Acho que essa série KO DURBAN de aventuras saía paralela a da Brigitte Montfort, era da mersma editora e tinha capas bem legais de Benício. Teve menos sucesso e coneqüentemente menos números editados. No entanto nunca li, não me interessou. Notei que não há referência a nome de autor em nenhuma das duas belas capas. Será que eram do Lou Carrigan ( um dos mil codinomes do espanhol Antonio Vera Ramirez ) ? PS: Lembra daquele meu tio que lia a coleção X9 ? Ele também lia KO Durban.
Jôka P., ô se lembro! Hihihihihih É, também notei isso, que não tem autor, nem dentro da revista. Na segunda página tem só "ilustrações Benicio". Me parece um sub James Bond. Nas contracapas tem reclames da Brigitte.
O que são essas capas? Sensacionais!!!! O detalhe do isqueiro - ou seja lá qual for o artefato - na frente do peito da mascarada, que tem mais partes do corpo escondidas pelo braço do moço cabeludo, é maravilhoso!!!! Meu pai traduziu algumas dessas histórias. Eram péssimas. Tinham umas, românticas, assinadas por Corin Tellado. O Jôka deve ter muitas informações sobre essa pulp fiction toda.
Olga, tão boas que dão vontade de ler! Mesmo sendo péssimas... O herói é o tal tipo, chamoso, rico, invensível e que papa todas! O Jôka comentou que nunca leu este K.O. também.
oi gente, Esses livros são do falecido Helio do Soveral, portugues nacionalizado brasileiro. Tenho muito interesse em lê-los, mas encontrar uma edição aqui no sul é impossível.
Eu tenho coleção quase completa do K. O. Durban. se não me falhe a memoria são 66 volumes,só me falta o numero 2, traição no vietnã 2.Se alguem souber onde e qual sebo tiver, pago por esta e outras ediçoes grato
O autor dessa séria chamava-se Hélio do Soveral, já falecido. E, que ao meu ver, foi um dos maiores escritores brasileiros. Além dos famosos livros de bolso daquela época - KO Durban, Brigitte Monfort, Giselle Monfort, a Turma do Posto 4, dentre outros -, escrevia também o Teatro de Mistérios, da Rádio Nacional, onde permaneceu décadas no ar. Vocês estão muito mal informados sobre a cultura brasileira mais antiga.
Vanessa, minha cara, chamar os outros (que você mal conhece por ter acabado de caírde paraquedas) de mal informados é um pouco de presunção, não acha?
Muito fácil surgir, arrotar conhecimento e sair ofendendo. Não sei se suas informações são verdadeiras (pessoa bem informada que você é devia saber que Brigitte Montfort é uma criação de Antonio Vera Ramirez), mas ia te agradecer mesmo assim, até ler o final infeliz do seu comentário.
SR. MIGUEL, Gostaria de esclarecer que nunca ouvi falar nesse Sr. Antônio Vera Ramirez. E quero saber se você tem como me provar que foi este o autor da Brigitte Monfort, na série ZZ7, pois tenho minhas dúvidas. Entrei no site deste sr. (www.loucarrigan.com) e pude perceber que ele escreve seus livros em espanhol, porém nos exemplares que possuo não há nenhuma menção de que foi traduzido para o português. Para dirimir estas dúvidas deveríamos contactar alguém que trabalhou na Editora Monterrey na época (1976). Caso conheça, favor me avisar.
Miguel, no site do Lou Carrigan tem um monte de referências aos livros da Baby Montfort, além de dezenas de reproduções de capas da ZZ7, não só no brasil como também no México etc...
Nos livros ZZ7 da extinta Editora Monterrey muitas vezes vinha escrito na segunda página: Tradução Luiz Oswaldo Cunha.
A Dona Vanessa pode escrever pro nosso querido Antonio Vera Ramirez-Lou Carrigan, no e-mail: lou_carrigan@hotmail.com
Mas se nem assim Dona Vanessa ficar satisfeita, tenho uma sugestão: ela que vá lamber sabão.
Um abraço e mais uma vez parabéns pelo melhor blog do Brasil, Miguel!
Só mais um aparte: O autor de Giselle Montfort (a mãe de Brigitte, que veio antes de ZZ7)de fato não foi Lou Carrigan. Sempre me disseram que essa série que era publicada inicialmente em capítulos em um jornal carioca foi escrita (com pseudônimo) pelo famosíssimo jornalista David Nasser. Quanto a isso, não meto a minha mão no fogo. Mas qaunto ao Lou Carrigan, assino embasixo e dou meu número de CPF.
