quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Non draco sit mihi dux

Ops! Alguém perdeu a cabeça!

A foto maior é um still promocional de As Filhas de Drácula (Twins of Evil, 1973). Encerramento da trilogia de Karnstein, iniciada pela Hammer com Carmilla – A Vampira de Karnstein (Vampire Lovers, 1970).

Atente para a cara de regozijo do Peter Cushing. Não houve outro na história do cinema que curtisse tanto a missão da dar fim às criaturas das trevas.

O insano com sede de sangue dos que andam opostos às bênçãos cristãs. Cushing é tão competente na função que a gente lembra muito mais dele como o implacável Van Helsing do que como Frankenstein, o barão que sentiu o gostinho de ser Deus.

Bonzinho mas nem tanto, o antagonista ideal a Drácula, o nobre que caiu em maldição. Um dos “segredos” da Hammer, além de humanizar monstros banalizados no cinema, foi o de contar com fantásticos atores em suas produções.

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