quarta-feira, 31 de outubro de 2007

A Dança dos Vampiros


Canine


E alguns filmes que se ama muito a vida inteira e quando se consegue rever era um monte de sandices juvenis... Até comprei O Clube dos Cinco, mas só pra constar na minha DVDtéquinha, porque assistir que é bom, não tenho lá muita paciência. E que eu era fã pra chuchu do Judd Nelson (quem?) fica só entre a gente tá? Mas há outros que muito pelo contrário, conforme vai-se tendo mais conhecimento das coisas (“eu não atinava em nada, Gabrieeeeela!”) melhor ficam! Aquele Drácula que o Coppola dirigiu em 92 por exemplo, foi emblemático na minha cabecinha teen... A crítica até malhou, chamou de carnavalesco, tascou que o que eles preservaram em efeitos do começo do século passado exageraram na edição, uma das primeiras digitais da história... Mas enfim, é divertido, classudo, depravado com aquele lobão traçando a Lucy e tem o Gary Oldman, hoje, pobrezinho, pagando as contas como vilão do Harry Potter, diabolicamente fantástico! 15 anos depois, são absurdas as referências ali empregadas que sempre passaram despercebidas. Dãããã! A principal é o respeito ao mito Drácula desenvolvido por centenas de outros filmes, principalmente os da Hammer. Por mais que o visual do conde foi ousado, o imaginário popular foi preservado em inúmeros detalhes. Fiz uma montagem com ele (Bram Stoker's Dracula ) e Drácula, Príncipe das Trevas (Dracula: Prince of Darkness), o meu favorito da Hammer, que você assiste clicando aqui antes de ir atrás de gostosuras ou travessuras.


[Ouvindo: Everybody Loves Somebody – Dean Martin]

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Dark Water

Nos anos 80 mais hype que relógio que trocava pulseiras era se preocupar com o estado pútrido do rio Tietê. Não faço idéia se o ápice da poluição foi naquele período, ou se os anseios naturebas 70’s acharam sentido em tal protesto ambiental. O assunto era tão quente naquele período de cores cítricas que mesmo a gurizada do interior ao voltar da tão sonhada viagem ao Playcenter primeiramente contava (com certo prazer) ter quase vomitado com o cheiro de porco escaldado que havia sentido. Só depois vinham as lembranças do sustão que a Monga, A Mulher Gorila lhes deu, ou o quanto a Orca era incrível! Detalhe, não se comentava o quão ecologicamente incorreto era manter uma baleia numa piscina suja daquelas, mas enfim... Qualquer programa de entrevistas na TV que se prezasse levava um especialista sobre rios, poluição e adjacências clamando pela bem da humanidade: Salve o Tietê! Ok, 20 anos depois lá está aquele filetinho de água fétida dando as boas vindas a quem chega a São Paulo. Não escuto falar no assunto há muito tempo, aliás, só na propaganda eleitoral ou quando algum barraco é alagado e ponto. Toda aquela mobilização, todo o aqüé arrecadado nos anos 80, deu em quê? Se estiver aplicado dês daquela época só de juros despoluímos (finalmente!!!) o Tietê e ainda sobra pra nos protegermos do superaquecimento terrestre...

[Ouvindo: Just I Time – Nina Simone]

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

X-Men

X-Men


Dos superpoderes mais bacaninhas que tenho, está o de usar qualquer controle remoto no escuro total, ou sem olhar. Indo apenas pela obviedade da posição dos botões. Em meio ao tédio colossal que é fazer supermercado descobri outro destes dons. Igualmente fantástico! Clique aqui para ver o vídeo.

[Ouvindo: Pop Star – Ken Rirai]
Related Posts with Thumbnails