quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A inacreditável Mulher Perereca!


Tai coisa que só o John Waters nos proporcionaria. Uma praticante de luta livre expondo suas fortes tendências ao fanchonismo.

Diria que esfregando seus desejos na cara do mundo. Muito digna...

Veja também:
Manual de Lucha Libre


[Ouvindo: Imitation Of Life – Earl Grant]

Se Saul Bass assistisse Lost...


Damon Carlton é um artista gráfico que tem produzindo pôsteres inspirados em Lost. Em seu site já há quatro, com promessa de alguns outros.

Ele usa vários estilos, todos com tendências pop, óbvio! Escolhi este por fazer referência aos cartazes do mestre Saul Bass, principalmente o de Intriga Internacional (North by Northwest, 59 de Alfred Hitchcock 59).

Gosto muito do seriado. Devorei as duas primeiras temporadas em DVD faz algum tempinho.

O problema é que o tempo não pára e deve estar na 5ª ou 6ª temporada. E a preguiça de correr atrás do que me falta, com tanta coisa fabulosa do cinema que ainda não vi?

[Ouvindo: Bonita e Gostosa – As Frenéticas]

Ficha corrida


“Prostituta, festeira, estelionatária, criminosa. Ela é tudo isso e muito mais... Mas será uma assassina? Susan Hayward ganhou o Oscar de Melhor atriz em 1958 por (...)” Blablablá

Uau! Com tantos predicados reunidos logo no início da sinopse do DVD, se preocupar com Oscar pra quê, né?

Devo assistir Eu Quero Viver (I Want to Live!) ainda hoje. E ele ainda proporciona outra junção de palavrinhas mágicas: “Baseado em fatos reais”. Não perco um!

[Ouvindo: A Vida Não Presta – Léo Jaime]

Alegria de borracheiro


Mas é evidente que a diletíssima Brigitte Montfort tornou-se calendário em 1972. Como convém a toda gostosa de plantão!

A espiã em folhinha, memorável cria de Lou Carrigan e Benício, era brinde pra quem pedisse 20 exemplares avulsos á Editora Monterrey. Anote isso aí ao entrar na máquina do tempo, hãn?

Veja também:
Brigitte Montfort, a agente Baby
Se a memória não me falha...
Folhinha franciscana


[Ouvindo: O Escorpião Escarlate - João Penca E Seus Miquinhos Amestrados]

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Mansões das estrelas de Hollywood


Privacidade? Não temos! Olha o cartãozinho da casa da Shirley Temple, vem até o crédito da Fox.

Red Skelton ainda por cima com cara de pinguço! Tadinho...

E essa do Cary Grant na praia deve ser aquela que ele dividia com o amicíssimo Randolph Scott. Vanessão diria: O Babado é certo!

Diz que a Lucille Ball era um assombro com os turistas. Ficava emputecida com os ônibus cheios deles toda hora na porta da sua casa.

Volta e meia ela perdia a cabeça amaldiçoava a todos que não lhe deixavam em paz para cuidar da jardinagem. O povo acostumado com a personagem simpática da TV fica revoltado!

Há muitas outras mansões no Image-archeology.

Veja também:
Visitando a casa de John Waters


[Ouvindo: Goldfinger – Shirley Bassey]

24 quilates


Sessões do tipo “Por onde anda?” são cafonas e ponto. E eu lá quero saber da vida mundana dos outros?

Sem falar que deve ser constrangedor para um ex-famoso ver seu nome nesse tipo de coisa. Sinal de que a chama da glória, poder e cobiça já se apagou mesmo.

Essa Giovanna Gold foi bem famosinha. Principalmente depois de participar em Pantanal.
Faz-me lembrar do meu finado avô. Antes de tudo ela aparecia num comercial dos chocolates Charge.

Seu único texto era: “Não, não! Dez e meia. Da noite!” Pronto! Bastava isso pro velhote toda vez começar a xingá-la. “Vinte duas e trinta! Vinte duas e trinta!”

[Ouvindo: The Last Retake – Toshiaki Tsushima]

Momento histórico da vida privada: poster Farrah Fawcett


Uau!!! Quer cara de “Tô bobo!” melhor? Em 76 ou você tinha este poster da Farrah Fawcett, ou não era N-A-D-A!

A foto dela usando maiô vermelho bateu todos os recordes de vendas. Não por menos, é facilmente encontrada decorando as paredes de filmes e fotos daquela época.

