontaine para Hammer Films


[Ouvindo: Groove Is In The Heart – Deee-Lite]

R.I.P. Tony Curtis

Faleceu hoje, aos 85 anos, o mitológico ator Tony Curtis. Ele já estava doente há algum tempo.

Em 1951, casou-se com Janet Leigh. Dessa união (ele teve outras 5 esposas) que durou 11 anos, nasceram as também atrizes Kelly e Jamie Lee Curtis.

Bonitão embora de talento discutível, compensou os altos e baixos da carreira permanecendo na mídia de forma indelicada, falando sobre as estrelas com quem trabalhou. Principalmente, Marilyn Monroe, a maior delas, claro!

Começou durante as filmagens de Quanto Mais Quente Melhor (Some Like It Hot, 1959). Ao contrário do diretor Billy Wilder que compreendia que Marilyn dava trabalho, mas o resultado compensava, Curtis foi se queixar dela à imprensa!!!

O último round foi recente. Lançou um livro contando coisas desnecessárias e sem fundamento como o suposto aborto que a loira teria feito de um filho seu.

Leia mais sobre esta publicação clicando aqui.

A foto maior é um oferecimento Lori Tingey

[Ouvindo: Rogar – Monna Bell]

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Furando o IMDB: Será que é ela?

Olhai que ontem acho que encontrei a Kate O’Mara em momento mega desconhecido de começo de carreira! Aparece por poucos segundos em Criaturas da Noite (Night Creatures/Captain Clegg), como você confere no frame acima.

Fui checar no IMDB mas não está em sua filmografia, nem como “Não creditada”. Filmografia que aliás, começa em 1965, e o filme é de 1962.

Ela fez alguns filmes na Hammer, produtora da película em questão, alguns com destaque como Carmilla, A Vampira de Karnstein (The Vampire Lovers, 1970). O cinema inglês parece um ovo, volta e meia a gente vê os mesmos atores aqui e ali.

Enfim, confio no meu taco de que é Kate O'Mara mesmo, principalmente pelos inconfundíveis olhos cor de esmeralda e o queixinho meio torto. Lembro quando postei no Flickr o (então) suposto Ed Fury fazendo figuração em Nunca Fui Santa (Bus Stop, 1956) e uma bichinha correu contestar porque não estava no IMDB.

Algum tempo depois... Pronto! Lá está incluído no elenco do filme de Joshua Logan como “uncredited”.

Veja também:
Fidel Castro em Hollywood?
Vários atores antes da fama


[Ouvindo: I Like the Sunrise – Mel Tormé]

Pausa para nossos comerciais

A beleza em forma nova! Nôvo sabonete Lux

À primeira vista indaguei se por ventura não haviam inventado o sabonete celular 60’s. Na linha sapato-fone do Agente 86...

Imagina o sufoco que deve ser lançar algo de novo entre os sabonetes. Novo formato de sabonete é como a reinvenção da roda.

Pelo feitio do anúncio, dá pra perceber que antes eles deviam ser quadrados, e portanto, deslizavam menos nas formas de qualquer ser humano. Pareciam sabão de lavar roupa, embora corríamos menos o risco de derrubar o sabonete no banho coletivo...

O texto exalta terem precisado de um artista pra fazer isso... Ao final ainda relembram se tratar do sabonete das estrelas, em 4 maravilhosas cores.

E o que adiantam as cores se a espuma será sempre branca? Mas isso já é filosofa demais.

[Ouvindo: La Femme Est Faite Pour L'homm - Arletty]

HQ em nome da lua

Pelo que andei lendo, parece que em 2011 Sailor Moon aporta novamente em Terra Brasilis. Pela terceira vez, sendo que a guria deu as caras na TV por primeiro em 1996 na TV Manchete, a reboque da febre chamada Cavaleiros do Zodíaco.

Nunca conquistou o estrondoso sucesso de seus antecessores, mas é uma graça de anime! Uma graça... Hilário em mostrar adolescentes que precisam lidar com problemas cotidianos comuns à idade e ainda com monstros quase sempre de olho nos corações apaixonados.

Nessa primeira aterrissagem aqui, a Editora Abril, desovou nas bancas uma revista em quadrinhos. A exemplo do que a Bloch fez com Jaspion, não propriamente um gibi, mas uma fotonovela utilizando os frames do desenho animado.

