sexta-feira, 16 de abril de 2010

To vendo direito?

E eu ia postar só a capa dessa edição de Sem Família, clássico de Hector Malot. Talvez o livro mais importante da minha vida já que foi pra conseguir lê-lo que me alfabetizei quase sozinho aos 5/6 anos.

Estava curioso para comparar o texto com a minissérie exibida na TV sobre as agruras de um pequeno órfão pra sobreviver. Pela dedicatória, era da minha irmã mais velha, que o ganhou num aniversário.

Em Portugal é comum se presentear crianças com livros. Mais do que provado que hábito de leitura vem de cedo, e que para isso, é mais do que preciso haver livros à mão, sem obrigar ninguém a ler nada.

A vontade tem que partir da própria pessoa, estimulada até pra comparar o original com adaptações para TV e cinema. Talvez por isso conheço muito pouco, ou mal lembro dos clássicos da literatura brasileira, os quais fui OBRIGADO a ler na escola.

Mas daiiiií... Fui escolher uma das lindas ilustrações a bico de pena do Gaspare de Fiore para incluir no corpo do post...

Que acabei usando como imagem principal! É estranho quando a gente cresce e vê o mesmo mundo por outro ângulo.

Veja também:
Dartacão sentado e relaxado


[Ouvindo: One Love - Roy Lanham]

2 comentários:

Refer disse...

'...vou trabalhar
pro meu amor, vou bamburrá
...vou trabalhar
felicidade vou encontrar'

é isso o que eu entendi da letra, além de 'vou para serra pelada eu vou' e 'um abraço no Curió'

'Curió' era o nome do militar que tomava conta do pedaço, o xerife do lugar.

'Bamburrá' em serrapeladês significa 'enriquecer de repente'

Refer, o aiatolá da informação inútil

Miguel Andrade disse...

Refer, 'Bamburrá'? Ganhei o dia com a informação!

E a letrinha é beeeeeeem garimpeiro! :D

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