sexta-feira, 30 de março de 2007

O Segredo do Meu Sucesso

Notícias frescas (bem fresquinhas, mesmo!) do front dão conta de que há uma diva da pornochanchada ganhando a vida em Itapeva! Monique Lafond, uma das desinibidas preferidas do cineasta Walter Ugo Khouri ministra aulas de teatro para as pacatas senhoras do clube da terceira idade de lá. E as velhinhas tão achando-a muito simpática! Pow!!! Morri de inveja delas! Mesmo com mais de 40 trabalhos em sua filmografia, os jornais locais praticamente desconheciam a sua presença. Uma loura daquelas, rosto manjadíssimo estampado em dezenas de capas de revista (Playboy, Ele Ela, Manchete...) nas décadas de 70 e 80, passar despercebida? Ui! Eu queria saber quando ela estará lá de novo para fotografá-la. Luxo! Ia pra minha galeria de fotos de ex-mocinhas do bas-fond. Ficaria lado a lado com outra Monique, a Evans que topa ser fotografada até a gente achar que tá ok. Veja uma delas clicando aqui. Fofa! E cê sabe que eu tô exagerando em chamar a Lafond de diva da pornochanchada, já que apenas um filme ou outro seu pertence a este gênero. Esse título caberia muito melhor a Helena Ramos, a nossa Mulher Objeto favorita! Mas o que será que a levou ao longínquo cafundó inaugurado por Joaquim Furquim Pedroso? Tadinha será que tá passando necessidade? Bem pelo menos não partiu pro cinema hardcore, né? Ensinar às telespectadoras da Rede Vida a arte dos palcos acho bem digno! O IMDB dá como seu trabalho mais recente a participação especial (!?!) em um capítulo da telenovela Pé na Jaca. Pé na Jaca? Parece ser um presságio... Virge, o que será que a Nicole Puzzi anda fazenda hoje em dia?

[Ouvindo: Fly Me To The Moon – Vince Guaraldi Trio]

sábado, 24 de março de 2007

Loucos do Alabama

Wow! Nova é a Ione Borges que tá fazendo 27 anos. De casseta! Digo, Gazeta! E é uma graça falar de TV porque o que menos faltam são comentários torcendo o nariz... “Humpf!” pra cá “Humpf!” pra lá. Tá! Ninguém vê TV, as emissoras continuam no ar por osmose, né? Humpf! Digo eu! Oh, deviam contratar um intelectualóide destes para escrever novela. Ia transformar o folhetim das oito na Odisséia. Depois de 200 capítulos a gente via Odisseu retornar a Ítaca e finalmente parar nos braços da bela e fiel Penélope. Claro que tudo em heleno clássico, of course! E nem acho muito ruim Paraíso Tropical. Fora o logo feito nas coxas da Globeleza! Pô! Aposenta o Hans Donner!!! Ah sim, e a mocinha feita pela Alessandra Negrini com sua eterna cara de mamãe quero ser yonki? E ainda faz dupla com o Fábio Assunção? Ele dá tom profético até em frases tipo: “Vou de ônibus!”. Ainda o verei escalado para fazer Alberto Roberto. Aliás, em novela só nas do Gilberto Braga as pessoas pegam ônibus. E o ibope ladeira abaixo! Braga é gênio, um dos melhores, mas blábláblá dos bastidores de uma mega corporação não é algo que uma dona de casa ainda com avental sujo de ovo queira ver depois de lavar a louça da janta. Nem eu! A gente pra opinar escreve pra quem? Uma vez (faz tempo) telefonei pra Folha de São Paulo metendo o pau num colunista e semanas depois recebi retorno. Convidaram-me pra, numa espécie de controle de qualidade, meter o pau periodicamente. Nisso sou bom! Meter o pau é 1, 2, 3!

[Ouvindo: Smoke on the Water – Senor Coconut]

sábado, 17 de março de 2007

Cada Um Dá O Que Tem

O Fabiano (aquele ex-aluno com sobrenome vampiresco, diga-se de passagem) me incumbiu de explicar como escrevo neste blog, assim como o próprio respondeu à um terceiro blog, blábláblá... E vamos lá! Faz tanto tempo, mas tanto tempo, que é praticamente natural surgir sempre um post novo na guliver. A ilustração é coisa praticamente simultânea tanto na idéia quanto execução. Vou escrevendo, e ilustrando ao mesmo tempo. Ainda outros tantos afazeres como escanear revistas antigas, ouvir música, etc., até o véio Bruce esbravejar que sua memória virtual está insuficiente. Ele é forte mas não é dois, né? Se eu falar que não dou a mínima para isto aqui, cê sabe que é mentira deslavada, mas também não me descabelo. Enquanto der prazer a gente vai ficando. Sabe aquele vinil que você queria muito, custou os olhos da cara e que hoje nem há mais onde tocá-lo mas que te faz bem saber que ainda está ali, no cantinho da sua sala? É quase a mesma coisa!!! Nesse tempão muita coisa mudou (é só dar uma olhadinha nos arquivos) assim como na Internet. Algumas vezes escrevo só para mim, como registro de algo que está ocorrendo. Não dá nem pra imaginar que alguns posts foram escritos á mão. Já bloguei sem PC ou Internet! O que não mudou foi a alta mortandade de blogs, alguns amigos outros nem tanto. Vai por mim, Rosa! 9 entre 10 pessoas que começam a postar pra tentar seus 15 minutos de fama (e normalmente negam tal intenção tão mundana) acabam dando com os burros n’água. Desistem logo na quarta vez que se depararem com um “0 coments”. Batata! Óh, este texto que você lê agorinha mesmo é prova viva(?) de que ás vezes o que parecia ser uma grande idéia acaba ficando bem meia boca ao ser escrita. Mas o Fabiano é gente tão bacana que não dava para deixar de responder. Ces’t la vie…

