sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Minha Nossa Senhora do Consumo Inútil!

De derramar lagriminhas se imaginar nesta exposição em Tókio. De emoção ou de tristeza, dependerá da quantidade de ienes que se estaria portando e dos itens que estivessem a venda.

Não há espaço para nada tosco. Esta cabeça do Lion Man parece até bem melhor do que aquela usada no seriado, não?

E olha que mesmo sem muito dinheiro deve dar pra levar pelo menos um destes incansáveis monstros. Se eu tivesse algum deles correria montar minha Tóquio de caixinhas de fósforo.

Isso é uma das coisas que mais achei bacana. Rascunhos de como os dublês ficariam dentro dos figurinos monstruosos.

Nunca me deparei com coisas tão bacanas reunidas no mesmo espaço, mas lugares parecidos, tipo galeriazinhas da Liberdade, quase me deixam doido! Tão doido que na dúvida do que levar, não levo NADA!

E coisa que me irrita é quando esboço interesse em levar uma tralhinha qualquer pra casa e alguém ao meu lado se opõe. “O que vai fazer com isso? Você não vai brincar”.

Até por que, nem resposta eu tenho alem da clássica “Porque SIM!”. Passarão a eternidade juntando pó na estante, mas e daí?

Imagens são um oferecimento do Tokio Scum

Veja também:
Herói passo a passo
Boas compras
Da série “coisas que amo”


[Ouvindo: Coitadinha, bem feito! – Ângela Ro Ro]

14 comentários:

Leticia disse...

Compra, Miguel!!! Diz que é pra fazer patrimônio, itens de colecionador.

Hoje minha mãe disse que espera morrer antes de mim. Tudo porque sou tralheira à beça. Disse a ela que guardo milhões em casa, e ela iria usufrir de minha fortuna vendendo tudo pela ternét.

Miguel Andrade disse...

Letícia, já pensei em falar isso... Mas é evidente que jamais me desfaçaria de qualquer coisinha destas...

Hahaha, olha que pode ser verdade, hein?

Falando em mãe, a minha tem mania de comprar plásticos de cozinha e sapatos. Pelo menos são coisas que com utilidade concreta.

Refer disse...

Sei lá o que leva alguém a comprar uma coisa horrorosa dessas.

Aqui em casa tem uma lancheira com estampa do Spirit juntando pó e tem também um macaco de borracha e pelúcia. São da patroa, fossem meus eu teria jogado fora há tempos.

Miguel Andrade disse...

Refer, preciso praticar este desprendimento todo...

Deniac disse...

Cara, sou igual a vc!
Muito bom!

Miguel Andrade disse...

Deniac, e isso é bom? Hahaha!!! :D

Leticia disse...

Miguel, às vezes nem sapatos. Até pouco tempo, eu era praticamente uma Imelda Marcos. Dei tudo pra caridade, e só fiquei com os confortabilíssimos, porque na minha idade a gente começa a ter alguns privilégios. De salto, só um chanelzinho, e olhe lá: só para ocasiões.

Eu tinha até um salto agulha, preto, daqueles supostamente "clássicos que não se usam mais". Me dava exaustões musculares horrendas. Pra que vou ficar com aquilo?

Mas as xícaras avulsas, eu adoro! Todo mundo tem conjuntos de louça, e eles sofrem desfalques, não? Pois é. Na família todo mundo já sabe: pratos vão pra parede da minha cunhada. E xícaras ficam comigo. Adoro fazer uma mesa com louças variadas.

Miguel Andrade disse...

Letícia, não consigo achar graça em calçados e jóias. Olho e vejo quase um borrão cinza no lugar do objeto.

Talvez eu achasse graça nas xícaras desparelhadas. Amo canecas de todos os tipos.

Uma coleção em que sou frustrado por não ter, é de televisores antigos. Fico babando quando vejo um!

Leticia disse...

Também acho bonitos. Mas ocupa um espaço... E aquelas vitrolas antigas, de pé palito? São um luxo, desde que a gente consiga usar!

Miguel Andrade disse...

Letícia, essa madeira antiga tinha um cheirinho muito bom, bem típico.

Leticia disse...

Bem... era MADEIRA, né?

Miguel Andrade disse...

Letícia, não! Os móveis de agora não tem o mesmo cheiro. É bem característico.

Cris Mitsue disse...

Ai, eu coleciono... papel. O vício não deixa eu jogar tudo pro lixo tão fácil. ME AJUDEM!!!! (brincadeirinha, tá? rs) Mas enfim, eu sou dessas que gosto de colecionar coisas que nem vou tocar por algum tempo tsctsc E eu guardo muita tralha, credo, mas mesmo assim, gosto das minhas tralhas =D

Miguel Andrade disse...

Cris, eu também. Abençôo a invenção do PC, porque agora tenho muita coisa nele, mas não me desfaço de papel tão fácil.

Quando ganhei o scanner pensava que as coisas mudariam, mas NADA!

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