segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Armação ilimitada


Não é fácil ser mulher e ter cabelo. Chapinha, escova progressiva, japonesa, ou o diabo a quatro de qualquer outro método que deixe qualquer uma com aspecto de poodle que saiu na chuva, é pavoroso, mas esse penteado da Cher está um DES-BUN-DE!!!!

Infatigável Cher! Ímpar em levar o título de show woman ao pé da letra.

Um oferecimento girfriday

Veja também:
Novo look para Cher
Cher é pura tentação
Cher?


[Ouvindo: Take A Shake – Gus Brendel Group]

Acuação de loira à distância

Uma loira em perigo sempre me comove. Tadinha dessa, encara uma horda de vampiros liderada por Boris Karloff!

E se não existisse cinema em cores, certeza que Mario Bava o inventaria. As 3 Máscaras do Terror (I Tre Volti Della Paura/ Black Sabbath, 63), assim como quase todos dele, é uma orgia de tons berrantes entre penumbra sombria.

[Ouvindo: Adi Zehnpfennig – Apache]

Heroína da resistência


A cada picareta que eu vejo por aí, fazendo qualquer porcaria, apostando na aceitação da platéia cada vez mais medíocre lembro de gente como Mae West. E não há quem duvide que Mae West era feliz.

Boca suja, desavergonhada, nunca se vendeu, embora a fama de puta fez história. E o que tem de gente cheia de mimimi entregando a alma a troco de uns tostões...

West, pelo contrário, pagou um preço alto por agir como lhe desse na veneta. E que graça tem a vida se não é pra se fazer exatamente o que nos faz bem?

[Ouvindo: Le Winston – The Nilsmen]

Cinema cheio de som e fúria


Mais kitsch do que cinema comercial italianos 60’s? Cinema japonês comercial de Todas as épocas!

Agora que Detroit Metal City (Detoroito Metaru Shiti, 2008) estreou nos EUA, e como tudo que vem pra gente de lá precisa passar pelo filtro yankee, há chances de chegar ao Brasil. Será?

Baseado no mangá homônimo de estrondoso sucesso, DMC conta as desventuras de um garoto cheio de sonhos que vai á cidade grande batalhar seu lugar ao sol. Músico, ambiciona se tornar um cantor J-pop como tantos outros.

Daí que nas voltas que o mundo dá, acidentalmente ele se torna vocalista de uma banda de rock pesado, com direito a maquiagem satânica e tudo! Para ser feliz terá que esconder sua identidade secreta até da namorada, fã de música romântica francesa.

Essa espécie de Hannah Montana das trevas é co-produzida pela lendária Toho Co. e gerou ao mesmo tempo um animé. A presença de Gene Simmons do Kiss no elenco como lendário roqueiro é um atrativo a mais.

[Ouvindo: Necro-Bossa – Les Charlottes]

domingo, 30 de agosto de 2009

Qualquer semelhança...


Foxy está entre as estrelas esquecidas da era de ouro de Hollywood! À primeira vista é impossível não gritar: "Que cópia mal feita do Mickey!!!”.

Mas não é beeeem assim! Foxy, assim como tantos clássicos Looney Toones (Merrie Melodies), foi exibido no cinema antes dos filmes do estúdio Warner, nos anos 30.

A dúvida cruel fica por conta de sua criação, do cartunista Rudolf Ising. Ele trabalhou com Disney na década anterior, sendo que até 32, estréia oficial de Foxy, o rato ainda era um personagem obscuro.

Portanto, como até hoje os estúdios Disney têm o péssimo hábito de não dar crédito aos artistas... Cairá a dúvida de plágio pra sempre.

Há um verbete extenso sobre ele na Wikipédia e o cartoon "Smile, Darn Ya, Smile!" é um dos extras do DVD de Inimigo Público N° 1 (The Public Enemy, 31, de William A. Wellman). Também pode ser assistido no You Tube.

[Ouvindo: Ode To Billy Joe – Soul Orgasm-Isation]

sábado, 29 de agosto de 2009

Muito melhor que canivete suíço


Faça sol ou faça chuva, se eu fosse você não seria louco de sair de casa sem a ferramenta multifuncional MacGyver! A única que explode, lustra e chuleia sem perder o corte.

Ligue agora mesmo! Mas espere...

