quinta-feira, 1 de julho de 2010

Ultra goma de mascar

Em termos de embalagens, japoneses são imbatíveis. Até em embalagens!

Acho bela sacada vender tira de chiclete com cada unidade dedicada a um monstro gigante. Atrás de cada uma há dizeres diferentes, mas não sei se são sabores diferentes ou simplesmente o nome dos monstros.

E sendo sincero, nem sei se isso aí é chiclete. Acabei não abrindo quando comprei, e agora, anos e anos depois nem deve prestar mais...

Sempre me confundo quando vou à Liberdade. A gente encontra umas coisas fofas do outro mundo, pergunta pro dono do armazém do que se trata e ele diz: Tempelo de aloz!

[Ouvindo: From a Window – Ed Hardin]

10 comentários:

Raquel disse...

Miguel,

já sei! faz um aloz com tempelo de chiquete!

beijos, querido

Miguel Andrade disse...

Raquel, mas to me controlando pra abrir, pelo menos um...

Leticia disse...

Se você abrir depois de tanto tempo capaz de provocar uma guerra nuclear. Pode ser bala com massaroca de feijão.

Miguel Andrade disse...

Letícia, será que corro o rico de virar um monstro de 5 metros? Fazer em Jundiaí o que essas criaturas fazem em Tóquio?

Leticia disse...

Estaria apropriado, rs!

Sabia que, quando chegaram ao Brasil, os japoneses tinham engulhos de ver feijão preparado em pratos salgados? Eles estavam acostumados a fazer qq. coisa doce com feijão.

Miguel Andrade disse...

Letícia, e aquele doce de feijão dele é HORROROSO!

Oura coisa que eu acho destoante neles é o sem graça arroz deles. Agora que o Boris só pode comer comida feita por mim, arroz cozido sem tempero ou óleo e cubinhos de peito de frango, sempre lembro do arroz japonês.

O cheiro é idêntico!

Leticia disse...

Meu filho, ontem minha vida foi churrasco, e depois pizza à noite. Seria capaz de comer quilos de arroz-sem-nada hoje. Com água.

Agora, doce de feijão é de dar engulhos mesmo. Os costumes, os costumes...

Miguel Andrade disse...

Letícia, não curto churrasco. Nem entendo a diversão de ficar comendo só carne o dia todo.

No dia seguinte, ainda por cima, é AQUELE sufoco!

Leticia disse...

Contingências sociais, Miguel. Até que não foi aquela comilança, mas também não curto, não. Acho gostoso, e tal, mas o ritual é meio das cavernas, não? Geralmente é um comer sem-fim, e acho que as pessoas guardam, no fundo, um desespero atávico pelo medo de passar fome pelo resto da história.

E quando a sobremesa do churrasco é um fio dental que passa de mão em mão?

E, pra arrematar, a gente sai de lá defumada. Fino mesmo...

Miguel Andrade disse...

Leícia, rindo com a sorbemesa! Hahaha

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