Estranho que no caso das Sailors o anime foi originado de mangá, portanto existe. Criado por Naoko Takeuchi, ele continua inédita no Brasil.

Talvez porque a Abril não tinha disponível uma adaptação colorida e ocidentalizada como Globo distribuiu Akira, e o gosto nacional ainda não estava aberto para quadrinhos em preto e branco, lidos “de trás pra frente”. Ou simplesmente faltou a ousadia pra editora testar o formato.

Mas apostou alto, com a primeira edição saindo em papel coche brilhante e tamanho comics americano. Logo depois passou a imprimir no costumeiro papel jornal, o que piorou a definição dos desenhos.


As histórias adaptavam os episódios da TV, o que não era de todo ruim. Não durou muito, tendo ficado restrito à primeira temporada, embora não creio que tenham adaptado todos os 46 episódios.

Pra quem não lembra, o último episódio acabava de forma bem trágica pra um desenho animado, mas dava gancho para as emissoras reprisarem toda a temporada. A partir da fase Sailor Moon R, a série passou a ser exibida com nova dublagem no Cartoon Network.

Chegava à ousadia de ter personagens de sexualidade dúbia! O que fez com que a pobre da Sailor Venus entrasse em parafuso ao se encontrar apaixonada por um carinha que depois se descobriu ser mulher.

[Ouvindo: C'est Si Bon (It's So Good) – Eartha Kitt]

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Da natureza dos homens

Veja no vídeo acima, ou clicando aqui, uma das interpretações mais fantásticas já registradas por uma câmera. Lon Chaney fumando com os pés (!!!) em O Monstro do Circo (The Unknown).

Dirigido em 1927 por Tod Browning, o mesmo de Drácula de 1931 (com o Bela Lugosi) e Freaks (1932), é o que se pode chamar de filme mudo do barulho! Tão fantástico que dificilmente me lembro que é da fase silenciosa do cinema.

Isso se deve muito à presença de Lon Chaney, um maluco da arte de interpretar! Ele é o estrangulador de seis dedos que se refugia em um circo como “O Homem Sem Braços”.

Esconde seus membros de todos, o disfarce perfeito para quem é hábil em apertar pescoços até a morte. Como nada é perfeito, acaba por se apaixonar pela filha do dono do circo, interpretada por Joan Crawford na flor da idade.

A garota está de olho também no Homem Forte, bem mais bonitão, só que tem um porém: Tem fobia do toque de homem! Portanto, enquanto ela for doente, o falso deficiente tem bem mais chances.

O conflito surgirá não apenas do triangulo amoroso, mas do que pertence à natureza de cada um, do que é adquirido e do que pode ser alterado. Diabolicamente humano!

Não deixe de assistir pelo menos ao trecho no vídeo. 83 anos e inteirão!

[Ouvindo: Por el Suelo – Manu Chao]

Ursinhos de pelúcia, tremei!

E quando a gente vê brinquedinhos assim, não dá vontade de ter filhos? Imagino esse zumbi de pelúcia já apavorando ao chegar entre Barbies, Max Steels e similares.

Não tem como negar seu efeito pedagógico, fácil de aprender o que é cabeça, membros, tronco e pé. Cabeça é a parte em que você tem que atirar, filhinho!

[Ouvindo: Danchone - Bushi – The Peanut]

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Quando o tempo passa mais depressa

Fui assistir a O Dia Final (The Day Of Triffids, 2009) por mera curiosidade mórbida. Amei o filme original O Terror Veio do Espaço, de 1962!

Senti-me tentado a descobrir como a BBC iria recontar a história das plantas carnívoras espaciais à plateia exigente de realismo atual. Pra começar, precisou de sagradas 3 (TRÊS!!!) horas na façanha!

Surpresa ver o nome de Jason Priestley nos créditos iniciais. Não lembrava que ele é um dos viventes desde que abandonei Barrados No Baile (Beverly Hills, 90210) por excesso de caretismo da série.

Oh! Como estaria o bom moço Brandon Walsh após tanto tempo? Daí entre o apocalipse da população britânica cega e as tais plantas carnívoras (ou triffids) fiquei o caçando.

Cadê? Procurei alguém que lembrasse aquele garoto de topete extravagante entre o elenco e nada! Será que a carreira desceu a níveis profundos e ele pode ser um dos triffids?

Uma hora e 50 minutos depois, um close e... TCHARAM!!! É o tiozinho com roupas militares!

