quarta-feira, 31 de março de 2010

Coisas belas e sujas

Como nada, nada, nada pode ser 100% puro! Catherine Deneuve, a dona de casa de imaginação fértil, tenta equilibrar as coisas em A Bela da Tarde (Belle de jour, 1967).

Na merda e com classe! Que 2 Girls 1 Cup o quê?

Buñuel devia ter como opção de protagonista Deneuve ou Deneuve. Impossível outra conseguir tanto contraste entre o que é agradável aos olhos com o que nos repugna.

[Ouvindo: Ciriema – Irmãs Castro]

8 comentários:

Glauco disse...

La Deneuve já tinha nos brindado com esse contraste em Repulsion do Polanski, e em Belle de Jour ela reafirma sua condição de atriz a serviço da sétima arte, e sem concessões.

Aliás, uma postura comum das atrizes européias, mesmo para as consideras sexy symbol.

Miguel Andrade disse...

Glauco, tudo isso mesmo sendo ~lindas~! Super comum na Europa mesmo. :D

Refer disse...

Jean Sorel era um gato. Onde andará?

Miguel Andrade disse...

Refer, hahahahaha! Bichinha esse teu comentário, hein?

Olha ele na terceira idade >> AQUI

Refer disse...

O fdp do Jean Sorel era mais bonito que o Delon. A terceira idade não fez bem a ele, como não faz bem a quase ninguém.

Miguel Andrade disse...

Refer, magiiina! Dá um bom caldo ainda.

Fabulastic disse...

Quando o líder da extrema direita francesa LePenn veio a Portugal fizeram-lhe o mesmo... foi um escândalo diplomático que só visto....

Miguel Andrade disse...

Fabulastic, teve uma época que era moda jogar ovos nos políticos daqui. O atual governador de São paulo foi um deles, numa cena HISTÓRICA!

Imagino se fosse como o Le Penn...

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