Um oferecimento Comix Connection

Veja também:
Mistério supremo da década de 80
Surpreenda seu amor
O educativo Toypedo


[Ouvindo: Midnight Dance – Ambros Seelos]

As Certinhas do La Dolce

Jennifer Jones


Santinha.

[Ouvindo: Beryl's Tune – Augusto Martelli]

Arrisque-se com Puerco Pibil


Da culinária célebre no cinema, posso destacar Puerco Pibil. Prato típico de Yucatan, região mexicana, é quase um dos personagens de Era Uma Vez no México (Once Up A Time in Mexico, 2003).

Sands (Johnny Deep), agente do FBI, praticamente só se alimenta desta iguaria quando vai à terra de Zapata. Ele o coloca nas alturas como uma das maiores delícias já inventadas pelo homem.

Tão bom que se ele realmente achar o preparo excepcional se dá ao luxo de ir até a cozinha e assassinar o chef! É seu jeito de equilibrar as coisas no mundo.

Entre os muitos extras do DVD, o diretor Robert Rodriguez direto de sua casa ensina passo a passo o preparo de Puerco Pibil. Ressaltando que se teremos que comer a vida inteira, é bom que se saiba fazer, "Not knowing how to cook is like not knowing how to fuck".


Receita de Puerco Pibil (Cochinita Pibil)


Ingredientes:

2,3kg de pernil de porco, cortado em cubos de mais ou menos 5 centímetros.
5 colheres urucum em semente
2 colheres de chá de cominho em semente
1 colher de sopa toda pimenta escura
1/2 colher de chá de cravos da índia
8 pimentas da Jamaica
2 pimentas habanero, frescas ou secas, limpas e picadas

Segredo do molho:

1/2 xícara de suco de laranja
1/2 xícara vinagre branco
8 dentes de alho
2 colheres de sal
5 limas
1 dose de tequila de boa qualidade
Folhas de bananeira (opcional)

Modo de preparar:

Moa as sementes de urucum, cominho, pimenta escura, cravo e pimenta da Jamaica. Se for usar um triturador elétrico, tipo aqueles de café, o reserve apenas para isso para não que transpasse o forte odor.

Quanto mais moído melhor, para que mais tarde não se sinta as sementes nos dentes.

No liquidificador, misture as pimentas habanero com o suco de laranja, vinagre, alho e o sal. Como as habanero são extremamente picantes, dispense suas sementes e a parte branca.

Acrescente também as especiarias secas que você moeu antes. Por último, o suco de 5 limas (que podem ser substituídas por limões) e a tequila.

Coloque o pernil em um saco grande (tipo zip lock) junto ao molho. Deixe curtir em torno de 4 ou 6 horas na geladeira, se lembrando de ir girando várias vezes para que ganhe o sabor por igual.

Numa assadeira, disponha as folhas de bananeira, contanto que sobre para poder fechar como se fosse um envelope. Coloque no meio o conteúdo do saco que estava na geladeira.

Feche as folhas de bananeira, quanto mais vedado melhor, e depois as cubra com papel alumínio. Asse em um forno a 160ºC por 4 horas.

Como nem em todos os lugares se acha folhas de bananeira à nossa disposição, pode-se substituir por papel alumínio. Claro que o charme do prato não fica sendo igual.

Pronto! Sirva com arroz branco ou espanhol.



Veja também:
Torta de palmito
Bond Drink - Nasce uma estrela
Receita de gaspacho


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O almoço ta na mesa!

Com fome não há o que não caia bem. A incansável Tókio que o diga...

Um oferecimento Monster Crazy

Veja também:
Enquanto isso, na Toho Company...
Importante é o que temos por dentro
Escândalo! Foto causa separação de Godzilla


[Ouvindo: I'm not sayin' – Nico]

R.I.P. Ellie Greenwich


A expressão “O tempo é o senhor da razão” faz muito sentido entre a cultura pop. Há coisas que já nascem velhas, outras permanecem frescas para a eternidade.

Faleceu esta semana Ellie Greenwich, a compositora que literalmente deu som ao turbilhão de emoções de toda uma geração. Seus incontáveis hits ganharam o mundo na voz dos principais “girl groups” da década de 60.