É tipo de braço direito do personagem principal, tem bastante texto. Estava em cena bem antes de eu perceber de quem se tratava.

Não sei se é porque ele já não era adolescente na época do seriado e dava o truque. Mas está bem mais envelhecido do que eu esperava. Bem mais mesmo!

[Ouvindo: High Energy – Evelyn Thomas]

R.I.P. Gloria Stuart

A atriz Gloria Stuart, faleceu hoje (27), aos 100 anos. Acima de tudo, exemplo de perseverança profissional.

Um dos principais nomes femininos da Universal na década de 30, conhecida fase de ouro de seus filmes de horror do estúdio. É “a mocinha” em clássicos como A Casa Sinistra (The Old Dark House, 1932) e O Homem Invisível (The Invisible Man , 1933), ambos dirigidos por James Whale.

Linda, muito linda! Mas apenas isso... Atriz fraca, não demorou muito a cair no ostracismo.

Esquecida por décadas e décadas, seguiu na carreira até ter perdido toda aquela beleza loira. Mas o mundo dá muitas voltas!

Stuart conseguiria frequentar as noites do Oscar como pertencente ao time de primeira grandeza apenas em 1997, ao ser indicada por Titanic. Tanto, que agora que faleceu, está sendo lembrada como a velha Rose no blockbuster de James Cameron.

Se eu fosse ela, teria mandado colocar de epitáfio: Aquela que esperou e alcançou.

[Ouvindo: Ladorable Femme Des Neiges – Christie Laume]

Marilyn entre aspas na TV

O GNT reprisa a partir de hoje (27/09), às 20h30, Blonde - A História de Marilyn Monroe. A minissérie de 4 capítulos foi produzida em 2001 e será exibida diariamente até sexta-feira.

Num tempo em que Patrick Dempsey, presente no elenco, não tinha voltado ao estrelato com a série Grey's Anatomy. Falando em elenco, só pelas chamadas do canal, duas coisas saltam aos olhos!

Que infeliz figura deve ter achado que a australiana Poppy Montgomery poderia ser a loira mais famosa do mundo? Vergonhinha alheia..

A outra coisa diz respeito àquele meu post sobre a qualidade do filme impressa na qualidade dos cabelos e perucas. Relembre clicando aqui.

A moça ta muito desgrenhada, cheia de fiozinhos de cabelo soltos. Se há uma coisa que não lembro de ter visto (e olha que já vi imagens dela pra chuchu), é Marilyn relaxada com o cabelo, principalmente em aparições públicas.

Mas meu caro, às 20h30 o horário político está começando na TV aberta... Topo assistir até minissérie sobre a vida da Dona Zizinha, a compoteira ali da esquina.

[Ouvindo: Tarde Triste – Maysa]

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Profissional do grito

Minha foto favorita da Vampira (Maila Nurmi). Remete ao pensamento da Cherry Darling de Planet Terror sobre talentos inúteis.

O da Vampira era assustar criancinhas. E ela era boa nisso, basta reparar nas mãos tensas da menina em primeiro plano.

De pinup a PHD em borrar molecadinha! Importante é se especializar.

Um oferecimento Frankensteinia

Veja também:
Maila Nurmi e a vingança dos rejeitados


[Ouvindo: Crash Course – Keith Mansfield]

Assuntando sobre o blog

O Jonatas do Mixpoint começou pelo Twitter elogiando a forma como conduzo o blog, e acabou perguntando se eu queria dar uma entrevista. E mal gosto de falar pelos cotovelos, né?

São sete perguntas sobre como levo o La Dolce Vita, me pauto e até por que escolhi este nome. Ser sucinto não é meu forte, mas espero ter respondido todas as questões a contento!

Vá lá ler!

[Ouvindo: Cry Me A River – Julie London]

Do larzinha

Oh! Que gracinha... Aprendendo a ser escrava do lar como a mamãe!

Com sorte logo consegue um belo esposo que vai trabalhar pra ela manter a casa sempre limpinha e provida de alimentos. Esposo cristão, claro!

E a coisa mais machista que ouvi na vida foi um senhorzinho suspirando: “Ah, bons tempos aqueles em que as mulheres areavam panelas no rio”!!! Choro ou dou risada?

Do tempo em que tinha que cortar lenha ele não sente saudades...