Shaggy postou exatamente o momento em que ganhou o seu. Pontapé inicial para encher a parede de fotos de As Panteras (Charlie’s Angel, 76), seu seriado favorito.

Que registro (descoberto pela Girlfriday) sensacional! No máximo, no máximo, tenho uma foto tentando fazer manobras na minha Monark BMX “A Marca da Pantera”.

Veja também:
Linha de tempo As Panteras
Anúncio durante o auge de sua carreira


[Ouvindo: Have I The Right – The Spartas]

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Rainhas do striptease em ação


Entretenimento burlesco da melhor qualidade! Bettie Page e Tempest Storm repetindo em lindo Eastman Color o que muitos já tinham aplaudido nos palcos.

Teaserama pode ter elevado a temperatura de muita gente nos cinemas em 1955, mas seu erotismo se tornou tão ingênuo que muitos pedaços estão no You Tube. Sobrevive à gana dos pudicos que zanzam por lá, sempre sedentos pra denunciarem qualquer vídeo que atente contra a moral e bons costumes...


Perceba que no cartaz o nome de Tempest Storm aparece com muito mais destaque do que o de Bettie Page. Nos dias de hoje é impossível se falar em pinup 50’s sem nos referirmos a Page e seus maiôs tigresa.

Storm, em compensação, é a única striper daquela época que ainda está em atividade. Fiz um post quando foi entrevista na CNN sobre o que era tirar a roupa aos 80 anos. Relembre.

Veja também:
A voluptuosa Bettie Page
R.I.P. Bettie Page (12/12/08)


[Ouvindo: Silent Lips – Geogia Gibbs]

Baba, baby!


Se conselho fosse bom blablablá, mas é irresistível: Gritar não adianta, filhinha! Principalmente se é for monstro criado no fundo de um pântano por alguma mutação atômica.

Corra, corra!!!!

Veja também:
Ai como era grande!


[Ouvindo: Day Break – Barry Manilow]

Para passar e voltar no tempo

Emuladores de Atari tem aos montes, mas um que use os cartuchos lançados pela nossa CCE, e que funcione direitinho no browser, só vi o 2600 Online.com! Fico jogando e imaginando o cheirinho de plástico queimado que exalava depois de muitas horas.

Não tive Atari, tive o genérico Super Game da CCE. Isso porque, no natal de 87/88, o Atari estava esgotado na cidade onde eu morava. Febre!!!

Vinha com um cartucho, logo o Pac Man, e como era caro comprar outros ou alugá-los, tínhamos que jogar até enjoar. Depois havia a opção de emprestar dos amiguinhos mais abastados.

Exigia um super imaginação. Um pontinho (como no caso do Adventure) se tornava um hóminho. Jurava que o som que o Pac Man fazia eram idêntico a um dedilhar de violão.

Como em tudo nessa vida onde não consigo ser bom depois de tentar algumas vezes, desencanei rapidinho de videogame. Achava injusto morrer tão rápido e foi justamente isso que me atraiu ao PlayStation algum tempo depois. Ele usava o inovador memory card.

[Ouvindo: Love Masterpiece – Thelma Houston]

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Lounge do Pequeno Príncipe


E eu quero mais é glamour! “E... As Misses escolheram suas músicas preferidas” tem as 12 mais segundo as mulheres mais lindas do Brasil em 1959.

Segundo a Wikipédia, Vera Regina Ribeiro, candidata do antigo distrito federal, sagrou-se campeã. Não sei quem é quem na capa do disco, mas as outras finalistas foram Dione Brito Oliveira (Pernambuco), Vânia Beatriz Diniz Gotlib (Minas Gerais), Ivone Baumgarten (Santa Catarina) e Terezinha Rodrigues (São Paulo).

O LP serve não só para dar um sabor do que era o concurso há 50 anos, mas do que se ouvia no rádio. As faixas devem estar limitadas ao acervo da Odeon, mas não deixam de ser curiosas.

O inestimável Toque Musical nos agracia com mais esta pérola, além de outras informações. Vai lá!

Veja também:
Muitas outras Misses!


[Ouvindo: One Night – Sean Lennon]

As Certinhas do La Dolce

Ann Sheridan
Natural.


[Ouvindo: Shark Next Door – Tikitiki Bamboooos]

sábado, 5 de setembro de 2009

Tura Satana por Billy Wilder

A história de Tura Satana está virando documentário, mas daria um belo filme “baseado em fatos reais”. Japonesa filha de um ator com origens japonesas e filipinas com uma performer circense meio índia cheyenne, meio escocesa, aprendeu a lutar pela vida, literalmente, desde cedo.