[Ouvindo: I'm Gonna Get You Yet – Gore Gore Girls]

sábado, 10 de março de 2007

Febre da Selva

Se subir mais um grau centígrado e eu virar pipoca, não te digo nada! Não lembro em absoluto de ter presenciado tanto calor!!! Não sei aí na sua cidade, estado ou país (A Dee lá em Long Island passa por uma nevasca, olha que sortuda!), mas aqui em Jundiaí a coisa tá escabrosa!!! Motivo pras moçoilas calorentas saírem quase nuas e os rapazolas com músculos a mais gemerem: “ai que calor!”... Leia esse “calor” com sotaque local, igual ao do Rei do Gado, na letra erre. E bye bye camisetas! Só me ofende escassez de roupa em evidente espetáculo corporal irrisório por assim dizer. E menininhas de abdômen saliente com topinho (inho-inho-inho) exibindo piercing no umbigo pra não termos dúvidas de que a fulana almoçou um bezerro inteiro antes de sair de casa. Dá vontade de pedir a quem estiver no ônibus sentado em assento reservado a idosos e gestantes dar lugar à suposta progenitora... Meu senso de ridículo é quatro vezes maior que qualquer calor espartano. Humpf! Só me faltava estarmos chegado ao Armageddon e nem me converti ainda nem nada. Deus-o-livre!!! E uns gurizinhos espertos, como todos os gurizinhos que estão entre os 12 e os 18 anos, que se jogaram no laguinho do maior (o nome é Maxi, dãããã) shopping de Jundiaí? Não basta toda a galera da classe ficar sabendo da façanha. Pra que serve o You Tube afinal? Conhecendo aquele ambiente vomitável não tem como deixar de rir com a coragem dos carinhas. E com a mesma idade peguei uma cueca bem escrota, daquelas 100% poliéster com abertura na frente, e a besuntei de cola Tenaz para ostentá-la no mastro da bandeira na escola. Só quem viu foi um cúmplice. Sim, sim, era uma época triste... Sem arquivos avi, telefones portáteis que até fazem filminhos, comunidades virtuais interligando centenas de cérebros iguaizinhos aos nossos, conexões velozes... Para se tornar popular era um upa! Ok, mas pelo menos se achava estar fazendo algo ficando preocupado com o “ longínquo” efeito estufa que superaqueceria a Terra fulminando nossos bisnetos...

[Ouvindo: LA –Memphis Tyler – Dale Hawkins]

quinta-feira, 1 de março de 2007

Por um Punhado de Dólares

É! A rapadura é doce mas não é mole, nega! Que o digam as ex quase futuras divas do mundo pop... Só nos últimos tempos vi duas mega ultra super estrelas despontarem para o anonimato, assim, num estalar de dedos. Cleck! Basta um cdzinho mal comercializado ou uma tentativa mal resolvida de emplacar no cinema que lá se vão elas das coloridas páginas dos Top Ten para as das mais esculachadas fofocas. Numa rapidez assustadora. Mariah Carey deve, a esta altura, estar abrilhantando coralzinho da igreja Batista em um subúrbio americano qualquer. E a Britney Spears, bem, a Britney você sabe, está em todos os lugares, ou de xota de fora ou difundindo uma versão apocalíptica do Charlie Brown. E de pensar que a bonita já foi apontada como a Madonna do amanhã... Humpf! Nos tempos áureos uma amiga minha batizou sua rottweiler de Britney. Pobre cachorra... Se é que todo aquele sucesso, badalação, não era truque das gravadoras para nos fazer deslizá-las goela abaixo. Lembro quando a Janet Jackson foi celebrada com o contrato mais milionário de todos os tempos sendo que nunca se soube de um grande hit que seja. Tá? E só ontem me contaram que a Cindy Lauper dedica-se a uma nova glamurosa carreira empresariando garotas de luta livre!!! Só é estranho como vivi até agora sem saber disso... E discutir quem chegou primeiro, ela ou a Madonna, é quase como o ovo ou a galinha. Né? E tem a Whitney também! Mas essa ainda é sucesso. Pelo menos pros calouros do Raul Gil...

[Ouvindo: Is That All There Is – Peggy Lee]
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