É realmente muito fácil acusar quem já se foi. E continuo com dúvidas, pois tenho quase todos os exemplares da coleção ZZ7, e alguns destes não possuem referência a nenhum autor e nem tradutor. Me aguardem, pois tentarei tirar isso a limpo. Obrigada pela atenção dispensada.
Gostaria que entrassem no bolg dagomir.blogspot.com/2007/01/k-o-durban.html, para verem como não sou só eu que acredito que foi Hélio do Soveral o autor, ou pelo menos, um dos autores de Brigitte Monfort. E, se acaso eu estiver equivocada, não estou sozinha.
Vanessa, aaaaaaaaah! Agora a Senhora Bem Informada admite a possibilidade (óbvia) de haver mais de um autor...
Xiiii, mas o link que a Senhora Bem Informada mandou é sobre Durban. Estamos discutindo a Brigitte!
Aqui no meu mesmo, comentário anônimo de AGOSTO (bem antes de umas e outras virem bater seus cascos aqui) já dava a autoria de Durban a Helio do Soveral. Ninguém discutiu isso!
Aliás, não sei se a Senhora Bem Informada sacou que o post aqui é sobre a arte das capas, do Benício.
Uma dica: para exibir seus conhecimentos não precisa expor a má educação. Este blog é super democrático, sempre aberto para o conhecimento geral.
Mas coices, como em todo lugar onde frequentam pessoas EDUCADAS, não são permitidos.
Leia os comentários deste blog com mais atenção e verá que estão falando sobra a Brigitte Monfort, e não somente sobre KO Durban. E, até o momento, que eu saiba, não ofendi a ninguém, diferentemente do sr. BEM EDUCADO. Mas, obrigada mesmo assim, por ter se interessado em ver o blog.
Tenho todos os volumes lançados do K.O.Durban. Comprei na década de 1970. As histórias do Nocaute Durban são divertidíssimas, em sua "reclusão" em sua ilha no pacífico, com suas seis "noivas" e seu eunuco. Espionagem de comédia. Essa série da editora Monterey era lançada na mesma época da ZZ7 da Brigitte Montfort e da 77Z do Horace Young Kirkpatrik, o "Máscara Negra".
Eu tive sorte de conservar toda a coleção, pq infelizmente me desfiz de quase tudo das outras. Tive mais de 400 volumes do ZZ7, entre a série vermelha e a azul, e alguns da verde. O 77Z tb tinha a maioria, mais de 200...estou procurando recuperar, só por nostalgia; procurando em sebos. O K. O. Durban, por ser uma série menor, tenho completa. Por curiosidade, algumas vezes o K.O. Durban apareceu nas histórias do Kirkpatrick - 77Z - e a Baby do ZZ7 tb foi citada. Por isso achei que ou o autor era o mesmo, ou era uma política da editora para promover a série, fazendo referência à outras de sucesso.
Delgado, estranho que antes eu encontrava os livros com mais facilidade nos sebos. Foram sumindo.
Você as comprava na época? Era criança?
Certa vez, um cara que herdou a coleção do pai entrou em contato comigo para saber o número exato de publicações. E tinha aquela outra série do tal Tony Manhatan, não?
Miguel, eu era criança, entrando na pré-adolescência quando comecei a ler essas histórias, passando das HQ para os livros de bolso.
Ainda tem varios sebos em que é possível encontrar esses livros de bolso. O problema é que alguns números são bem raros.
O Tony Manhatan era como assinava o autor do 77Z, do Horace Young Kirkpatrick. A série iniciou com esse nome como autor e continuou assim por algum tempo, uns 70 ou 80 volumes, não lembro bem. Posteriormente, e agora não lembro a partir de que n°, o autor mudou, e até o fim da publicação da série houveram mais uns dois ou tres nomes de sutores na capa, e a série foi piorando, dava pra perceber que era mesmo outro autor, pelo estilo.