[Ouvindo: Ho Scherzato Con Il Cuore (Hardy-Samyn-Beretta) – Catherine Spaak]

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Glorioso bastardo

Aldo Ray até tentou fazer papeis românticos, mas sua voz rouca e seu tipo físico o levaram a interpretar praticamente um só tipo. O cara durão com a masculinidade a prova de bala!

Logo em 52, quando estreou o nome com que foi imortalizado (antes apareceu em duas produções como Aldo DaRe), dividiu a tela com a Oscarizada Judy Holliday em A Mulher Que Deus Me Deu (The Marrying Kind). O diretor George Cukor teria mandado Ray fazer aulas de balé para perder o jeito de bronco de andar!

No próximo ano conseguiu ser indicado ao Globo de Ouro por “ator novato promissor” graças a sua participação em A Mulher Absoluta (Pat and Mike) também de Cukor. Disputou com Richard Burton e Robert Wagner, sendo que Burton foi o vitorioso.

Sorte mesmo teve em 55, quando apareceu em Não Somos Anjos (We're No Angels de Michael Curtiz). Conseguiu aparecer em destaque ao lado de figurões como Humphrey Bogart, Peter Ustinov, Joan Bennett e Basil Rathbone.

O mais bacana dele nesse filme é sua figura rústica contrastando com a personalidade de bandido de bom coração. Uma ternura vê-lo aconselhando amorosamente a jovenzinha Gloria Talbott (a mesma atriz de Casei-me Com Um Monstro do Outro Espaço).

Ele não era de recusar trabalho, mesmo quando a velha indústria de cinema americano mudou os rumos. Lamentável que nem sempre os filmes que passou a fazer a partir do final da década de 60, estavam à sua altura.

Ray foi um dos poucos atores com carreira hollywoodiana sólida a aparecer em um sexplotation, embora em seqüências não eróticas. O que são filmes de terror barato perto disso?

Outro tipo que encarnou bastante ao entrar na terceira idade foi o coronel de exército. Já o encontrei não creditado até em blacksplotation como chefão do tráfico.

Esse vale-tudo profissional teria aumentado quando diagnosticaram câncer em sua garganta. Foi difícil bancar o alto custo do seu plano de saúde.

Culminou em sua expulsão do sindicato de atores quando descobriram que ele havia trabalhado em produções não sindicalizadas. Faleceu desse câncer em 1991, aos 64 anos.

E ele aparece entre aquelas centenas de referências que Quentin Tarantino gosta de propagar. Aldo Ray é um de seus atores favoritos, tanto que em dois de seus filmes fez alusões diretas a ele.

Em My Best Friend's Birthday (seu filme amador de 1987), o próprio Tarantino se diz chamar Aldo Ray. Recentemente em Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds, 2009) batizou o personagem de Brad Pitt como Aldo Raine.

Acaba apenas no nome e no espírito do personagem, mas já é uma homenagem bem legal. Durão até o fim!

[Ouvindo: Nature Boy – Nat King Cole]

As Certinhas do La Dolce

Sophia Loren
Limpinha.

Um oferecimento MsBlueSky

[Ouvindo: House of the Rising Sun – The Mods]

Segredo das rosquinhas

Adoro ler fórmula química dos produtos de limpeza quando to no banheiro, ou do que está na mesa durante o café da manhã. Mas não foi por nada disso que li os ingredientes das Rosquinhas de Coco Pullman.

Estava na verdade me deliciando com a quantidade de coco presente nos biscoitos. Industrializadas e parecem caseiras... Deve ter muito coco!

Nhammmm.... Nhammmm... Nhammmm.... Daí fui ler os ingredientes:

RÁ! Pegadinha do Malandro! Não há um só farelinho de coco em sua composição!!!

É tudo um grande truque industrial. Ou meu paladar já está corrompido pelo tabaco de um jeito sem volta.

Mas como podem nos enganar desse jeito? Não podem, nem enganam ninguém. Dá uma olhada mais atenta na embalagem.

Não se trata de rosquinhas DE coco, mas de Rosquinhas Coco. O nome próprio não diz que tem coco no produto, embora de relance, o alerta de que não tem gordura trans parece ser “de”.

No mínimo, aquele coco todo que eu percebi deve ser algum tipo de efeito placebo. Como o Tang manga, que a gente sente até mais espesso.

[Ouvindo: Blues Elena – V. Stagni]

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