Aos nove anos foi violentada por cinco homens no caminho de casa para a escola. Revoltada, viu todos eles serem absolvidos num julgamento suspeito até hoje.

Para se defender, jurando vingança, aprendeu técnicas de aikido e caratê. Para batalhar o pão de cada dia, virou bailarina exótica ainda menor de idade.

Cresce, algumas revistas peladas pra cá, outros show de dança sensual pá lá e nessa busca pelo lugar ao sol, chega a Hollywood! Consegue nada mais do que um papel numa produção de Billy Wilder.

Pequeno papel em Irma La Douce (63), a prostituta parisiense Suzette Wong não lhe rendeu muito, embora tenha consegui duas ou três falas e inacreditavelmente seu nome na terceira lista dos créditos iniciais.

De qualquer forma, sua estréia no cinema mainstream é só uma grande curiosidade nos dias atuais. Satana entrou para a posteridade como a líder da gangue de garotas caratecas de Faster, Pussycat! Kill! Kill! de Russ Meyer.

Ela ainda não conseguiu uma estrela na calçada da fama. Estão esperando o quê?

A foto maior é um oferecimento Mogadonia

Veja também:
Onde só as fortes têm vez
Tura Satana, nuinha da silva
30 cm de puro perigo
Russ Meyer - Quando o cinema tinha mais peito


[Ouvindo: Backdrifts (Honeymoon Is Over) – Radiohead]

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Quem tem medo do Lobo Mau?


O diferencial dos desenhos animados clássicos para os atuais é que eles eram produzidos para adultos. Cada estúdio de Hollywood tinha sua equipe de animação para exibir estes produtos antes dos filmes principais.

Isso pra valer o ingresso em épocas de vacas magríssimas pós o crash de 29. Depois, com o advento da TV é que eles passaram a ser feitos para serem mostrados nos horários diurnos. E como adulto pensa que criança é boba...

O curta da MGM “Little Rural Riding Hood” (49) é aquele super clássico onde o lobo do campo (com esposa feia) vai visitar o primo da cidade grande. Ao conhecer um night club vai à loucura com a bela cantora ruiva.

Não é preciso ter uma mente poluída. Dá pra entender direitinho que transformações fisiológicas acontecem com o lobo e quais suas intenções.

É possível rever este cartoon no You Tube. Fiuuuu-fiu!

O pôster é um oferecimento Terr-bo

Veja também:
Betty Boop - Este voluptuoso ser minúsculo
Foxy - Qualquer semelhança...


[Ouvindo: When The Lights Go Out – The Black Keys]

Uma pergunta para Yoná Magalhães


Aliás, Ioná Magalhães, como a atriz era conhecida em 1957. Então uma iniciante, com apenas 4 anos de carreira.

Deu uma resposta bem amargurada sobre “O quer é o amor” ao Jornal das Moças. Isso porque, uma das mais bonitonas (e discretas!) da TV do Brasil, estava com apenas 22 aninhos.

[Ouvindo: Pinicapau – Jackson do Pandeiro]

Samba do balacobaco


Transforme sua festinha numa noite com Sargentelli! O samba fica por conta deste registro ao vivo da estréia da casa de espetáculos Oba Oba em 1976.

As mulatas ficam por sua conta, óbvio! Dê preferencia ás craques de ziriguidum teleco teco.

São duas faixas onde o maior mulatólico que o país já viu coloca à prova seu lado showman, no estilo que os antigos engraçadinhos da turma chamam hoje de stand up. Entre um texto e outro tem espaço pras suas mitológicas colegas de trabalho sacolejarem.

Não há retrato melhor do Brasil exótico de que os turistas imaginam. Saiba mais no Toque Musical.

Veja também:
A côrte do ziriguidum


[Ouvindo: Por Causa de Você – Leo Peracchi e Orquestra]

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Na selva não há cabeleireiro


Inevitáveis as milhares de versões femininas de Tarzan. Quando garotas eram vistas com maus olhos se mostrassem um pouco mais acima dos joelhos.

Quadrinhos como Judy of the Jungle era erotismo e aventura numa só tacada! Deveriam poder consumir sem ter fama de pervertido, né?

Um oferecimento Arboles muertos y mucha tinta

Veja também:
Tarzana – Sesso selvaggio
Mico do Tarzan


[Ouvindo: Les Papillons Noirs – Michele Arnaud]

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