Estou realizando uma pesquisa para mestrado e preciso de um material da antiga editora monterrey, é uma série e preciso do nº 31 AVEC. Qualquer notícia segue meu e-mail: leoni_ivi@hotmail.com. grato
Horace Young Kirkpatrick, Brigite Montfort. Eu me lembro disso. Eu era pequeno. Me veio do nada agora procurar se isso ainda existia nesse planeta e encontrei esse site.
comprei nos anos 60 de um garrafeiro que passava na rua comprando vidro e papel 2 livrinhos. foi uma das minhas primeiras leituras fora das coisas de escola. que saudade.
oi pessoal...puxa, adorava as aventuras da Brigitte...minha personagem favorita. Na década de 70 tive entre a série azul e a série vermelha quase 700 ou 800 livrinhos, mas não tenho mais, emprestei e perdi numa mudança...gostaria de ler tudo de novo. As capas sempre sensacionais e eu costuma tentar imitar os desenhos. Abraços e obrigada pela atenção! Margarida.
comentando e lendo a briga aí anos depois. Helio de Soveral, o autor de KO Durban, inspirou-se em Flint, o Perigo Supremo, agnete secreto americano copiado de James Bond feito no cinema por James Coburn nos anos 60, para criar as noivas que Durban mantinha em sua ilha.
Flint também tinha uma noiva para cada dia da semana em sua mansão. Soveral disse isso em entrevista nos anos 70.
Quanto a Brigitte Monfort, é criação do espanhol Vera, com o pseudonimo de Lou Carrigan. David Nasser escreveu Giselle, a espiã nua que abalou Paris, a mãe de Brigitte Monfort, criada por causa do sucesso de Giselle pela editora monterrey. Tem a historia toda na Wikipedia.
38 comentários:
Isso era HQ? Nunca ouvi falar.
E salvem os personagens peludos! \o/
Não, é livro de bolso.
Acho que essa série KO DURBAN de aventuras saía paralela a da Brigitte Montfort, era da mersma editora e tinha capas bem legais de Benício. Teve menos sucesso e coneqüentemente menos números editados. No entanto nunca li, não me interessou.
Notei que não há referência a nome de autor em nenhuma das duas belas capas. Será que eram do Lou Carrigan ( um dos mil codinomes do espanhol Antonio Vera Ramirez ) ?
PS: Lembra daquele meu tio que lia a coleção X9 ? Ele também lia KO Durban.
Jôka P., ô se lembro! Hihihihihih
É, também notei isso, que não tem autor, nem dentro da revista. Na segunda página tem só "ilustrações Benicio". Me parece um sub James Bond. Nas contracapas tem reclames da Brigitte.
O que são essas capas? Sensacionais!!!!
O detalhe do isqueiro - ou seja lá qual for o artefato - na frente do peito da mascarada, que tem mais partes do corpo escondidas pelo braço do moço cabeludo, é maravilhoso!!!!
Meu pai traduziu algumas dessas histórias. Eram péssimas. Tinham umas, românticas, assinadas por Corin Tellado. O Jôka deve ter muitas informações sobre essa pulp fiction toda.
Olga, tão boas que dão vontade de ler! Mesmo sendo péssimas... O herói é o tal tipo, chamoso, rico, invensível e que papa todas! O Jôka comentou que nunca leu este K.O. também.
oi gente,
Esses livros são do falecido Helio do Soveral, portugues nacionalizado brasileiro.
Tenho muito interesse em lê-los, mas encontrar uma edição aqui no sul é impossível.
Anônimo, eu os achei em um sebo aos montes... É tipo um real por 3! rs
Bacana conhecer o autor! :)
Eu tenho coleção quase completa do K. O. Durban. se não me falhe a memoria são 66 volumes,só me falta o numero 2, traição no vietnã 2.Se alguem souber onde e qual sebo tiver, pago por esta e outras ediçoes grato
Pedro, no Sebo onde comprei estes, aqui em Jundiaí, tinha uma porrada!
O autor dessa séria chamava-se Hélio do Soveral, já falecido. E, que ao meu ver, foi um dos maiores escritores brasileiros. Além dos famosos livros de bolso daquela época - KO Durban, Brigitte Monfort, Giselle Monfort, a Turma do Posto 4, dentre outros -, escrevia também o Teatro de Mistérios, da Rádio Nacional, onde permaneceu décadas no ar. Vocês estão muito mal informados sobre a cultura brasileira mais antiga.
Vanessa, minha cara, chamar os outros (que você mal conhece por ter acabado de caírde paraquedas) de mal informados é um pouco de presunção, não acha?
Muito fácil surgir, arrotar conhecimento e sair ofendendo. Não sei se suas informações são verdadeiras (pessoa bem informada que você é devia saber que Brigitte Montfort é uma criação de Antonio Vera Ramirez), mas ia te agradecer mesmo assim, até ler o final infeliz do seu comentário.