Melhor reproduzir, com sua licença, trecho do e-mail que recebi ontem do caríssimo Refer, um profundo conhecedor de música: “Soube agora pouco que Ellie Greenwich morreu. O nome dela está em mais da metade dos discos que mais gosto.”

Assista ao vídeo das The Ronettes com Be My Baby. Biscoito fino!

A foto é um oferecimento Spectropop

[Ouvindo: A Song For Ellie Greenwich – The Parenthetical Girls]

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O marketing nunca morre

Que preciosidade! A adaptação em quadrinhos oficial do Drácula de 1992, aquela que o Coppola fez num momento de grande inspiração.

As coisas que a gente tropeça andando pelo Google como quem não quer nada... Olha que bacana no aperitivo abaixo, tem jeitão daquelas HQs clássicas de horror.


O embate entre Lucy, a putana das trevas, e Van Helsing! Há outras páginas e o histórico da publicação em inglês no blog Draculand.

Veja também:
Sangue de Drácula tem poder!
Qual é o melhor Drácula?
Irmãos de sangue
Clássico da Universal em quadrinhos


[Ouvindo: Dish Out Of Water – Eric Serra]

Hulk para todos os gostos


Bill Bixby, o Incrível Hulk ao natural da série de TV, é um dos rostos inesquecíveis da TV. Super “WOW!” exceto quando perambulava pelo mundo no frio, de mochilinha nas costas, com aspecto de quem não tomava banho faaaaaz tempo!

Mas as periquitas inflamadas não resistem a um bom beefcake. Meu primeiro patrão era a cara (e barba) de Lou Ferrigno e lembro do SU-CES-SO que fazia entre as donas de casa que freqüentavam a padaria.

Tanto que nem lembro do nome do fulano, só o apelido: Hércules!

Veja também:
Maravilha de mulher
As voltas do Incrível Hulk


[Ouvindo: Tumhen Bhool Jane Ka Haq Hai Magar – Asha Bhosle]

Poderia ser a sua avó


Olha que não é de hoje que um tapinha não dói, hein? Bom pra quem trata sexo como se fosse uma invenção recentíssima.

Principalmente porque parece que essa mania de bububu no bobobó começou com a gente. Coisa secretíssima, merecedora de culpa!

E quer imagem mais atormentadora do que imaginar nossos pais fazendo sexo ao invés de de uma encomenda á dona cegonha? Aham, senta lá, Cláudia...

Um oferecimento Stirred, Straight Up, with a Twist.

Veja também:
Só as normais...



[Ouvindo: I Wanna Be Your Dog – The Stooges]

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Corra pra montanha!


SUSTO! Entenda esta capa aqui como uma espécie de “esquentando os tamborins” para o halloween. Embora não haja tamborins em halloween. Por enquanto...

[Ouvindo: Unchained Melody – Vito and the Salutations]

Pausa para nossos comerciais

Coleção Moranguinho – A emoção perfumada que ninguém esquece

É o ovo ou a galinha. Ou nos 80 a indústria descobriu como perfumar plástico, ou só aí ela se deu conta de que criança sai cheirando tudo o que vê pela frente.

De tênis de chiclé a estas oportunas bonequinhas com perfume de fruta. Xuquinha era outra coleção que, embora tenha o nome facilmente associado a algo nojento, exalava a talco de bebê.

Volta e meia corriam boatos de que algo era tóxico, e lá ia eu tirar a prova dos nove. Dei-me por vencido ao descobrir que a borracha da Turma da Mônica era tão boa pra cheirar quanto pra morder.

[Ouvindo: Pass the Biscuits Please - Andre Williams]

Alô, alô, marciano


Eu quero acreditar! Belchior parece aquele guarda-chuva que a gente só nota que sumiu meses depois, quando se tem que sair em dia de chuva.

Se abduzido foi, vou aproveitar os acessos intergalácticos pra dar uma mãozinha. Segue minha listinha com sugestão de outras personalidades brasileiras que provavelmente demoraremos a dar por falta.

Alguns não cheiram nem fedem, mas pra maioria daria tchau tchau com louvor e mérito. Cicerone incluso!


Nem preciso dizer que estas imagens devem ser vistas ouvindo "Keep It Coming Love". A verdade está lá fora!

[Ouvindo: All Time High – Rita Coolidge]

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