quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Nipo singularidade

E não é todo dia que se vê uma imagem como esta! Volta e meia acusam os japoneses de ocidentalizarem sua cultura, muitas vezes com razão.

Só que catar belas garotas, hábito tão comum aos do cinema yankees, não cabe aos seus monstros gigantes. “Mulher pra quê? Pra quê mulher?”

Não deve ser só pelo tamanho colossal das criaturas, ideal para ARRASAR com Tókio incontáveis vezes. King Kong (o pai de todo monstro gigante) também era grandão e nem por isso deixou de ficar caidinho por uma loira.

Um oferecimento Beerbar

Veja também:
Salvem os japoneses!
Minha vida em suas mãos
Já é natal em Tókio!


[Ouvindo: Eu Dei – Carmen Miranda]

6 comentários:

Igres Leandro disse...

Alguns tokusatsus japoneses são bem sacaninhas.

Miguel Andrade disse...

Igres, mas é tudo muito implícito. Estes monstros só aparecem pra lutar e fim!

Vi muito Jaspion esta madrugada. Me espantei com a quantidade de coisas perigosas para crianças, como, entrar no carro de desconhecidos, serem mandados pra brincar na floresta sem adultos, etc.

Leticia disse...

Acho que o fetiche feminino com monstros, homens grandalhudos e tal, é universal.

Mesmo que geralmente não passe de uma sessãozinha de tevê ao lado de seu marido mirradinho.

Miguel Andrade disse...

Letícia, ah... Mas não lembro de nada parecido do Japão...

Até porquê (e isso não entra facilmente na cabeça dos orientais), estes filmes e seriados com monstros gigantes são produções infantis.

Igres Leandro disse...

Tens razão. É cada coisa perigosa e contraindicada. Minha mãe falou a mesma coisa quando assistiu Jaspion uma vez.

Miguel Andrade disse...

Igres, e violência? Eu não sacava nada disso antes.

Mas as criancinhas de hoje vêm coisas muito mais cabeludas no noticiário da hora do almoço.

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