segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Onde crescem os monstros

Que graça a Ultra roupinha! Sem o capacete/mascara, o guri nem corre o risco de sair dando cabeçadas.

Uma vez minha irmã menor quase perdeu o nariz usando máscara de Frankenstein. De cara num poste e a culpa foi minha, claro, que ficava impingindo coisas absurdas pra ela.

E das coisas chatas de ficar adulto está lá no topo não poder sair mais por aí usando fantasia. Aliás, como pra tudo de freak nessa vida, poder até pode...

[Ouvindo: Funky Huxley – Experimental Pop Band]

6 comentários:

Leticia disse...

O que faço com um menininho que não gosta de fantasias? Ele tem uma de vampiro, uma de homem aranha, outra de fantasma... E não usa. Sugeri à minha irmã doar, mas ela ainda tem esperanças...

Miguel Andrade disse...

Letícia, como não? Uma criancinha tímida! Nunca ouvi falar!

Leticia disse...

Não é bem tímido, ele não curte se expor desse jeito. Aliás, segue a linhagem da família. Lembro até hoje do meu sobrinho mais velho, obrigado a fazer uma performance com uma musiqueta de Daniela Mercury ao fundo. Chorava o garoto! E deu mais pena ainda vê-lo fazer tudo certinho no palco.

O problema nisso tudo é o gosto estético do professorado...

Miguel Andrade disse...

Letícia, uma vez, caí nessa de pagar ridículo! Hahahaha

Teve show de talentos na escola e minha professora ensaiou eu e uma coleguinha pra cantar e dançar "A Tumba do serafim" do Balão Mágico.

Eis que minha mãe me arruma em cima da hora uma roupinha de dançarino de mambo. De cetim dourado que se amarrava na cintura.

NUNCA chorei tanto pra ir pra escola vestido daquele jeito! Quase apanhei dela!!! Hahaha

Leo disse...

Roupinha de dançarino de mambo dourada é muito luxo. Imagino você saindo de casa reluzente.

Eu tinha uma fantasia do Jiraya que quase virou uma segunda pele, de tanto que eu usei. Saiu do corpo pro lixo pq eu destrui ela um dia.

Tinha também uma roupa de cowboy que eu insistia pra colocar sempre. Uma vez queria usá-la para ir a um casamento, pq a coisa mais chata pra uma criança é botar aquelas roupas formais né. Enchi tanto minha mãe coitada, que fui de terno com o cinto de cowboy com a armã de plástico pendurada e de chapéu.

Miguel Andrade disse...

Leo, saí com os olhos inchados de tanto chorar, isso sim!

Ah, mas eu tive de Superman e de cowboyzinho também. Com revolver de espoleta e tudo!

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