SR. MIGUEL,
Gostaria de esclarecer que nunca ouvi falar nesse Sr. Antônio Vera Ramirez. E quero saber se você tem como me provar que foi este o autor da Brigitte Monfort, na série ZZ7, pois tenho minhas dúvidas. Entrei no site deste sr. (www.loucarrigan.com) e pude perceber que ele escreve seus livros em espanhol, porém nos exemplares que possuo não há nenhuma menção de que foi traduzido para o português. Para dirimir estas dúvidas deveríamos contactar alguém que trabalhou na Editora Monterrey na época (1976). Caso conheça, favor me avisar.
Vanessa, olha, não só não quero te provar nada, nem te fazer o favor de avisar coisíssima nenhuma. A "pessoa bem informada" aqui é você!
Passar bem...
Miguel, no site do Lou Carrigan tem um monte de referências aos livros da Baby Montfort, além de dezenas de reproduções de capas da ZZ7, não só no brasil como também no México etc...
Nos livros ZZ7 da extinta Editora Monterrey muitas vezes vinha escrito na segunda página: Tradução Luiz Oswaldo Cunha.
A Dona Vanessa pode escrever pro nosso querido Antonio Vera Ramirez-Lou Carrigan, no e-mail:
lou_carrigan@hotmail.com
Mas se nem assim Dona Vanessa ficar satisfeita, tenho uma sugestão: ela que vá lamber sabão.
Um abraço e mais uma vez parabéns pelo melhor blog do Brasil, Miguel!
Jôka P., obrigado novamente pelo esclarecimento! :)
Pra você ver cada uma que me aparece...
Só mais um aparte: O autor de Giselle Montfort (a mãe de Brigitte, que veio antes de ZZ7)de fato não foi Lou Carrigan.
Sempre me disseram que essa série que era publicada inicialmente em capítulos em um jornal carioca foi escrita (com pseudônimo) pelo famosíssimo jornalista David Nasser.
Quanto a isso, não meto a minha mão no fogo. Mas qaunto ao Lou Carrigan, assino embasixo e dou meu número de CPF.
É realmente muito fácil acusar quem já se foi. E continuo com dúvidas, pois tenho quase todos os exemplares da coleção ZZ7, e alguns destes não possuem referência a nenhum autor e nem tradutor. Me aguardem, pois tentarei tirar isso a limpo. Obrigada pela atenção dispensada.
Vanessa, acusando quem já se foi? Oi? Você realmente leu o que foi escrito?
Gostaria que entrassem no bolg dagomir.blogspot.com/2007/01/k-o-durban.html, para verem como não sou só eu que acredito que foi Hélio do Soveral o autor, ou pelo menos, um dos autores de Brigitte Monfort. E, se acaso eu estiver equivocada, não estou sozinha.
Vanessa, aaaaaaaaah! Agora a Senhora Bem Informada admite a possibilidade (óbvia) de haver mais de um autor...
Xiiii, mas o link que a Senhora Bem Informada mandou é sobre Durban. Estamos discutindo a Brigitte!
Aqui no meu mesmo, comentário anônimo de AGOSTO (bem antes de umas e outras virem bater seus cascos aqui) já dava a autoria de Durban a Helio do Soveral. Ninguém discutiu isso!
Aliás, não sei se a Senhora Bem Informada sacou que o post aqui é sobre a arte das capas, do Benício.
Uma dica: para exibir seus conhecimentos não precisa expor a má educação. Este blog é super democrático, sempre aberto para o conhecimento geral.
Mas coices, como em todo lugar onde frequentam pessoas EDUCADAS, não são permitidos.
Leia os comentários deste blog com mais atenção e verá que estão falando sobra a Brigitte Monfort, e não somente sobre KO Durban.
E, até o momento, que eu saiba, não ofendi a ninguém, diferentemente do sr. BEM EDUCADO. Mas, obrigada mesmo assim, por ter se interessado em ver o blog.
Vanessa, iiiiiisso! Agora acertou! Senhor bem educado mesmo! Obrigado!
Tenho todos os volumes lançados do K.O.Durban. Comprei na década de 1970. As histórias do Nocaute Durban são divertidíssimas, em sua "reclusão" em sua ilha no pacífico, com suas seis "noivas" e seu eunuco.
Espionagem de comédia.
Essa série da editora Monterey era lançada na mesma época da ZZ7 da Brigitte Montfort e da 77Z do Horace Young Kirkpatrik, o "Máscara Negra".
Delgado, que chique! Queria muito ver esta coleção!
Eu tive sorte de conservar toda a coleção, pq infelizmente me desfiz de quase tudo das outras. Tive mais de 400 volumes do ZZ7, entre a série vermelha e a azul, e alguns da verde.
O 77Z tb tinha a maioria, mais de 200...estou procurando recuperar, só por nostalgia; procurando em sebos.
O K. O. Durban, por ser uma série menor, tenho completa.
Por curiosidade, algumas vezes o K.O. Durban apareceu nas histórias do Kirkpatrick - 77Z - e a Baby do ZZ7 tb foi citada. Por isso achei que ou o autor era o mesmo, ou era uma política da editora para promover a série, fazendo referência à outras de sucesso.
Delgado, estranho que antes eu encontrava os livros com mais facilidade nos sebos. Foram sumindo.
Você as comprava na época? Era criança?
Certa vez, um cara que herdou a coleção do pai entrou em contato comigo para saber o número exato de publicações. E tinha aquela outra série do tal Tony Manhatan, não?
Miguel, eu era criança, entrando na pré-adolescência quando comecei a ler essas histórias, passando das HQ para os livros de bolso.
Ainda tem varios sebos em que é possível encontrar esses livros de bolso. O problema é que alguns números são bem raros.
O Tony Manhatan era como assinava o autor do 77Z, do Horace Young Kirkpatrick. A série iniciou com esse nome como autor e continuou assim por algum tempo, uns 70 ou 80 volumes, não lembro bem. Posteriormente, e agora não lembro a partir de que n°, o autor mudou, e até o fim da publicação da série houveram mais uns dois ou tres nomes de sutores na capa, e a série foi piorando, dava pra perceber que era mesmo outro autor, pelo estilo.
Delgado, já disse isso aqui que preciso de novos sebos. os que vou estão bem fracos.
Eu quando acho os livros 77Z compro. Muito me arrependo não ter comprado uma montanha que vi uma vez.
Era três por 1 real!
Mas não vivi esta época. Aliás, vivi mas não dava bola.
Pra mim é paixão recente!
Estou realizando uma pesquisa para mestrado e preciso de um material da antiga editora monterrey, é uma série e preciso do nº 31 AVEC. Qualquer notícia segue meu e-mail: leoni_ivi@hotmail.com. grato
Leoni, ok! está dado o recado!
Horace Young Kirkpatrick, Brigite Montfort. Eu me lembro disso. Eu era pequeno. Me veio do nada agora procurar se isso ainda existia nesse planeta e encontrei esse site.
Dyla, existe! :)
Brigite Montfort ainda é bem popular graças às capas do Benício.
Eu não consumia isso quando criança, mas os via nas bancas. Lembro bem de ficar olhando pra eles.
comprei nos anos 60 de um garrafeiro que passava na rua comprando vidro e papel 2 livrinhos. foi uma das minhas primeiras leituras fora das coisas de escola.
que saudade.
Anônimo, uau! Isso dava um roteiro! Lembrou da história que ouvi uma vez sobre como a pessoa foi ao cinema a primeira vez.
Trocou ferro velho por pintinho, pra criar e vender a galinha. Acabou ficando com dó! :(
Não recordo de muitos detalhes, mas me emocionou.
oi pessoal...puxa, adorava as aventuras da Brigitte...minha personagem favorita. Na década de 70 tive entre a série azul e a série vermelha quase 700 ou 800 livrinhos, mas não tenho mais, emprestei e perdi numa mudança...gostaria de ler tudo de novo. As capas sempre sensacionais e eu costuma tentar imitar os desenhos. Abraços e obrigada pela atenção! Margarida.
Anônimo, oi! Eu marquei toca em não comprar. Era baratinho. Haviam centenas.
Voltei na loja tempos depois e... NADA!
comentando e lendo a briga aí anos depois. Helio de Soveral, o autor de KO Durban, inspirou-se em Flint, o Perigo Supremo, agnete secreto americano copiado de James Bond feito no cinema por James Coburn nos anos 60, para criar as noivas que Durban mantinha em sua ilha.
Flint também tinha uma noiva para cada dia da semana em sua mansão. Soveral disse isso em entrevista nos anos 70.
Quanto a Brigitte Monfort, é criação do espanhol Vera, com o pseudonimo de Lou Carrigan. David Nasser escreveu Giselle, a espiã nua que abalou Paris, a mãe de Brigitte Monfort, criada por causa do sucesso de Giselle pela editora monterrey. Tem a historia toda na Wikipedia.
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